Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira
Os homens se matam por dinheiro, ajuntam para outros gastarem o preço ao qual eles deram pelas suas vidas.
Que diferença faz, alguns anos a menos ou mais, diante da eternidade? Creio que a partir da concepção surgimos para a eternidade.
A falta de amor está afetando o equilíbrio da natureza, até os animais estão sofrendo tamanha escassez por parte dos humanos.
A constância é o que sustenta todo hábito.
A falta de constância é similar a construir uma casa sobre um aterro mal executado, parece firme, mas sabemos que em algum momento vai desabar.
A felicidade está no seu interior, portanto, aproprie-se dela e lembre-se das agruras para galgá-la, afinal, tudo tem um preço, mas os valores são imensuráveis.
Na política brasileira há ex-presidente e deputado federal com nomes de palhaços, afinal é um picadeiro e a gente paga seus ingressos através dos votos através dos altos tributos, mas a nossa qualidade de vida e saúde continuam em queda vertiginosa.
A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)
Quando teus olhos azuis surgem na memória
minha mente cede, entra em colapso suave
como se o mundo pausasse só pra te olhar
Quando te vejo, é filme sem cortes
rodando na minha cabeça
me convencendo, cena após cena
de que não existe
nem existirá
alguém tão perfeito quanto você
E quando durmo…
ah, quando durmo
até os pesadelos se rendem
porque neles tu apareces
herói improvável
salvando meus medos
e ficando, a cada sonho,
ainda mais impressionante
Tu és presença
mesmo quando ausente
és certeza
mesmo no caos
e és silêncio bonito
que bagunça tudo dentro de mim
Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências
O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença
Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma
Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida
Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda
Como eu amo amar.
Mesmo quando amar cansa.
Mesmo quando amar dói
mais em mim do que no outro.
Amo amar porque sentir
me faz existir.
Porque o amor, mesmo quando falha,
me prova viva.
Amo amar com excesso,
com entrega,
com essa coragem quase ingênua
de quem ainda acredita.
Às vezes amar me esvazia.
Outras, me sustenta.
Mas nunca passa em vão.
Se amar é risco,
eu aceito.
Prefiro o coração cansado
de tanto sentir
do que intacto
por nunca ter tentado.
Como eu amo amar
mesmo quando amar
é ficar
sem ser amada.
A insanidade raramente se anuncia.
Ela se infiltra.
Começa como um pensamento a mais,
uma lucidez excessiva,
uma sensibilidade fora de medida.
Há mentes que não quebram
apenas sustentam demais.
Elas funcionam, respondem,
cumprem horários,
enquanto por dentro tudo oscila.
A linha entre sanidade e desvio
não é um abismo.
É um fio.
E muitos caminham sobre ele
sem que ninguém perceba.
A insanidade não é caos explícito.
Às vezes é ordem demais.
Controle demais.
Consciência demais.
Ela se disfarça de normalidade,
aprende a conviver,
a sorrir no momento certo,
a calar no momento errado.
E talvez o mais perturbador
não seja perder a razão,
mas mantê-la
enquanto algo, silenciosamente,
se desloca por dentro.
Porque há estados mentais
que não pedem ajuda,
não fazem barulho,
apenas continuam.
E continuar,
nesse caso,
já é um sintoma.
O Brasil é "LITERALMENTE" o maior produtor de laranja do mundo, com uma produção de 13 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 29% do total mundial.
Algumas "CELETAS LARANJAS" valendo dezenas de bilhões de dólares.
São laranjas que não acabam mais. Todos fazendo a vontade do Satanás.
Por que você acha que não existe interesse em combater o crime de forma efetiva e eficaz?
E o que você acha da reinante impunidade no país?
Tudo estratégico e eficaz para se criar cortinas de fumaça, impor a doutrina do medo, aterrorizar o povo, para que este continue subserviente ao sistema maligno e maléfico.
Não se surpreenda em ver religiosos trabalhando para este mesmo sistema, empenhados em distrair as pessoas.
Também não tenhas dúvidas, que se gastem bilhões para artistas medalhões seguirem distraindo o povo.
Em tempo, também não se esqueçam, de quão importante são as drogas, para anestesiar os mais agitados, e amordaçar de todas as formas quaisquer tentativa de reação contra o establishment.
Sorria, a todo momento você é manipulado.
Muito difícil encontrar pessoas realmente sinceras neste meio.
Os agentes do tal establishment (o(s) grupo(s) que detém o poder e a autoridade em uma sociedade ou organização) estão infiltrados em todas as frentes de reação.
Exemplo maior de tudo isso? 08 de janeiro de 2023. Basta analisar tudo com calma, perceber a atuação forte do sistema dentro de todas as instituições do Estado, atuando deliberadamente contra inocentes, atropelando de forma grotesca contra o tal ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, onde inexiste a tal segurança jurídica. Mas nitidamente, a manipulação orquestrada dos entes e seus agentes para estabelecer uma única NARRATIVA.
"Em cima da terra ou embaixo do cé, eu tomarei um drink e saborearei com voce por toda a eternidade"
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