Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira
Quando eu soltei a tua mão
Não foi ódio, vingança nem decepção
Foi só cansaço de esperar
De quem nunca teve nada pra me dar
Afinal eu não espero nada de ninguém
Aprendi cedo a caminhar sozinho também
Você foi autora das tuas escolhas
Eu só colhi o que você plantou nas folhas
Promessas vazias, palavras ao vento
Eu dei verdade, você deu fingimento
Mantive o meu melhor guardado pra nós
Mas você nunca ouviu a minha voz
Refrão
Desculpa por eu não esperar nada de você
A vida me ensinou a não mais sofrer
Mantive o meu melhor, você não viu
Te dei o coração, você nunca sentiu
Desculpa se hoje eu não sei implorar
Cansei de dar amor e não receber nada em troca, nada pra somar
Você quis assim, escolheu me perder
Hoje não tenho mais nada pra esperar de você
Verso 2
Eu fui abrigo quando o mundo te virou as costas
Você foi silêncio quando minha alma ficou exposta
Sempre eu por nós, você só por você
Amor não é jogo, mas você quis vencer
Não te devo nada, nem explicação
Quem não cuida, perde, simples lição
Meu erro foi dar além do que tinha
Teu erro foi achar que eu voltaria
Refrão
Desculpa por eu não esperar nada de você
Mantive o meu melhor, você não viu, não quis ver
Te entreguei o pouco que era tudo pra mim
Você deixou quebrar, deixou chegar ao fim
Final
Hoje sigo leve, sem olhar pra trás
Quem não tem nada pra oferecer, não fica mais
Eu sigo inteiro, você ficou no ontem
Desculpa… mas de você, eu não espero mais nada.
Ser bom nunca foi defeito, o problema é oferecer o coração pra quem não sabe o valor que ele tem. Continue sendo luz, mas aprenda a acender a lâmpada certa... nem todo lugar merece a sua claridade.
Se permitir que o seu país seja
chamado de qualquer coisa,
Não poderá se queixar quando
for tratado de qualquer jeito,
Serás lembrado como nada,
Porque o quê é tarde demais
sempre tem hora marcada.
Deus não deixa
nunca de mostrar
os caminhos
feitos para andar,
Que Rukun Negara
nasceu iluminar,
Não existe outra
forma de se guiar.
A vida é maravilhosa,
um pouco doce e ácida
como a Jentik-Jentik
que ainda não provei,
Sob a orientação de Deus,
logo jamais desistirei.
Maravilhas poéticas
das três Américas
que enfeitam coloridas
os nossos caminhos,
Não é de feitos
humanos que me refiro,
E sim que elas foram
criadas pelo Divino,
Tenho nesta porção
austral o meu destino
preservado e convicto.
Norte e vínculo que não
desfazem porque é forte.
Não consegue tirar por um
minuto os teus olhos de mim.
Nas estações do ano o amor
abrigado no seu interior.
Não conhece mais regresso
porque sou o seu Universo.
Espero é o quê mais o humano,
o quê é certo, absoluto e sincero.
Sob as lanterneiras do paraíso
do inspirador inatingível desafio.
Distância do cálice do que é vão
por preservação e por direção.
Sinto o perfume
de Buah Kundang,
Não tenho limite
para o sonho embalar
de contigo ir buscar,
Não faltam razões
para me apaixonar.
Foi tempos que era só
bordão que tudo mudou,
Não se encontra mais Tatu,
ninguém faz mais Aaru,
Por enquanto ainda há
alguma memória para quem
tiver vontade de procurar,
E se um Tatu te encontrar,
melhor deixar ele caminhar
_porque não nos falta Beiju.
Não se esqueça de recordar
que a Terra precisa sobreviver
para a gente se sustentar...
Não custa lembrar
que ainda é Primavera
no Hemisfério Sul,
Estamos em novembro,
é tempo de floração
de Tucaneiro do achado,
dizer que sinto do amor
não ter encontrado.
Não há nenhuma regra
teoria da conspiração
segredo ou que eu esteja
buscando o inatingível;
Quero o quê é simples que
tem a força diária de fazer
o quê for preciso para ser.
Estou buscando por você
que é tão humano quanto,
querendo acertar o passo,
o amoroso sentimento
no afã de um acordo perene
e cúmplice com o tempo.
Acordei como quem tivesse
caminhado por muito tempo,
Não foi por falta de aviso,
para evitar este mal que
não deveria nem ter nascido.
Nenhum povo merece passar
nem um segundo por isso:
Ser arrancado do lar e destino
por causa do que é vil e do perigo.
Sempre que insistirem fazer
que a vida perca o sentido,
assumo ser a que persisto
com o grau de rebelião mais fino.
Os teus pés como os meus não
nasceram para ser refugiados;.
Nós nascemos com raízes,
passaram conosco dos limites.
Sou mais do que pedra e fuzil,
sou todo o povo que está farto,
poema denúncia em disparo
para não calar o quê tem sido fardo:
(Deslocamento interno forçado).
#poesiabrasileira
#poetrycommunity
#poetry
Observar o tempo
no florescimento
do Murici arbóreo,
Não se esquecer
da própria História,
é usar a sua lógica.
Honrar quem fez
o caminho primeiro,
Não querer fazer
as coisas do seu jeito.
Aceitar o destino,
moldar-se a rota,
partilhar e abraçar
sem receio a multidão
colocando-a no coração.
Parte de mim veio de muito longe
e outra parte nasceu enraizada,
Embora visivelmente não evidente
a minha realeza é ameríndia,
Absoluta como a Tapirira nativa
florescida celebrante em novembro.
Não sonho e nem vejo florescendo
fora da minha América do Sul;
os meus caminhos austrais conheço,
e deles abertamente me envaideço.
Os teus caminhos apenas respeito,
apenas não posso falar que
de volta ando recebendo o mesmo;
Caso tropeçares nos meus,
não espere nada menos do que reação,
Vivem em mim filiação, pacto e devoção,
que nunca irão na primeira embarcação.
Eu sou o meu povo,
e o povo me é;
Não preciso de mandato
por onde passo;
Nada e nem ninguém
mais importa;
Não sou presença,
e sim História;
Nas linhas do destino
sou eu quem escrevo;
Nasci poeta enraizada:
(para o seu desespero).
O quê se conquista
por tormenta não
se obtém com fortaleza,
Não se implora
o quê nunca fez por merecer,
Até uma Goiabeira sabe
o quê é este princípio de conviver.
Conheço bem as tuas trapaças
para não me envolver contigo,
sou mais doce do que mil goiabas,
possuo autopercepção de valor
e os limites que mantenho claros
e cultivados para lidar com fatos.
Não nasci com nenhuma vocação
para ser troféu, caça ou recompensa,
virei refém da primeira impressão,
admito porque não consigo apagar
o teu olhar de desdém de quando
nos conhecemos naquele tal lugar.
Um olhar que expressou arrogância
não tem jamais a minha confiança
de que passou para a fase de me olhar
com outros olhos da noite para o dia.
Não te quero mal e não te quero meu,
nem por capricho nem por algo parecido,
sei que não nasci para ser o seu caminho,
por isso não avento hipóteses ou permito.
Ver a Tongkat Ali
e a poesia crescer,
Não tenho mais
nada o quê querer.
...
Anggerek Kupu-Kupu
esplendendo beleza,
Assim é o quê sente
a cada novo poema
que em ti escrevo
com toda a grandeza.
...
Anggerek Ungu Harum
florescendo nas mãos
do tempo e do sentimento,
Muito além de ser só
apenas por um momento.
...
Periuk Kera Biasa
balançando hipnótica
no ritmo do vento,
O pensamento buscando
te alcança a tempo.
...
Periuk Kera Bertaring
no meio do jardim,
Que o destino já
de nos colocar enfim.
Plantar mais mudas
de Palmito Juçara,
Para não deixar nunca
mais na mesa faltar,
Isso não tem a ver
somente sobre plantar,
Também tem a ver
com a Cultura Popular.
Quem sempre planta,
a Natureza e o destino
sabem recompensar
além de reconhecimentos
formais ou títulos,
Pátria é o quê se planta,
alegra o nosso paladar,
e eleva o nosso espírito,
É incontestável e de princípio.
Não preciso sair procurando
qualquer coisa pelo mundo fora
ou pelo fim do mundo esperar,
para só assim começar a despertar.
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