Amiga Vou Sentir Saudades
Acorda e me deixa te sentir em meus braços de novo. Acariciar sua pele… Beijar seus lábios. Levanta e vamos enfrentar nossos medos juntos.
Se quiser uma revanche, é só bater na minha porta. Mas, se sentir a minha falta, não bata. Apenas entre.
Mas o amor proibido, ah, esse é um desafio, Um sentimento que nos consome, nos traz desvio. É um amor que não pode ser vivido abertamente, Que se esconde nas sombras e fere a mente.
No entanto, mesmo proibido, o amor é real, E às vezes nos faz sentir como se estivéssemos no final. Mas é preciso ter coragem para enfrentar o destino, E lutar por esse amor, mesmo que seja clandestino.
No templo há uma poesia chamada "Perda", entalhada na pedra. Ela consiste de três palavras que foram rasuradas pelo poeta. Ninguém pode ler "A Perda". Só senti-la.
Agradeça ao medo que você sente.
Muitas vezes ele é a única coisa que te impede de cometer mais idiotices.
Que a beleza do dia, seja resultante da beleza que vem de dentro, porque nada de fora se faz belo, quando não conseguimos enxergar, muito menos sentir, as emoções provindas do coração. Deixemos, pois, o coração livre de qualquer amarra que o impeça de sentir o quão a vida é bela.
É preciso abrir as cortinas, tirar o pó, limpar o chão, trocar os lençóis, reorganizar a posição dos móveis, modificar o ambiente. É preciso vestir-me de sorrisos, olhar adiante, abraçar os meus outros próprios sentimentos, criar asas e voar. É preciso existir e ser além do que possa se ver; me refazer, me reconstruir do que ainda resta de mim. É preciso abrir os olhos e saber que fechados é melhor para acalentar, para me libertar. É preciso tocar na ferida, estancar o sangue e respeitar as cicatrizes indissolúveis, mas já indolores. Pois, é preciso curar as fantasias, acordar sem tua presença e ausentar-me do sentir. Porque é preciso eu me ver indo embora de ti.
Nada me fascina mais do que o silêncio de um olhar, do que as palavras do coração e os toques da emoção. Nada supera o sentir.
Sou uma mulher que sente tudo, observa tudo e muitas vezes o silêncio é minha melhor resposta. Não sou vingativa e nem cruel, apenas sou justa perante o que me fazem.
“Que o duelo em mim, venha aflorar minha apetite osgásmica do sentir-me plena; mesmo que muitas vezes me sinta vazia.”
—By Coelhinha
Entre as hipérboles ...
Sempre achei que uma das figuras de linguagem mais fácil de ser ensinada fosse a hipérbole. Nós professores de Língua Portuguesa só precisamos ensinar que hipérbole é dar intensidade ... aumentar o que de fato é realmente...
Pois é ...
Me enganei...
Quando proferimos uma frase, seja ela em um contexto literário ou não, sai de nossa boca carregando consigo td o contexto em que foi pronunciada.
"ESTOU MORRENDO DE FOME"
Sim, morremos...
" O calor está de matar"
Dependendo da intensidade e falta de hidratação ele mata mesmo ...
Mas, a minha frase de hoje. .. a que me levou a refletir sobre as aulas é "MORRER DE TRISTEZA"...
Morremos!
A cada nova lembrança de um cheiro. .. de um toque... do sabor de um tempero... ao ouvir uma música. ..
A tristeza nos mata por alguns instantes no presente e nos leva a lugares em que estivemos. .. nos faz saborear com prazer ilícito a saudade. .. e por instantes morremos para viver um outro tempo. .. uma outra experiência. ..
MORREMOS PARA VIVER NOVAMENTE! !!
Só é preciso tomar cuidado para não entrar em coma estando vivo entre os dois universos, vivendo tanto fora do presente que não consigo notar o futuro.
Dizem que um dia para de doer...
Dizem. ..
E então talvez depois que voltemos nossa mente ao corpo. ..
A consigamos dizer outra frase carregada de hipérboles. ..
"MORRI DE TANTA FELICIDADE"
E sejamos nós a dizer aos nossos amigos. ..
UM DIA PASSA...
Por agora só estou morrendo. ..
"Será que eu vou ter que te matar pra você me ouvir?
Me ouve, se não eu vou ter que te matar pra viver!"
