Amiga Voce Mora no meu Coracao

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Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Meu filho, escute o que o seu pai ensina e preste atenção no que a sua mãe diz. Os ensinamentos deles vão aperfeiçoar o seu caráter, assim como um belo turbante ou um colar melhoram a sua aparência.

Bíblia Sagrada
Provérbios 1:8-9 (NTLH).

É que eu me apaixonei por essa garota incrível no meu primeiro ano. Só que eu não sabia como estar apaixonado, então fiz a única coisa que podia para mantê-la por perto. Eu virei amigo dela. Virei seu melhor amigo e enterrei todos os meus sentimentos de forma tão profunda que nem os reconheci, porque os sentimentos dela eram tudo o que importava, e ela gostava desse outro cara.

Utopia

Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajeitava
Lá no alpendre a conversar

Meus pais não tinham
Nem escola, nem dinheiro
Todo dia, o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar

Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava
E perguntava
Quem fizera estrepolia
E mamãe nos defendia
Tudo aos poucos se ajeitava

O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então pedia
Pro papai cantar com a gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar ao sol poente

Passou o tempo
Hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Quanto muitos não a tem
Agora falam
Do desquite ou do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém

E há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho entre seus pais
Se os pais amassem
O divórcio não viria
Chamam a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.

Meu refúgio é escrever
Escrevo para não enlouquecer
Quero poder um dia
Sorrir, Como já sorri
Quero poder um dia
Ter amigos, como já tive
Quero poder um dia
Te amar, como já te amei
Quero poder um dia
Viver, como nunca hei podido viver.

Minhas emoções são desenfreadas. Uma loucura. Está
no sangue. Eu compartilho isso com meu pai. E minha mãe também. Não temos o dom da temperança.

Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu

Desde menina sempre ouvi
meu pai dizer:
Desconfie de quem se diz
muito perfeito!

O libertador que destruir minha propriedade estará salvando meu espírito.

Ouço o sussurro da poesia em meus ouvidos,
teu nome retinindo até o âmago de meu ser.

Meu leitor ideal é um leitor vagaroso, que lê em pequenos e lentos goles. O mundo não pode ser descoberto numa leitura rápida.

Ah, meu maior amigo, nunca mais
Na paisagem sepulta desta vida
Encontrarei uma alma tão querida
Às coisas que em meu ser são as reais.

Fernando Pessoa
PESSOA, F. Poesias Inéditas (1930-1935). Lisboa: Ática, 1955 (imp. 1990).

Meu olhar guarda segredos que um dia dividimos, guarda palavras que trocamos em silêncio, esconde o amor que ainda mora em mim. Meu olhar, tem uma porta secreta...só a você, mostro o caminho.

Cansaço

Deitar no campo imaturo da minha esperança. Abraçar o mundo sem medo. Meu desejo aumenta a cada dia em que essa visão mecanicista tenta me dominar. Cambaleei e ainda estou aqui entregue aos sentimentos inundados pelo amor , tão pouco repetitivo, tão imprevisível, bem mais humano. Cansaço absoluto. Limite. Vislumbro a fronteira do meu tempo, das minhas forças, da minha vontade de permanecer de pé. A estrada que caminhei chega ao seu fim a cada hora, me deixa aos prantos de tanto cansaço e respiro feliz. Que mundo injusto, ainda preciso cuidar dos meus ferimentos e esperar que eles cicatrizem. Ainda preciso entornar amor no coração daqueles que me apunhalam, que me entregam ao meu instinto. Eu não quero usá – lo, sei do seu estrago. Tranqüilidade intangível. As horas passam e mesmo abandonada por aquela que me faz colocar no papel o que menos entendo, eu ainda tenho um bom sentimento pela vida. Ela que tão pouco sabe de mim, ela que tão pouco me ama, que tão pouco me quer, eu ainda a amo. Entre uma dor e um beijo que ganhamos do mundo, fingir amor pela vida faz – nos perder o verdadeiro amor por nós mesmos.

Pareço egoísta
Quando quero morrer
Mas não do meu ponto de vista
Pois eu queria poupa-los de sofrer

Sim, por que me sinto um fardo
Só causo preocupação
Eu queria ser melhor de fato
Mas não passo de uma decepção.

Eu aprendi a me virar sozinha logo cedo, a ir a luta, a ocupar meu espaço e me fazer entender, crescendo aprendi a gostar de mim e me aceitar, também aprendi que meu direito termina onde começa o do próximo, e que devo tratar os outros como gosto de ser tratada, mas que nem sempre os outros terão a mesma atitude que eu teria no lugar deles, aprendi valores com meus pais como ser honesta, justa, humilde, guerreira, aprendi a falar e a ouvir, e desenvolvi uma sinceridade que domina e norteia minha vida, sou educada e posso, as vezes, até ser serena, mas tenho um vulcão na minha alma, basta ferir quem eu amo e ele entra em erupção...

Por isso, meu eterno e indefinível anônimo, sinto-me feliz em integrar a pobre gotinha do meu pequenino eu humano no mar imenso do teu grande tu divino.

Então me ajude a superar
esse meu medo
de te amar
Então não me deixe
a te esperar
Pois os minutos
não querem passar.

Meu afilhado é uma estrelinha iluminada, um pedacinho do céu, uma ternura delicada, um encanto na minha vida e um presente do Papai do Céu! Parabéns, afilhado, você é uma bênção!

O amor é uma gripe em que se morre logo no primeiro espirro; por isso tirei meu nariz... e deixei de ser o palhaço da vida.