Amiga te Conhecer foi um Prazer

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Amar você foi como ler um livro sabendo o final, mas torcendo a cada página para que o autor tivesse mudado de ideia.

águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...

Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...

As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....

FOI APENAS UM SONHO...

Acordei com saudade de alguém…
Quem?
Não sei…sonhei!

E o sol foi tirar um cochilo atrás das nuvens cinzentas (sentimentos e emoções tristes) e é por isso que existem dias nublados.

O Dia em Que Escolhi ir


Capítulo: Eu Disse Sim


Eu disse sim.
Não foi um sim gritado.
Não teve fogos, nem testemunhas.
Foi um sim quase sussurrado, desses que mudam o eixo da vida sem fazer barulho.
Eu disse sim
quando meu instinto dizia cuidado.
Disse sim
mesmo sabendo que intensidade cobra juros.


Não foi ingenuidade.
Foi escolha.
Eu vi o risco.
Vi o abismo.
E ainda assim, avancei.


Porque havia algo no olhar dela..
não promessa,
não segurança,
mas verdade crua.
E eu prefiro a verdade que arde
à mentira que acalma.
Eu disse sim
para o desejo,
para a confusão,
para a possibilidade.


Disse sim
para aquilo que não tinha manual.
Não foi submissão.
Foi entrega consciente.
Eu sabia que podia doer.
Sabia que podia quebrar.
Mas também sabia que viver pela metade
é morrer aos poucos.
Então eu disse sim.
E naquele instante
eu não estava escolhendo só uma pessoa.
Eu estava escolhendo ser inteira.
Sem garantias.
Sem contrato.
Sem anestesia.
Só eu,
o risco,
e a coragem de não fugir.
Esse foi o meu sim.
E ele mudou tudo.

Cristo foi condenado em um tribunal terreno para que fôssemos absolvidos no tribunal celestial.

Hoje entendo: amar você
foi trabalhar por um salário que nunca veio.
No fim, a única coisa que conquistei
foi aprender que sentir não garante direito ao final feliz.⁠

Hipócrita


Isso foi tudo que restou,
um caco de vidro enterrado no peito,
memória ferida que sangra silêncio,
eco de promessas que morreram no escuro.


Teu amor, hipócrita,
era fogo disfarçado de abraço,
ceniza quente que queimava e sorria,
um veneno doce que se escondia nos lábios.


E eu, naufrago de tua ausência,
vago entre sombras de nós que não existem,
cada suspiro um grito afogado
no abismo de um desejo que nunca volta.

Quando um homem que nunca foi valorizado encontra uma mulher que nunca foi amada como merecia, não é acaso — é reconhecimento. É o encontro de duas dores que aprenderam a sobreviver em silêncio, carregando no peito histórias que poucos souberam ouvir.


Eles não chegam inteiros, chegam verdadeiros. Trazem cicatrizes visíveis na alma, o coração cauteloso, mas ainda capaz de sentir. Não fingem perfeição, oferecem honestidade e a coragem de tentar outra vez.


Já tocaram o fundo sozinhos e aprenderam a se reerguer sem aplausos. Por isso, quando se encontram, não exigem promessas vazias — oferecem presença, cuidado e a escolha diária de permanecer.


O amor que nasce ali não é frágil. É feito de respeito, parceria e consciência. Não grita, não implora, não machuca. Como um verdadeiro time, sabem que com esse amor não se brinca.

Se um dia o tempo me faltar,
que reste ao menos a certeza:
fui inteiro por alguém
que foi, sem saber, a dona dos meus dias.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Rezar é tentar subornar o juiz de um tribunal onde você já foi condenado antes de nascer.

A morte de Jesus foi um reembolso que ele pegou de volta três dias depois. Se os pecados voltaram com ele, a crucificação foi só uma sesta de fim de semana. Ele teria feito um favor à humanidade se tivesse permanecido na tumba.

Baratas são a maior evidência de que o universo não foi projetado por um deus benevolente, mas por um estagiário do diabo.

⁠A noite chegou,um vazio ficou.
O sol se foi,a lua chegou.
Amanhã no raiar do dia,o sol vai voltar,depois que a lua nossos sonhos acariciar.

⁠Hoje o sol foi ardido,na pele batia e aquecia.
Teve um momento que pensei estar assando,dentro de uma enorme panela cozinhando!

Você não foi acaso,
foi resposta.
Resposta de um Deus que cuida
até dos detalhes do coração.

Deus não nos aceita porque fomos bons, mas porque Cristo foi perfeito.


Um exemplo simples:
É como alguém que tem uma dívida impagável.
Jesus entra, paga tudo, e o juiz declara: “Dívida quitada.”

Teu Nome

Teu nome foi um sonho do passado;
Foi um murmurio eterno em meus ouvidos;
Foi som de uma harpa que embalou-me a vida;
Foi um sorriso d’alma entre gemidos!

Teu nome foi um echo de soluços,
Entre as minhas canções, entre os meus prantos;
Foi tudo que eu amei, que eu resumia—
Dores—prazer—ventura—amor—encantos!

Escrevi-o nos troncos do arvoredo,
Nas alvas praias onde bate o mar;
Das estrellas fiz lettras—soletreio-o
Por noute bella ao morbido luar!

Escrevi-o nos prados verdejantes
Com as folhas da rosa ou da açucena!
Oh quantas vezes na aza perfumada
Correu das brisas em manhan serena! ?

Mas na estrella morreu, cahiu nos troncos,
Nas praias se—apagou, murchou nas flores;
Só guardado ficou-me aqui no peito
—Saudade ou maldição dos teus amores.

- José Bonifácio, o moço

A Medalha Ajoelhada e Profanada


Não foi um gesto de paz.
Foi uma reverência.
Maria Corina não ofereceu uma medalha,
ofereceu-se.


Despiu-se da dignidade
e a deixou no mármore frio
da Casa Branca,
ajoelhada diante de um homem
que nunca carregou a paz
nem no discurso,
nem nas mãos.


Uma medalha do Nobel
(símbolo que deveria arder
como consciência)
foi reduzida a adorno político,
a chave dourada
tentando abrir portas
que se movem por interesse,
não por justiça.


Há algo de profundamente indecente
em entregar a “paz”
a quem cultiva muros,
ameaças, sanções
e guerras travestidas de ordem.


A medalha não caiu das mãos:
foi arrancada da ética.
Não houve altivez,
não houve soberania,
não houve respeito ao próprio povo.


Houve submissão encenada,
gesto calculado,
dignidade trocada
por um aceno imperial.


Quando a paz é usada
como moeda de barganha,
ela deixa de ser símbolo
e se torna farsa.


E quem a entrega assim,
sem pudor, sem vergonha,
não "enobrece" o destinatário,
empobrece a si mesma,
perdendo cada vestígio de dignidade,
e trai o sentido da palavra
que fingiu honrar.


Vergonha para todo o Universo feminino!
✍©️@MiriamDaCosta