Amiga te Conhecer foi um Prazer
A esperança de um homem perdido, é a medida do destino em não encontrar o caminho, suas opções se estendem por um futuro de labirintos.
Carlos Alberto Blanc
Político profissional é o sujeito sem um pingo de suor que vive à custa do trabalhador.
Carlos Alberto Blanc
O planejamento do salário mínimo no Brasil é para equilibrar a liberdade do escravo. Um sistema, onde ir e vir, continua sendo o custo mais caro para esse novo e implacável cidadão.
A ilusão que menospreza o homem quando ele acredita em correntes políticas, é logo após eleger os senhores ao invés dos representantes.
Carlos Alberto Blanc
O mundo é um lugar feito de escolhas impróprias, por esse motivo a última liberdade é um horizonte entre a fé e a lágrima. O perdão apenas responsabiliza o criminoso.
Carlos Alberto Blanc
A falta de conhecimento acompanha o homem para um lugar de extrema ignorância. Quando isso se manifesta em um governo, você observa como homens medíocres explanam suas teses, colocando a sociedade em um pilar de pobreza social inimaginável.
Carlos Alberto Blanc
O grande problema do ser intelectualizado é quando ele plenamente está aliciado por um governo corrupto. A grande imprensa tem por escopo, formar um público desinformado, que não saiba quem são os responsáveis por atitudes vis, assim como os criminosos recorrem à demagogia.
Carlos Alberto Blanc
Realmente, os otimistas que nós temos no país, cada um deles, vive com algum palavrão entalado na garganta. Os pessimistas, esses já se pronunciaram.
Carlos Alberto Blanc
Não importa se um burro tem ou não uma causa, ele sempre será propenso a eleger um presidente que eleve sua carga, desde que melhore a qualidade do feno.
Carlos Alberto Blanc
Enquanto no Brasil - Há um grande feito da ignorância sobre a aclamada estética do socialismo brasileiro, que é a glamourização da pobreza - no Rio de Janeiro, o funk tem a proeza de comercializar a política.
Carlos Alberto Blanc
A deriva de uma realidade ocasional,
não estamos salvos de um amor para viver a dois.
Somos inesperados por circunstâncias iguais.
Responsáveis pela fragilidade da oportunidade.
Carlos Alberto Blanc
Nossa vida virou um circo
A carestia sempre teve voz e autoridade para anunciar a hora da morte.
Eu perdi o circo.
Não gritei palhaço. Perdi o espetáculo. A conversa chegou aos ouvidos de maínha.
Em casa, a ladainha acordou a noite.
A noite acordou a Lapinha e entrou pela madrugada.
De manhã, a vida entrou pelo castigo, invadiu a moralidade.
A nossa vida virou um circo.
Mamãe grande encerrou o assunto, desmaiada. Fugi.
Receitaram chás de rosas de palmatória, assim, que eu retornasse de Pirajá. É pra já!
Ganhei o mundo. Vendi chá de cadeira.
Em Pirajá, rolei a lona de tanta fome.
Sonhei. Caí do arame. Arembepe.
Corri.
Ninguém me pegou no sonho.
Sonambulei pelo quarto vizinho gritando palhaço.
Fui expulso de casa.
Levei nas mãos uma moldura inteira
de palmatória.
A melhor saída ainda não seria o cais do porto.
Na baixa, fui sapateiro. Inclinei-me no plano, onde fui pescado.
Puxado por arrastões, subi o elevador. Ninguém, em mim, morreu tão cedo.
Ninguém ficou morto de mim.
Ninguém me matou de passados.
Em casa, mainha preparava olhos e ouvidos de peixe morto. Quiseram me enterrar na lama
Mas, eu estava no elevador Lacerda, onde trapezistas se equilibravam no álcool. Descemos do altar. Desmontamos o circo. Ficamos altos em diversidade e dúvida.
Fui convidado para ser o príncipe nos Galés. Morri na entrevista.
Baiano?... Qual é a tua graça?
Stradivarus. Stradivarus da Silva.
Quem és tu? ... És nagô?
Fui príncipe das marés. Nos Galés!
Toquei tamborim pro Bob Dylan, no Benin.
Meu surdo tocou fundo, Alcione.
The One?
Não sei quem é. É da Mouraria?
Oxe, você não me conhece?
Sou o cara que namorou as gordinhas de Ondina. Usei brilhantina nos cabelos crespos, para me parecer com John Travolta.
Desde menino, sofro bullyings do meu vizinho Violino.
Stradivarus, qual Violino?
O doido que ganhou a vida no Largo. Louco, desvairado, Violino já acordava alucinado, gritando... Até para as fanfarras!
Toca Raul! Toca Raul! Toca Raul!
Olhar doce, um enigma, dois talvez. Sua beleza irradia, mas será paixão? Não sei. Preciso pensar. Saio por aí, vagando, refletindo. Quanto tempo não durmo? Remédios, preciso deles. Pensa. Será? Analisa, pergunta, pede ajuda. E se tudo der errado? Mas será paixão? Não sei. Noto o perfume, o cabelo. Ela fala, escuto sua voz. Que voz. Ela ri. Que riso. Mas será paixão? Não sei. Penso-repenso-sinto-tento-esquecer-não-consigo e ahhhh: com certeza é paixão, conclusão. Finalmente. Mas será tarde demais para isso? Não sei. Eu quero avançar, peço ajuda. Meu Deus, como pode ser tão difícil? Cansei, meus dedos não aguentam mais tocar música triste. Respira, fica perto, senta ao lado, não invada o espaço dela, mas fique perto. Está quente. Silêncio. Coração palpita, respiração silencia. Não há nada, mas há tudo. Voltamos. Despedida. Choro. Preciso falar, tento. Mando mensagem, apago. Mando de novo, apago. Desespero. Será cedo demais para isso? Não sei. Chuva. Me preocupo, mas ela é independente, conseguiu um guarda-chuva. E lá vai ela. Despedida. Choro meu, claro. Não quero que dê errado, mas se der tudo bem, para ela, claro, porque eu vou desabar. O importante é ela ser feliz, porque ela merece, ou ao menos fazer a escolha dela. No fim de tudo, amigo, a vida não é simples, nem sentimentos. No fim, somos escravos de nós mesmos e de nossas paixões. Vale a pena? Não sei. Talvez. Mas é certo que, a partir da tentativa, sempre surge um resultado, bom ou ruim. Espero que dessa vez seja bom.
Um universo, cerca de 2 trilhões de galáxias, via latia, uma infinidade de corpos celestes, planeta terra, cerca de 193 países, Moçambique, esta toda sintonia não é por uma mera casualidade, esta predestinado, tu és de todas a mulher perfeita para mim.
Pérola Negra amarte deveria ser obrigação divina, pós acoplas todas características peculiares de uma deusa.
Duas etnias, um casal, o júbilo de um mero homem por ter encontrado uma realizadora de sonhos.
Noites passadas renovando um sentimento confundido com amor, quando tudo não passava de uma sensação de segurança e tranquilidade transmitida pelo senhor que todas línguas fala, o mesmo que quando se ausenta cria uma instabilidade.
Desilusão preenche parte da alma.
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