Amiga te Conhecer foi um Prazer
Nós nos conhecemos num bar
Ela dançarina de cabaré
A noite vinha em busca de prazer
No desejo de enlouquecer mais uma vez
Seus amores à platéia da boate
Feito troféu em leilão a remate
Sempre rematei seu amor
Numa noite infinita de prazeres
No despertar de dois corpos ardentes
Seu amor não tem preço
Desapegar de uma paixão é como renascer. Passamos a enxergar a beleza da natureza, sentimos prazer em sair da rotina, curtimos o sol, a diversão, as pessoas, as mulheres... Mas o mais importante é saber e acreditar que a qualquer momento um novo amor vai chegar, despertando novos planos e descobertas de valores imensuráveis, vivendo a vida.
Se for para mudar, que seja por prazer e alegria, e não para ser o que os outros esperam de você. Não coloque a vontade dos outros antes da sua. Ninguém consegue ser a alegria de alguém sem antes fazer para a sua própria felicidade (Nelson Locatelli, escritor)
DEDICO-ME COM PRAZER AO ATO DE ENCANTAR... TORNANDO POSSÍVEL A RECEPTIVIDADE DAS PALAVRAS QUE FAÍSCAM EM MIM... VISTO-ME COM OUSADIA NO TECIDO DA INTEMPORALIDADE, COM O TOM VERMELHO DA VIBRAÇÃO... MEU ESPÍRITO É GUIADO PELO PODER DA TRANSFORMAÇÃO... DEIXEM-ME QUEIMAR... DEIXEM-ME QUEIMAR !
Amor Sem Medidas!
Quando amamos por puro prazer de amar,tudo se transforma em gestos de amor,amar é assim,não tem medida certa,apenas nos adaptamos a ele e da forma que o coração encherga,sente e vive.
SUSSURROS AO OUVIDO
Sussurros ao ouvido
Sensações quero te dar
Na paixão sentir prazer
No prazer sentir amor
No amor sentir paixão
Sussurros ao ouvido
Arrepios irá sentir
Meu toque em seus braços
Seus braços em meu corpo
Em meu corpo seu toque
Sussurros ao ouvido
Satisfação alcançarás
O desejo te levar à loucura
A loucura fazer te querer mais
E muito mais sentir desejada
É incrível o prazer que Aquele que é Santo tem de sentar ao lado do pecador e enxugar suas lágrimas, ouvir seus dilemas, espantar seus medos e sarar suas feridas.
Verdugo
Foram tantas as injurias
Foram tormentas ensurdecedoras
Que matou o prazer
Em que se deliciava
O imolado morreu,
Gritar, não é mais preciso.
Por certo, sente um vazio,
Escapou entre os seus dedos
A sua sensação mais deleitosa.
Não sofra por essa perda
Novos caminhos sempre se abrem
Para outros desatinados.
Viver de rancor é a sua bravura.
Portanto, não fique abatido,
Sua caça não será debalde.
Para os seus gritos
Outros ouvidos
Entrarão em dissabores.
E como carrasco que é
Deliciar-se-á certamente
Na perversidade que irás causar
No próximo desavisado.
O desejo e o prazer por uma nova ordem, num mundo onde as prioridades tenham mudados bruscamente, deixaria todos iguais e logo desiguais separados por novos níveis que se moldam automaticamente para as novas prioridades. Difícil dizer que isto traria prazer, pois o reflexo além do horizonte, e logo adiante, seria o sofrimento de inocentes.
"A culpa patológica faz com que a pessoa não consiga sentir prazer no presente, ficando introspectiva, triste e isolada, refletindo de forma negativa em todo tipo de relacionamento; torna-se, então, necessário deixar todo o preconceito de lado e procurar uma intervenção profissional para, assim, desemaranhar estes nós presos ao passado e se libertar dos bloqueios; romper um jugo inconsciente de uma história mal resolvida que impondo uma necessidade de punição, nos mantém escravos no império da culpa."
Viajar nos torna grandes, nos envaidece ao prazer de tornar-se ricos. Riqueza de conhecimento, de sonhos e de amor.
o maior prazer do ser humano e saber que outra pessoa em tal situação ta pior que ele isso traz uma sensação de conforto como se você não o único a passar por aquilo e que você ta bem em relação a outro...edione silva da paixao
Todo escritor é viciado no tormento da busca e no prazer de encontrar as palavras que entrevia no espaço interior, de resgatar elementos vivenciais que dormiam em algum canto ignorado da mente. Encontrar o enredo, o personagem, o espaço, a linguagem, a voz, o tom, é encontrar-se a si mesmo. Reconhecer o próprio rosto atrás das máscaras. Talvez o escritor não seja senão um camponês da palavra. Escritores são Argonautas, teimosos aventureiros em busca do carneiro de ouro - o texto perfeito."
de O Livro do Escritor
O Pai sempre espera ansioso pelo filho pródigo,mas não tem prazer em vê-lo desejando as bolotas dos porcos!
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