Amiga te Conhecer foi um Prazer
Quando ti conheci olhei pra sua mão e vi aquela aliança .No começo achei que seria só,mais um momento, mais uma aventura, daí vc chegou com esse seu jeito carente , quando percebi nã, me via mais sem Vc. Lutei pra nao sentir isso pq sabia que aquela aliança, impedia muitas coisas. Mais já Não, podia lutar, comecei a ti amar.Doia mais doia muito não,ti ter por completo. Nesse momento o que me importava agora era ti ter na minha vida. Lutei mais lutei mesmo sabendo que não era certo. Acreditei no seu Amor e lutei por nós, e achei q vc também sentia a mesma coisa.
Mais todos me avisavam, se ele fez com ela vai fazer com vc. Ria dessas pessoas e falava pra mim mesma, elas não sabem do nosso amor.
E quando eu menos esperava vc também fez comigo o que fez com ela. Fiquei martirizando o que fiz de errado? Mais na verdade o que eu achava que vc sentia por mim, não era amor era paixão e como toda paixão ela acaba. Já o amor,há o amor não enjoa, fica do teu lado na hora da TPM no momento de cansaço, quando vc tá sem vontade pra nada.
Como não percebi que não era amor ? Como
"Por que pensas tanto na tua existência quando sabes que o mais certo é que todos nós um dia morreremos"?
O intolerante é um desequilibrado, um doente. Vive mergulhado na mais profunda ignorância e ainda assim merece nossa indulgência.
Tal Qual Lima Limão
Nesta lida de faz de conta
todo o santo dia escrevo um texto.
E assim ofereço aquém
decerto eu amo.
É a árvore brotando e eu vou
degustando de cada fruto antes que ele
caia ao chão evitando que machuque
ante minha opinião.
O fruto por sua vez doce,
também pode ser agridoce,
ou mesmo azedo tal qual lima limão.
Mas a gente com muito gosto
cultiva o fruto evitando que este caia
e se esparrame pelo chão.
“Desatino
um acaso do destino
a envolver o teu coração paladino
cruel inconstância
a brincar com as lembranças
do que poderia ter sido.”
Viviane Andrade
A violência gera um interminável ciclo , e se combinada com a vingança , é capaz de não somente destruir sua vida, como também a vida de outras pessoas, que não estão sequer envolvidas com este ciclo , e assim, nasce novo desejo de vingança por parte da vítima, dando início ao ciclo novamente.
Tantos engravatados querendo se candidatar
Cada qual com um intuito a outrem acusar
Desse jabá de corrupção que pregam ao ar
Cabe a mim decidir qual menos pior votar
Pensamento do dia 03/11/2016
Sem um autoexame diário, meditação e oração, sem importar-me com a ordem que o farei preciso fechar este círculo sem início meio e fim, para continuar alcançando o que por anos vinha procurando, minha paz interior.
Compulsivo Ilusório
Um mundo de verdade, criado de mentiras
Se faz sentir a dor em seu pronunciar
Compulsivo em ser um ser utópico
De engana o coração de seu amado
Nós somos um amontoado dos nossos danos. Nossos olhos cor de terra fazem fronteira. Meu outono não combina com a sua primavera. Um cai e o outro se regenera. Um chora e o outro ri.
Nossos defeitos superam as nossas qualidades. Nossos sonhos não estão mais guardados na mesma caixa. Há sempre um conflito, você é a razão. Eu sempre perco a guerra. A emoção é a minha trincheira.
Músicas declamam as histórias que jamais contaremos a alguém. Vamos odiar e, por fim, esquecer. Talvez sentir inveja por elas durarem mais do que o nosso encontro. Um abismo de palavras não ditas nos consome. Pois não há antídoto para o silêncio. Ele é a resposta para as perguntas cujo resultado já sabemos. É território neutro. O meio termo. E sempre odiamos meio termo.
Nós somos o que ninguém viu. Os cacos do que ninguém sentiu. Há história por trás do desvio do olhar. Há contratempo nos assuntos que morreram em alguma desistência nossa. Há estranheza nas letras de canções familiares.
Eu já usei aquela sua camisa azul e você já reclamou do meu vizinho que fala alto. Há vida por trás das situações que enterramos; das peles que assinamos. Pois o silêncio também narra romances ruins.
O clímax não interessa mais quando o fim chega. Os motivos para ir embora sobrepõem o oposto. O mundo ficou pequeno para as nossas birras. O nosso enredo não atrai. Nos entediamos na mesma frequência.
Nossos nomes não estão no título de uma música do Legião Urbana. Você não estava perdido e não se agarrou a mim. Não tivemos o nosso próprio tempo, pois todo o tempo do mundo já estava cronometrado. Palavras são erros e os erros, bem, são meus.
Um dia a vida te convence de que os recomeços são necessários. Que amar demais e por dois não é recíproco. Aprende que esse tempo de que tanto falam é desleal quando quer e honesto quando pode. Percebe que o amor não é para os fracos, mas sim para os distraídos. Descobre que a vida não é essa bomba relógio cronometrada que alguns dizem.
Um dia o choro abafado no travesseiro transforma-se em sorriso bobo. E você percebe que finais felizes podem não ser tão mágicos quanto o presente. E se contenta com isso. Entende quando o sofrer passa do ponto e para de cultivá-lo.
Um dia a tempestade volta a ser apenas uma garoa fina. E, para cada sorriso seu, uma estrela brotará no céu. Aí, vai entender que nada pode durar além do sufoco da alma. Vai aprender a sentir o cheiro do perigo e ir embora. Saberá fazer as malas. Refazer a vida.
Um dia a vida te convence de que tentar acumular uma pilha de erros com alguém não satisfará a tua felicidade. E vai entender que nada que não passe de teoria merece a oportunidade de ser real. Que os sonhos são maiores que as falsas alegrias. Que difícil mesmo é ficar em cima do muro, enquanto milhares de chances preciosas são perdidas todos os dias.
Um dia você vai saber que ser sozinho não é - e nunca foi -, ser solitário. E aprenderá a viver sem grades, tanto no peito quanto fora dele. E se apaixonará pelas reviravoltas da vida, as voltas que o mundo dá.
Então, você vai encarar o passado como se não o conhecesse. Para os outros, um mistério. Para você, apenas mais um segredo.
Um dia, se o recomeço não fizer sentido, tente entender que, às vezes, é preciso juntar todos os montinhos de distrações e soprá-los ao vento. Compreenda que muitas pessoas vão se perdendo pelos caminhos, enquanto tentamos achar os nossos.
Assuma todos os riscos. Leia todas as peles. Decifre todos os mapas. Siga fazendo o melhor que sabe. Não deixe ninguém tentar modificar o que você é.
Pode levar tempo, mas você entenderá o valor da liberdade que o primeiro passo pode lhe proporcionar.
Talvez eu não te leve pra vida toda. Talvez eu te carregue como um peso na mente, até a metade do que me sustenta. Não sei. Você não é aquela cena da minha mãe e do meu padrasto dançando Elis Regina na sala pequena. Você não é a minha avó dando o primeiro passo para fora do hospital depois de uma recuperação difícil. Você não é o pai que não se despediu e foi embora mesmo assim. Você não é nada! Porque você não me conhece. Não sabe que eu tenho insônia e gosto de música clássica. Não sabe que os meus sonhos são do tamanho do mundo. Desconhece as minhas asas. Nunca saberá que a sua ausência me prendia numa cidade que seus pés mal tocavam. Você vai perder o meu próximo aniversário, assim como a formatura e a minha primeira viagem pra Ásia. Não vai saber que eu sempre quis andar de bicicleta pela Dinamarca e chorar assistindo o balé russo. Jamais vai saber que o meu coração é frágil, despedaçado, porém aberto e navegável feito um mapa. Então você será apenas uma coordenada errada. Uma saudade indesejada. Uma canção lenta no violão. Pior. Você não será. Não será nada!
Ela olhou para o celular mais uma vez.
Ela esperou um convite que nunca viria.
Suspirou. Engoliu o choro. Mexeu no cabelo.
Ela sussurrou saudade.
Ela espiou mais uma vez. Nada.
Ela queria uma confirmação, não um certificado de importância.
Ela encarou um horizonte triste.
Ela pensou na possibilidade de ser a escolha em meio a outras opções e sorriu.
Sorriu triste. Sorriu pesarosa.
Sorriu como se esperasse um dia de Sol em meio as nuvens nubladas.
Ela sorriu com os olhos miúdos protagonizando algo entre esperança e agonia.
Ela olhou para o celular mais uma vez.
Mordeu o canto da boca, como sempre faz quando está nervosa.
Inspirou. Trocou as pernas cruzadas de posição.
Ela esperou um recado tosco. Ela queria até uma piada sem graça.
E nada.
Sorriu como sempre faz. Como se fosse rotineiro não obter uma resposta.
Sorriu omitindo a culpa que era lembrar sem ser lembrada.
Ela sorriu.
Ela olhou para o celular mais uma vez.
Queria um hóspede em seu corpo.
Queria as pontas dos dedos passeando entre o seu cabelo.
Ela lembrou. Ela sorriu.
Ela olhou para o celular mais uma vez.
E bloqueou a página que trazia um rosto. Que trazia um nome.
Nome tão curto, de consequências tão devastadoras.
E bloqueou o choro.
Bloqueou o coração.
Ela sorriu.
E pensou "Vai passar. Sempre passa."
Um amigo me disse que sou viajante sem rumo,buscando meu mundo,descartando meu verdadeiro eu,escrevendo meu nada,apenas conto de fadas,mergulhado em uma vida mal amada, tentando existir,cercado do infame desejo, de um mundo inexistente, que mesmo veio a pregar,amigo tão certo,ou certo me calar.
Equívoco
Eu não te conheço
Mas vou te julgar
Já é um costume
Posso até me enganar
Mas se for um equívoco
Prometo reparar.
Te vejo de longe
E fico a imaginar
Ele é tão bonito
Mas não sabe cativar
Poderia ser diferente
Poderia agradar.
É tão antipático
Poderia melhorar
Uma boa conversa
Não ia custar
Talvez boa tarde
Só pra se entrosar.
Ele chega e não fala
Não diz um olá
É sempre tão sério
Nenhum sorriso dá
E se ele for tímido?
Não é possível! Será?
Estou cheia de dúvidas
Queria perguntar
Mas não tenho coragem
De me aproximar
E se for um equívoco?
E se eu me enganar?
Preciso saber
Acho que vou lá
Olá, boa tarde!
Como você está?
Te via de longe
Vim me apresentar.
Desculpe se por acaso
Eu te julguei mal
Isso sempre acontece
Então é normal
Mas te vendo de perto
Até que é legal!
Foi tudo um equívoco
Vi que me enganei
Você não era nada
Do que eu pensei
Agora te vendo
Eu posso dizer
Olá, bem-vindo
Foi um grande prazer!
Apenas mais uma história
Vou lhes contar uma história
De uma garota engraçada
De um enorme coração
Que falava de montão
Mas que a todos encantava.
Ela queria ser livre
Viajar, ser descolada
Então conheceu um rapaz
Que encheu seu coração de paz
E a deixou apaixonada.
Ele a fez enxergar
Que a vida passa rapidamente
Então com ela viajou
E a ela deu seu amor
E isso a deixou bem contente.
Dele ela cuidava bem
Com carinho e muito amor
Era um doce de menina
Tinha um astral lá em cima
Ela nunca reclamou.
Eles viveram felizes
Apenas por algum tempo
O destino os separou
Mas a moça nunca apagou
Aquele bonito sentimento.
Então não houve um final feliz
Afinal, sempre acontece
Quando você se apaixona
E o sentimento vem à tona
A pessoa desaparece.
Foi uma bonita história
O pouco tempo que durou
Muita coisa aconteceu
Mas ninguém se arrependeu
De ter vivido aquele amor.
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