Ame a Natureza
A felicidade é a sua natureza. Não é errado desejá-la. O que é errado é procurá-la do lado de fora quando ela está do lado de dentro.
A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.
Sabe? Quero uma brisa macia espalhando o perfume da natureza:
Quero um pensamento de paz na cabeça do mundo
Quero jogar no poço da escuridão meu pensamento ruim:
Quero da vida apenas a minha vida:
Quero cultivar o amor e a paz dentro de mim
E então quero ser a tua amiga pra sempre...
E enviar todo meu carinho, desejar dias de muta felicidade e muito amor.
Uma das coisas mais trágicas que eu conheço
sobre a natureza humana
é que todos nós tendemos a adiar a vida.
Estamos todos sonhando com algum jardim
de rosas mágico no horizonte
ao invés de aproveitar as rosas que estão florescendo
no lado de fora de nossas janelas hoje.”
Devemos tomar consciência que os direitos da natureza e os direitos humanos, são dois nomes da mesma dignidade. E qualquer contradição é artificial
O CAOS, MATERIA PRIMA
“O desconhecido é tudo que deve temer” (Ruisdael Maia)
A natureza divina de Caos é extremamente complexa, devido às mudanças que a ideia de "caos" sofreu com o passar das épocas.
Seu nome deriva do verbo grego chaíno (χαίνω), que significa "separar", "ser amplo", significando o espaço vazio primordial.
Segundo a origem platônica, o estado geral desordenado e indiferenciado de elementos que antecede a intervenção do demiurgo. (wikipedia- divindade caos )
A Matéria prima do artesão divino, princípio organizador do universo que sem criar de fato a realidade, modela e organiza a matéria caótica preexistente através da imitação de modelos eternos e perfeitos. Caos, é de certa maneira incompreensível de um ponto de vista tangível, sendo caos o vazio, o abismo, o ente, a não matéria, a inexistência de forma ou estruturas totalmente abstratas e intuitivas. Podemos vislumbrar a seguinte ideia, segundo o brilhantismo platônico, de que caos é o estado do ser antes do pensamento do mesmo, tudo aquilo que antecede a criação da forma ainda no mundo das ideias, onde as coisas perfeitas realmente existem, então para Platão, neste casos também pode ser entendido como a forma primitiva e imperfeita da projeção do pensamento, ideal e perfeito.
Faremos então uma breve analise de textos bíblicos que para fé judaico-cristã é a manifestação da metamorfose de caos, a uma forma completa e perfeita, ainda sem formação física, dentro do princípio racional de Deus, como mente desenvolvedora do universo.
Gênesis
No princípio criou Deus o céu e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
(Biblia )
Podemos entender então que o princípio é o pensamento de Deus, antes da manifestação do desejo do pensamento, vemos o Espirito atuando como parte racional, o Espirito incomodado com o estado de desordem, antecedendo o pensamento e a materialização de uma ideia do Instante iluminador e criativo, quando Deus através do verbo, a palavra diz haja luz, pode ser entendido como a vontade de Deus em organizar seus pensamentos afim de criar algo, que possa se manifestar como a luz, sendo a luz em si a energia, o desejo o calor.
O visível veio a existir daquilo que não aparece.
Os filhos de Caos segundo a mitologia grega nasceram de cisões assim como se reproduzem os seres unicelulares (mitose). Nix (Noite) e Érebo (Escuridão) nasceram a partir de "pedaços" do Caos. Portanto a família de Caos se origina de forma assexuada. Todavia, Caos seria para os gregos o contrário de Eros.
(wikipedia- divindade caos )
Tanto Caos como os seus irmãos são forças geradoras do universo, assim como Gaya, Urano e Cronos, podemos compreender como um único organismo funcionando sobre si mesmo.
Caos parece ser uma força catabólica, que gera por meio da cisão, assim como os organismos mais primitivos estudados pela biologia, enquanto Eros é uma força de junção e união, e Caos a pura expansão infinita, gerando infinitamente matéria prima para criação.
Mais Caos pode significa algo como "corte", "rachadura", "cisão" ou ainda "separação" (wikipedia- divindade caos )
. Ao mesmo modo Caos é a forma inicial, é a matéria prima, do não ser, sendo lapidada ao longo do todo universal,
nas principais crenças do mundo, através de um Criador que a partir de Caos, constitui todo universo.
Para o Egito Nun e Naunet, o caos, o oceano primordial, Heh e Hehet, o infinito, Kek e Kauket, as trevas, Amon e Amaunet, o oculto, o Buda das escrituras Pali trata como algo "vão e vazio”. (wikipedia- divindade caos )
Para os índios brasileiros identificam como Nhanderuvuçú.
A única realidade que sempre existiu, existe e existirá para sempre é a energia, a energia existia mesmo antes de existir a relatividade, antes do início do Universo.
(wikipedia- caos para índios )
A energia existia no caos sem a presença do tempo, sem espaço e sem nenhum tipo de velocidade, era o caos mas, em energia sempre existindo em si mesmo, é o que é, a ausência de forma e movimento.
Imaginem um tronco de madeira, não existe uma forma especifica do tronco ele apenas existe como tronco, porem quando o artesão começa a trabalhar o tronco, ele começa a dar forma ao mesmo, modelando os seus aspectos, inicialmente corta toda massa de necessária, depois desenha os traços fundamentais, depois talha os detalhes, e por fim o acabamento.
Mas para isso o artesão precisa pensar qual a finalidade de sua obra, projetar em sua mente a estrutura perfeita, pra circunscrever seus traços.
A madeira é a essência do tronco, e continuará sendo a essência independente da forma de arte que seja feita pelo artesão.
Do mesmo modo, quando encontra um ambiente em seu estado natural, e o transforma em um modelo organizacional, como por exemplo uma cidade ou vilarejo, a essência em si não muda, que para este caso, é proporcionar para todos os participantes um espaço de convívio melhor através de uma colaboração mutua, em outras palavra, a pura sobrevivência da espécie, em melhores condições .
Essa é a matéria prima do universo, do pensamento, da criação antes da massa e da Forma, o Caos.
A natureza nos ensina que o fruto não depende apenas do cuidado com a árvore, mas na paciência de esperar que ela cresça e amadureça.
Sou bipolar, meu amor é bipolar, tudo em mim é bipolar, até a natureza é bipolar. Você olha pela janela e vê um lindo dia de sol, coloca os pés na rua e é quase arrastado por enchentes, ventanias, etc...
“Na Natureza Selvagem”
Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.
Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...
" Ninguém pode viver coagido de sua liberdade. A liberdade é um direito que a natureza deu a todos, é um direito natural da natureza e quem for contra a liberdade está contra a natureza"
Resistir à natureza e domina-la é fazer para si uma vida pessoal e imperecível, é libertar-se das vicissitudes da vida e da morte.
Os Estados que surgem rapidamente, como todas as demais coisas da natureza que nascem e crescem depressa, não podem ter raízes e estruturação perfeitas, de forma que a primeira adversidade os extingue.
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