Ambiental
A responsabilidade ambiental começa onde termina a ilusão de que nossas escolhas desaparecem sem deixar rastros.
Parte 3: A Trilogia do Apocalipse e o Fim da Ética
A degradação ambiental é apenas o sintoma de uma ruína moral muito mais profunda. No cenário político, a ética foi completamente abandonada: a corrupção do "nosso" candidato é perdoada ou ignorada, porque a única coisa que importa é vencer a disputa. A verdade e a honestidade são sacrificadas diariamente no altar do poder imediato.
Transformamos tragédias ambientais e históricas em meras páginas viradas. Esperamos por um meteoro salvador enquanto pagamos para reviver o que está morto há bilhões de anos sob a forma de ilusões digitais.
Nem civilizações futuras, nem inteligências artificiais serão capazes de compreender a mente de uma geração que destruiu a própria casa por ganância. O colapso não é uma fatalidade abstrata; é a construção deliberada da nossa própria trilogia do Apocalipse.
*26 de janeiro - Dia Mundial da Educação Ambiental*
Como proporcionar uma Educação Ambiental
num mundo que carece de Educação Humana?
Essa pergunta não é apenas pedagógica,
é civilizatória.
Vivemos em uma era
que ensina a explorar,
mas não a respeitar;
a consumir,
mas não a cuidar;
a competir,
mas não a coexistir.
Fala-se em sustentabilidade
sem tocar na insustentabilidade
das relações humanas.
Discute-se o futuro do planeta
enquanto se negligencia o presente
da dignidade, da empatia,
do pertencimento.
A crise ambiental não nasce
no solo devastado,
nas florestas queimadas
ou nos oceanos adoecidos.
Ela nasce antes,
no empobrecimento
da sensibilidade humana,
na ruptura do vínculo
entre o homem e a vida.
Educar para o meio ambiente exige,
primeiro, educar para o cuidado,
para a responsabilidade,
para o reconhecimento do outro
(humano ou não)
como parte do mesmo sistema vital.
Não se preserva aquilo
que se enxerga como recurso.
Preserva-se aquilo
que se reconhece como relação.
Enquanto a Educação Humana for substituída
pela lógica da indiferença,
da pressa, do lucro acima da vida,
qualquer Educação Ambiental será apenas retórica bem-intencionada.
Cuidar da Terra implica,
inevitavelmente,
reaprender a ser humano.
Porque só quem compreende
a própria humanidade
é capaz de compreender
que destruir a natureza
é, em última instância,
destruir a si mesmo.
✍©️@MiriamDaCosta
Questão ambiental: o que fazer quando gente demais "tem o direito" de ser feliz se sentando numa sala que não cabe mais cadeiras?
Ou se põe gente para fora, ou aceita-se que o mundo sempre fica dividido entre os sentados e os "sem-cadeira", ou, quem sabe, se faz uma conferência da ONU para decidir como sermos justos na distribuição das cadeiras no futuro.
Desastre ambiental,
eu só vejo choro no país do carnaval,
a meio mastro astiada,
a bandeira nacional.
Planeta sustentável? hum... Até onde podemos colaborar com esse desafio de solução ambiental? Agora estão falando em “pedágio urbano", vê se pode! Ai paro para pensar no assunto e chego a várias conclusões, mas nenhuma delas definitivas: -é injusto e desigual pagar pelo o direito de ir e vir?! em contraponto a grana gerada pelo pedágio vai melhorar o transporte público e estender as ciclovias(será
? Qual a certeza?).
-Mas nós já pagamos impostos altos e o dinheiro nem ao menos é investido em transporte público; se pagarmos por isso farão valer a pena?
- o trânsito nas cidades que possuem pedágio urbano melhorou (só que essas cidades são as de primeiro mundo).
Ao final das contas gostaria de ter uma opinião neutra neste assunto (pelo menos por enquanto), já que sei ser muito fácil ir contra algo quando se mexe nos nossos bolsos. Como todo cidadão de bem o maior desejo com certeza caminha paralelo a esse tema, mas tenho sérias dúvidas quando se trata de investir em algo com a falta de boa vontade política de nossos governantes atuais. Infelizmente já investimos alto para viver aqui e recebemos muito pouco para tais investimentos. Desejaria muito que meios de produção fossem utilizados com todo o capital já colocado e não que tivéssemos que investir SEM livre e espontânea vontade por algo que consideram por nós a solução de todos os problemas. E fica a pergunta: você concorda em pagar pelo pedágio urbano hoje no Brasil?
paradoxo politico e ambiental
tudo se discute,
tudo é uma questão de ver seu ponto de vista,
o problema é sentido mais é relevante pois o progresso um ato da humanidade,
o verdade que precisamos continuar a viver.
dentro dos absurdos temos ser coniventes.
pois natureza apenas é o produto secundário, o serviço social resolve...
nos paramentos a níveis aceitáveis,
pois somos parte da natureza.
o resultado agradará a todos...
Quer curar o planeta e contribuir com o meio ambiente?
Cura-te a ti mesmo e o equilíbrio ambiental será consequência ! Receita? Substitua Egologia por Ecologia!!!
Vamos plantar idéias novas de Gestão Sócio Ambiental e Sustentabilidade, para não acabar com nosso planeta e não comprometer o futuro de nossas crianças, deixando um Planeta esfacelados.
As leis de proteção ambiental nada mais servem do que para criar mega-latifúndios privados, ora controlados por governos que defendem os interesses das corporações financeiras, ora colocados sob a tutela de fundações também financiadas por bancos (WWF, Greenpeace, etc.). Essas políticas ecológicas ambientalistas apenas alienam os bens nacionais dos povos para colocá-los nas mãos de agentes da Nova Ordem Mundial, sob a alegação, deveras pueril, de que os povos não estão preparados (leia-se: não têm direito) de garantir a proteção dessas riquezas, contra toda regra de soberania nacional dos países.
(Ebrael Shaddai, 09/12/2013, em "O sistema financeiro, a falsa liberdade e a marca da Besta" - http://wp.me/pwUpj-1ku)
Sempre respeitei e zelei pela questão ambiental, mas em tempos de pandemia agora mais do que nunca, eu sinto o poder da água em minhas mãos.
Viva a água!
Cuidemos da nossa majestade!
"A educação ambiental está sendo ineficaz, ela se choca de frente com os problemas políticos, culturais, sociais e econômicos locais!
Dentro dos municípios, a quem compete a educação ambiental que inclui novos caminhos a geração de renda alternativa, para quem está numa atividade predatória?" (Arcélio Alberto Preissler)
Diante de tantas catástrofes, sejam elas de natureza biológica, ambiental, política e econômica, estar vivo é um atentado à nossa integridade psicológica e moral. Um desafio para que saibamos o que é de fato humanidade, e onde a falta dela nos trouxe.
IBAMA, UMA ALEGAÇÃO AMBIENTAL INÓCUA !
A Ministra do Meio Ambiente deveria fazer além de estudos ambientais, um estudo aprofundado de combate à corrupção. Na Gazeta Mercantil deste final de semana, afirma que está colocando um policial federal para combater a corrupção no IBAMA.
Pobre criatura! Como se isto fosse uma decisão acertada... Imaginem se Lula resolve fazer o mesmo... Vejamos: teria que ter um Delegado (ou dois) presidindo a Câmara Federal ao invés de Chinaglia, outro no Senado Federal no lugar de Renan, outro no Banco Central, outro na Infraero, outro nos Correios, outro no BB, outro na Caixa, outros nas Estatais, outro na Petrobras, outros nos Partidos Políticos e, teria que ter um, até na Presidência do Palácio do Planalto...
E haja concurso para delegado, já que faltaria elemento suficiente para dar cobertura ao combate alvicejado pela nossa ministra, contra a corrupção instituída nos órgãos públicos. Que desculpa sem precedentes esta!
Certamente o IBAMA tem de ser presidido por alguém obediente à prática devassaladora de desproteção das nossas reservas naturais, sem conhecimento técnico do que seja um Baobá ou uma Algaroba, a fim de que as licenças, outrora barradas pelos sérios fiscais do Ibama com relação às hidrelétricas e outras obras devastadoras em termos ambientais, possam se instalar de forma mais ágil e sejam distribuídos os bônus de avanço tecnológico contra o apagão... Mesmo indo de encontro ao planeta...
Ainda bem que Chico Mendes tá mortinho... Se não morreria de um infarte hoje... Contrariedade mata mais ligeiro que bala...
Para combater a corrupção existe um caminho, e todos sabemos qual é: Cumprir as leis hoje já estabelecidas nos diversos códigos deste País de Alices...
Se a nosso ministra acha que o caminho do combate é por este lado, é uma questão de ótica ambiental.
Nossas prisões não comportam pessoas endinheiradas nem influentes. Só são presos por crime ambiental, pobres caçadores que lutam pela sobrevivência e que são detidos de forma inafiançável por causa de uma lagosta, de um colibri, de um jacaré...
Sugiro a Ministra uma mudança de mentalidade e maior leitura da história dos países que hoje são marcos éticos...
Caso não seja possível, que tal esta sugestão: mudar o nome de IBAMA para IBAMAC (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente Corrupto) que seria um órgão integrante do Ministério da Justiça, com vinculação na Polícia Federal...
E viva o Meio Ambiente destrambelhado deste País!
Taciana Lima
"É somente através de uma sólida educação cultural e ambiental do homem, e de um sério comprometimento dele com o bem estar do mundo onde vive, que será possível conter suas ganâncias e egoísmos, para podermos construir um mundo que, por ser justo e pacifico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras."
Reflexão
Na luta pela preservação ambiental não podemos mostrar só as flores...
O homem, ao preservar a natureza, está advogando em causa própria, primeiro que a natureza nunca precisou dele e nem vai precisar, segundo, sem ela o homem deixaria de existir. Assim, salvá-la é uma questão de sobrevivência.
Não podemos mostrar só as flores... Elas murcham, morrem ou se transformam em frutos, maduram e se acabam. Então, temos que saber aproveitar as sementes daquelas que maduraram e plantarmos de novo para que voltem a produzir. Para isso temos que cuidar muito bem do terreno onde plantamos e da planta que vai nascer e produzir novos frutos, reiniciando um novo ciclo de vida. Assim, temos que estar conscientes de que para termos plantas, flores, frutos e sementes é necessário termos terra de boa qualidade, água para regar, sol para iluminar, disposição para realizar o trabalho e outros fatores da natureza que serão decisivos para a nova colheita, além de políticas públicas que permitam o desenvolvimento do trabalho (e este é um dos grandes problemas em nosso País).
Portanto, tudo depende da natureza e do nosso trabalho. Natureza sadia e disposição para trabalhar, bons frutos serão produzidos e novas sementes para o reinício do novo ciclo.
Na verdade, quando alertamos que temos que cuidar mais e melhor do meio onde vivemos é em razão da necessidade de se manter a terra em boas condições de receber novas sementes e gerar nova produção de boa qualidade, para que a demanda para a nossa sobrevivência e a das demais vidas aqui existentes sejam supridas à contento.
Uma pessoa não precisa ser um gênio para entender que sem alimento, sem água, sem ar, sem roupa e um teto para se proteger, todos de qualidade razoável, não irá conseguir sobreviver.
Por isso estamos empenhados neste trabalho para a conscientização de que cada um de nós pode fazer um pouco em favor da manutenção de uma boa qualidade de vida no planeta. É um trabalho cansativo e chato, todos os dias batendo na mesma tecla e, muitas vezes, sendo tachados de eco-terroristas, desocupados, frescos e outras qualificações que chegam a ser uma falta de respeito. Mesmo assim, conscientes da nossa responsabilidade como cidadãos, estamos nesta luta e não vamos parar. Melhor fazer pouco que não fazer nada, este o nosso lema.
Concluindo, não vamos só mandar flores para os amigos, vamos mostrar esta mesma flor murchando, o fruto apodrecendo, a árvore morrendo, a água secando e/ou fedendo, o ar escurecendo e, junto, as vidas se acabando. Quem sabe assim, mais alguns resolvem se juntar ao grupo que desenvolve este trabalho de mostrar, todos os dias, que a nossa Mãe Terra chora pelo nosso desprezo, pela nossa falta de responsabilidade com as vidas que nela ainda existem.
Vamos pensar e agir mais, como disse nosso amigo Antonio Bandeira Bandeira"Qualquer um pode ajudar a cuidar do nosso planeta... o difícil é encontrar onde está "este qualquer um" disposto a encarar este desafio!
É uma fonte infantil que expressa a originalidade do ser alusente ao modulo sócio ambiental da sustentabilidade.
Mais um desastre ambiental
Nossas autoridades e a classe empresarial nunca são atingidas diretamente, pois estão sempre no topo da pirâmide. Descem apenas após o acidente, discursam, lamentam e voltam para o topo. E de lá reinam.
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