Amar um Inutil

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Quando um amigo chega, solidão faz as malas.

O homem é um composto de grandeza e pequenez, uma dualidade de gigante e de pigmeu.

Sexta-feira sua linda, eu te amo, fica mais um pouco.

“Oscar Niemeyer teve uma vida muito bonita. Foi um dos maiores artistas do seu tempo e um homem maior que a sua arte”.

Um Homem não é grande pelo que empreende, mas pelo o que executa.

Nenhum ser humano é igual a qualquer outro ser humano. Cada ser humano é um estranho __ímpar!...__"

O meu coração é um músculo involuntário e ele pulsa por você.

A face de um homem e sua propria biografia. A face de uma mulher e seu trabalho de ficcao.

Por que quero fazer de mim um herói? Eu na verdade sou anti-heroica. O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

O Brasil é um país que não é uma nação, onde a vítima é ré, e não se respeita mulher,negro e homossexual.

A história de um burrinho, como a história de um homem grande, é bem dada no resumo de um só dia de sua vida.

Ando obcecado por silêncio. Um silêncio que te permita ouvir o ruído do vento. E o bater do coração. E se possível isso que chamamos de Deus, existindo devagarinho em cada coisa. Existe sim.

Não dá para viver sem um truque. Eu me declarei morto. É uma sensação tranquila essa da gente se saber morto. Clandestino morto. Insuspeitado morto. Na tripulação do mundo já não me sinto comprometido com nada, mas continuo como testemunha do espetáculo. Não mais como cúmplice e nem vítima. Este é o meu truque.

Se fico um tempo sem te procurar é pra saudade nos aproximar.

Eu ainda não sei controlar meu ódio mas já sei que meu ódio é um amor irrealizado, meu ódio, é uma vida ainda nunca vivida. Pois vivi tudo – menos a vida. E é isso o que não perdoo em mim, e como não suporto não me perdoar, então não perdoo aos outros. A este ponto cheguei: como não consegui a vida, quero matá-la. A minha cólera – que é ela senão reivindicação? – a minha cólera, eu sei, eu tenho que saber neste minuto raro de escolha, a minha cólera é o reverso de meu amor; se eu quiser escolher finalmente me entregar sem orgulho à doçura do mundo, então chamarei minha ira de amor.

Clarice Lispector
Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Uma ira.

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Deixa eu te dizer, antes que o ônibus parta, que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado (...)

E, contudo, para cada mau há um pior.

A guerra é desatar com os dentes um nó político que não se pode desatar com a língua.

E então ao perguntar dele, ela respirou fundo, estampou um sorriso falso e começou…
É uma pessoa que eu não conheço totalmente, alguém que não posso brigar quando eu tenho ciúmes, alguém que, aliás, nem me dá razões pra isso. Uma pessoa totalmente imprevisível, que me provoca e eu não sei negar, não sei achar ruim, não sei mandar, só sei pedir, alguém que me irrita, me machuca, me dói, me intriga… Quem, sem querer, me deixa com um eterno ponto de interrogação sobre a cabeça.
Mas alguém que quando quer, quando quer pra valer, sabe roubar dez, até mil, sorrisos se precisar. Alguém que quando esquece do mundo, sabe me fazer a pessoa mais feliz do mundo. Me faz bem. Mas só quando quer.
Um enigma. Algum tipo de labirinto que me apareceu…
E eu entrei.

“Se você tiver que chorar, chore como as crianças. Você já foi criança um dia, e uma das primeiras coisas que aprendeu em sua vida foi chorar; porque faz parte da vida. Jamais esqueça que você é livre, e que demonstrar emoções não é vergonha.”