Amar um Inutil
Se você nasceu artista, não tem escolha a não ser lutar para permanecer um artista.
(...)Eu estava fazendo uma lista, mas resolvi deixar pra lá quando percebi que eu sofria um pouco mais a cada item. (...)Ultimamente eu tenho tentado cometer meus erros por mim mesma. Antes cada passo que eu dava era pensando em você, mesmo que em alguma vingança. Agora me lembrei que uma das coisas da lista era que sinto falta de fazer as coisas por você.
Você é assim, frio, desapegado, mulherengo; eu diria que você é um típico homem, por isso não te culpo. Afinal, também sou uma típica mulher, tão complicada e intensa e bipolar e mil coisas em uma só.
E ninguém entende a minha persistência na nossa história. Minhas amigas quase me matam todas as vezes que eu quase termino contigo e desisto, porque eu sem você também sou quase ! Quase completa, quase feliz, quase mulher.
O nosso maior erro é desistir antes mesmo de tentar...
Como se a covardia fosse mais nobre que um possível fracasso.
Amelie, agora com seus quase dezoito anos, agora sim, um número perfeito e ela também continua imperfeita. Qual é a graça de fazer tudo certo? Qual é a graça de ser perfeita? Não há graça alguma. E essa menina, que tinha olhos de ressaca, sabia de algo importante. Mesmo que a vida dela havia parado no tempo, conhecera os clichês como um bom e velho clichê dizia. "Depois da tempestade, chega o arco-íris".
E daí, Amelie? Todo mundo sabe que você adora tomar chuva.
" Um homem valente não é um homem sem medo; é aquele que não se deixa paralisar por sua insegurança, e segue em frente."
Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:
Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.
Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:
Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"
Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"
- "CANTA!"
Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:
- "AMA!"
Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:
- "Cala!"
Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]
Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...
... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.
Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....
Há sempre uma escolha
Há sempre um caminho que as folhas do chão vão me indicar
Que saem dos meus sonhos, do simples desejo
Que tive a vida toda de te encontrar
Ditirambo
Meu amor me ensinou a ser simples
Como um largo de igreja
Onde não há nem um sino
Nem um lápis
Nem uma sensualidade...
Era para ser um pleonasmo
"A proximidade aproxima,
a distância afasta..."
Mas em alguns casos:
"A distância aproxima
enquanto a proximidade separa,
a proximidade afasta
e a distância une..."
DIA-A-DIA
Já lutei, já chorei, já cansei...
Agora eu vivo com um sorriso constante no rosto,
Hoje eu quero mais é ser feliz.
Não importa o desgosto, a tristeza, o tempo,
Para mim vai ser sempre sol na tempestade.
De vez em quando eu deixo ser chuva, porque, de vez em quando, eu também gosto de chuva.
Vou curtir cada parte do meu dia, glorificando ao meu senhor Jesus,
Eu sou um milagre, quero amar o meu milagre...
Abraçar o tempo sem ter medo de me arrepender,
Simplesmente viver,
Certa do amor de Deus!!!
Vou trabalhar com alegria, esquecer os murmúrios, esquecer o cansaço,
Se Deus derrama as bênçãos,
Vou viver louvando as minhas bênçãos.
O meu Pai é por mim e eu quero ser por Ele também.
Estou em paz,
Com Jesus é impossível não ter paz...
Até nas loucuras da vida,
Ainda assim há paz,
Glória a Deus pela VIDA!
Aí você gasta um de seus preciosos sins e deixa pra depois mais um daqueles seus adeus, que, aliás, tem de sobra na sua bolsa de pano, sempre à mão, para casos de emergência. E eu me pergunto: você vai ficar porque está chovendo, ou está chovendo porque você vai ficar? Tanto faz. Se eu bem te conheço, basta me despedir usando a tática do me-liga-qualquer-coisa. Foi assim, desse jeito, que até hoje nenhum dos seus adeus durou para sempre.
A vida é como um pote de sorvete. Quanto mais para pra pensar nas partes que derreteram, mais as outras partes se derretem.
Eu nunca quis ser mais do que um vulto a rondar os teus refúgios. A minha timidez me ensinou a permanecer em silêncio.
Quero que a minha presença tenha a intensidade certa para que eu fique ali, guardado num cantinho desocupado do teu olhar.
Quero que tu me notes apenas pelos pequenos gestos de um amor quase escondido e que discretamente eu lanço na tua direção.
Quero gotejar suavemente, como o sereno da noite caindo no jardim dos teus dias.
Quero fazer chover alegrias na tua vida, sem fazer alarde no telhado da tua casa, e sem fazer lama nas trilhas do teu destino.
Quero misturar-me dissimuladamente aos teus sentidos para que, em tudo que tu faças, tu me sintas por inteiro, e tenhas a certeza de que estarei sempre caminhando contigo.
Quero ser a dose exata para o teu sossego e te mostrar somente o sabor das delícias do meu prazer em te amar.
Quero ser um cálice de paz na tua vida e não um porre com direito a arrependimento tardio.
Quero habitar somente os vãos do teu carinho, sem jamais usurpar os teus espaços reservados para o desfrute do teu direito de sonhar.
É que o medo e ser demasiadamente pessoal e previsível me assusta e pode te assustar. Isso não! Isso eu não quero.
Prefiro ser assim: lento, leve, suave, implícito, mas constantemente vivo no teu pensamento. Como parte invisível da tua vida, eu sou mais seu, sou mais eu e sou muito mais feliz.
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