Amar por Obrigaçao
Mesmo sendo obrigação do Estado, por que a Igreja Católica não segue o exemplo de Santa Dulce e cria hospitais para os necessitados?
Benê Morais
Quando eu te ofereço uma flor, é importante que saiba: não é por obrigação ou interesse, mas por uma intenção genuína de reconhecer quem você é. É simples: você é a mulher diante de mim — virtuosa, carinhosa, meiga, educada, sincera, verdadeira, honesta, atenciosa e justa com a vida. A flor, então, torna-se apenas um símbolo da mulher extraordinária que você é.
Procuro primeiro um amigo, sem a obrigação de ser amor, pra quem sabe me apaixonar sem pressão e amar por vontade e não por necessidade.
Eu não preciso entender, eu não preciso aceitar, mas tenho a obrigação de respeitar o meu semelhante!
Gostar de alguém não é uma obrigação, não acontece por acaso, sem uma boa razão, vem depois do prestígio espontaneamente cativado, de se encontrar alguma identificação, de ficar feliz por tê-lo por perto, partilhando de boa parte dos mesmos princípios, uma visão muito parecida de mundo, quando os bons ânimos podem ser somados ou o bom ânimo de um pode afastar o desânimo do outro, um laço imperfeito, mas muito resistente, onde os seus defeitos podem ser tolerados e as suas qualidades são mais aparentes.
Então, não pode ser algo forçado, perderia até o sentido, passaria a ser bastante inconveniente, um malefício compartilhado e nem sempre será recíproco, não se tem essa necessidade para se gostar, claro que se for o caso, melhor, entretanto, para isso, não deve ser cobrado, pois a espontaneidade é imprescindível e deve ser notável, precisa existir verdade dos dois lados neste vínculo de tanto significado ao ser correspondido entre amigos, casais, familiares e ex- desconhecidos, permitindo alguns momentos especiais.
Por fim, considerando tudo isso, enfatizo que gostar de alguém não deve ser danoso, um motivo para aceitar o descaso, um tratamento indiferente ou desrespeitoso, assim, não se aproxime de quem claramente não gosta de você, que acha que a sua presença é um fardo, que só presta atenção nos seus erros, não é necessário deixar de gostar, muito menos guardar algum rancor, porém, é preciso evitar o dissabor de ser apenas aturado, uma forma de reconhecer o próprio valor, de demonstrar um mínimo de maturidade, agindo a seu favor, preservando a sua integridade.
Certas coisas que não temos a obrigação de fazer nos torna irradiante,mas fazer aquilo que desejamos nem significa disposição,nem talvez fazer de coração,não fazemos algo sem vontade,mas sim força de vontade,vontade sem força é uma virtude cega,e assim perdemos no incontinente medo
Se tivermos uma oportunidade de fazer bem ao próximo, temos a obrigação moral de fazer, não é uma questão de escolha, é responsabilidade.
A carência se torna um defeito grave quando seu portador passa a imputar ao mundo a obrigação que ele tem consigo e não cumpre.
