Amanha Sera um Lindo dia

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Cetemque é palavra de vocabulário degradativo.


Meio que um pronome-verbo-impositivo.


Quando usado, só tem a 1ª pessoa:
eu, eu, eu.


Mas é um EU diferente.
Um tipo de acusativo mal conjugado.


Eu cetemqueio não existe.
Nós cetemqueamos é um coach triste
Seu cetemqueado, dá até pra xingar.


O infinitivo, sem sentido, seria cetemquear...
mas não há.


Em 2ª pessoa fica redundante.
É obvio que o cetemque é só pra tu.
É obvio que o cetemque é só pra você!



E em 3ª pessoa? Ele, ela...?
Ah, nesse caso a mudança seria toda radical:


Eletemque toma forma fofocal


e hiperboliza o lexical.

Em todos os casamentos que fui,
vejo um fantasiado levantar os braços
e bobeirar que sabe o mundo.


De jeito nenhum,


nunca me caberia casar assim,
com um tolo me culpando pelos próprios fracassos.


Nem por decreto,


nem a pau me calaria diante de um mascarado imundo
falando que minha mulher é inferior a mim.

Ninguém consegue adivinhar como vai ser um relacionamento, às vezes pode dar certo ou não.
O que vale é a experiência, então analise bem com quem você está.

Um coração em modo retrô só sabe amar em preto e branco.


— Jess.

Quando a educação se torna um sistema de "entrega de certezas" em vez de um exercício de dúvida, ela deixa de ser emancipadora para se tornar puramente funcional. O professor vira um repetidor de currículo e o aluno um caçador de notas, ambos presos em uma engrenagem que não estimula a transcendência.

A filosofia não é um conteúdo a ser decorado, mas uma postura diante do abismo do desconhecido.

Para a quebra das certezas que nos limitam, precisamos entender que a verdade não é um objeto que possuímos, mas algo que buscamos.

Alguém que pensa por conta própria é muito mais difícil de ser manipulado, seja por um governo, por uma rede social ou por uma inteligência alienígena.

A gente vive esperando algo
grandioso, mas se esquece do valor do simples.
Um café quente, um teto, um abraço...
São bençãos disfarçadas de
rotina. A vida nem sempre grita, às vezes, ela sussurra.
E quem escuta com o coração, entende: Tem oração antiga, se realizando em silêncio.

A verdadeira evolução, depende de uma união que não venha do medo de uma bomba ou de um invasor, mas da compreensão de que a sobrevivência de um é a sobrevivência de todos.

“Se design é arte? Sim, design é a arte de fazer um projeto excepcional.”


Mônica Fuchshuber

A vida é, verdadeiramente,
apenas um incômodo
em meio à paz na inexistência
e o descanso na morte.

Sou um peixe a se estranhar
Sou de letra, não de água
Não sou de rio, mas de página
Navego o mar das palavras,
Onde existir é viajar.

Estranho estar exausto por falhas alheias, de um lado o agressor em paz descansando, de outro eu colhendo frutos do plantio dele, apenas por não ter feito boas escolhas

“Dentro de mim há um oceano de lágrimas, como o mar, nunca transborda, nele que me afogo.”

Sentimentos intensos demais para caber em palavras ou gestos de carinho.
Um universo inteiro preso no peito, gritando em silêncio… incompreendido.
Porque, em algum momento, a vida bateu tão forte que silenciou tudo o que eu era capaz de mostrar.

Viver significa ter um olhar renovado de esperança todos os dias.

"Um Ser Humano Eminente"

Desde cedo somos ensinados que a vida é feita de escolhas e consequência, onde o mal e o bem prevalecem, fomos ensinados a religião, os costumes de nossas famílias e o trabalho exaustivo que é viver obrigatoriamente em uma instituição ou emprego indesejado. No geral as propriedades existem no homem em estado latente, somos seres únicos e pensantes, mas desde o nascimento somos privados e limitados para o que naturalmente deveríamos ser ou fazer.

⁠É um vácuo de ideias e caos que prorrompe a barreira do pensamento, é perpétuo o momento que se estingue a sensação de se estar pleno, respiramos palavras e sentimentos, guardamos artes de lucidez e imaginações, escutamos Mozart para vivenciar o eterno, excluímos filmes para conservar os livros, e mergulhamos um nos outros pra abrigarmo-nos…

Há em mim um corpo que soa como uma casa alugada, as paredes sussurram em tons frios, o chão tem gosto de despedida, e cada passo ecoa como se eu nunca tivesse chegado, prisioneira de uma liberdade que só existe do lado de fora da minha própria pele, ou de dentro ? e, ainda assim, insisto em florescer no escuro, mesmo quando o mundo não me oferece nem a luz mínima para provar que existir não deveria doer tanto.
Então sigo… como quem tateia o invisível com mãos cansadas, tentando decifrar se sou eu que não caibo no mundo ou se é o mundo que me veste como um erro de medida, porque há dias em que respirar tem textura de ferrugem e o tempo escorre lento, espesso, quase audível, como se cada segundo me arranhasse por dentro. E nesse exílio, onde até o silêncio pesa, descubro que o abandono mais cruel não é o do outro, mas o meu mesmo, quando me acostumo a não pertencer, quando a minha própria alma aprende a falar baixo para não incomodar. Mas há também uma espécie de teimosia em mim, não como esperança clara, mas como uma lembrança tátil de que, talvez, existir não seja encontrar um lugar pronto… e sim suportar, com coragem, o desconforto de ainda estar se tornando.