Amanha Sera um Lindo dia

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Só eu choro quando vejo um filme,ou um comercial,ou leio uma notícia ruim?
Só eu tenho preguiça das pessoas?
Só eu não sei o que fazer da vida?
Só eu prefiro ler um bom livro,do que ir a uma festa?
Só eu adoro a imperfeição?
Só eu sinto tanta saudade que chega a dar raiva?
Só eu não tenho a ambição de perseguir um sonho?
Só eu gosto da minha vida do jeito que ela é?
Se você também pensa que é só você por favor, me avise!

⁠Há momentos em que a melhor terapia é um café com uma amiga.

Em meu ataque a um defeito... quem disse isso...meu sol foi engolido que disse isso o único que diz algo sou eu

⁠A tecnologia deixou de ter o papel de ferramenta para se tornar um vício e um meio de manipulação.

Um coração saudável, que não se apega a nenhuma ideia, tão livre que se atreve, que perdoa, que flui, que dá sem esperar receber. Meu coração hoje.

"SUPERMENCADO"

Ainda ficou um pouco
de teu cabelo no travesseiro
de teu corpo no meu corpo
de teu cheiro
um pouco da tua colônia
em alguns vestidos meus
ficou no meu cotidiano
um gosto bobo de adeus.
Ficou um resto de shampoo
no teu frasco no banheiro
de tudo ficou um pouco
de teu jeito, de teu cheiro.
Ficaram umas coisas tuas
espalhadas pelo quarto.
Ficou teu riso marcado
na moldura no retrato.
Em tudo ficou um pouco.
Ficou nosso jogo de damas
(eu branco, você preto)
intacto no sofá-cama.
Alguns discos teus, alguns livros
na parede atrás da porta
a gravura de Dalí
e tua natureza morta.
Um pouco de teu silêncio
se espalhou pela casa
tua xícara de porcelana
verde e branca, sem a asa.
De você ficou um pouco
do trem daquela viagem
do nosso jantar chinês
da nossa camaradagem.
Ainda ficou tua letra
em alguns papéis amassados.
Em tudo ficou um pouco
na rua, no supermencado.
Ficou um pouco de você
no mar, no rio, na serra
na estrada da casa de campo
na pedra, no gato, na terra.
Ficou um pouco do teu rosto
no rosto dos meus amigos
ficaram palavras tuas
em tudo aquilo que digo.
Eu fiquei com o teu jeito
de querer falar primeiro
teu corpo no meu corpo
cabelo no travesseiro.

Mesmo se as chances forem uma em um milhão, lembre-se: há uma chance.

Sinto um vazio dentro de mim
algo que não consigo explicar
ainda penso em você

Não consigo de te esquecer
mas como você pediu
também não vou mais te fazer sofrer

Como pode alguém amar e depois querer o distanciamento?
Como pode alguém prometer tanto e depois na primeira oportunidade ir embora sem deixar rastros?

Como dizia meu grande amigo Willian Shakespeare
" Um dia você aprende que promessas não são contratos"
quem dera fossem...

Mas eu me decidi
Chega!
Vou viver meus momentos

Cada dia da melhor forma possível
quem desiste é quem na verdade perde
tenho certeza que não fui eu que saí perdendo

Agora vou dar oportunidade pra outra pessoa
Já que você desistiu da sua...

O mais importante de tudo é continuarem a mostrar um profundo amor uns pelos outros, pois o amor compensa muitas das faltas de vocês. E todos vocês sirvam uns aos outros com um espírito humilde, pois Deus concede bênçãos especiais àqueles que são humildes, mas se opõe àqueles que são orgulhosos.

Sou um caso perdido e é justamente aí que está toda a diversão.

⁠A personalidade de um homem só está madura quando ele encontra sua própria verdade.

Soren Kierkegaard
Papers and Journals (2015).

Na ultima vez que conversamos, e você me deu um abraço, e naquele abraço,
pude sentir sua energia, você tem uma aura com uma energia muito forte,
seu abraço foi para mim como um desfibrilador,
naquele momento meu coração voltou a bater,
ressucitei de meu tumulo de pedra, de onde já não sentia nada,
das feridas que se espalhavam por meu corpo todo, flores nasceram no lugar,
dos meus orgão que foram mutilados, o espaço vazio deixado por eles,
é preenchido por você, meu espírito que estava preso ao que havia sobrado,
habita agora um novo corpo, em minhas veias corre a essencia da esperança,
em minhas mãos o fogo celestial, queima todas as lembranças,
de um passado de derrotas, o vento apaga minhas pegadas,
a chuva que você pos sobre mim com seu sorriso,
lava os ferimentos de minha alma, e faz germinar em mim o sorriso de gratidão.
Antes que você existice em meu caminho, não havia um caminho,
e sem seu sorriso, não havia felicidade.
Minhas pegadas rumam ao seu coração...E as suas?
Desculpe-me, não quero invadir seu mundo, apenas quero te dar um pedaço do meu.
Sei que haverá uma nova querra, muito em breve, que provavelmente,
vai me ferir novamente, mas com você sendo minha bandeira e minha espada,
terei força para lutar contra todo o exercito das trevas,
e com você, minhas novas feridas, serão apenas um sinal,
de que a causa da minha batalha, minha bandeira você, será sempre defendida,
até a ultima gota de sangue. Aos seus pés me ponho, para te dar minhas vitórias.
Não se preoculpe se seu coração não estiver comigo, você não me fará sofrer,
simplesmente continuarei aqui caido, em eterno repouso,
com meu corpo em decomposição, tornando-se parte da terra,
até que ele se integre ao solo, e desapareça para sempre,
fazendo com que assim, meu espírito seja libertado.
Não terei nada a perder, pois antes de te conhecer eu já não tinha nada,
e sem você eu continuarei sem nada, com você só tenho a ganhar,
se estiver comigo em meu karma, terei minha fonte de energia,
se não estiver, as lembranças que tenho de você,
darão energia para meu espirito caminhar, após ser libertado de meu corpo.

O cérebro emocional responde a um evento com muito mais rapidez do que o cérebro racional.

Não me dou mais por certas mudanças.
Meus dias tem sido iguais,
e é mais um que se vai,
sem nenhuma culpa.
O mesmo sofá,a mesma música,
o mesmo copo,na mesma aspirina.
Meio morta,meio viva....
Ficou parado no tempo,
os momentos que eu queria agora.

O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.

A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?

Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.

Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?

Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".

O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.

O desejo é um sentimento muito perigoso, pricipalmente, quando desejamos o proibido.

Nos abraçamos com força e, por um instante, achei que poderíamos superar tudo. Não é estranho que às vezes a lembrança de um ato de carinho possa causar mais dor do que a de um gesto cruel?

Ele está errado ele está muito errado ele está mais errado que um arco íris de cabeça para baixo.
Mas tudo que ele disse está certo.

O tempo de uma fotografia
Não era nem ontem, e nós éramos um rostinho inocente posando para um retrato escolar. Olhinhos apertados, espertos, ávidos por ver a vida crescer. Crescemos nós. Já no mundo adulto, aquela foto da escola perdeu-se em alguma caixa parda que guarda fotografias do tempo em que elas eram reveladas. Eram aguardadas no suspense de seu conteúdo. Havia prazer em esperar. Fala-se disso:

_ As fotos ficaram boas? _ Vem aqui em casa pra ver!. Diálogos dos século passado.O mundo adulto, hoje, é cheio de pressa. Nem bem viveu-se algo, e esse algo já foi postado em alguma rede. Desfruta de uns segundos de visibilidade, para depois perder-se, em memórias cibernéticas. Será que as crianças de hoje ainda tiram fotos do tipo grupinho escolar? Todas as carinhas reunidas, professora do lado, e um fotógrafo gorducho mandando fazer xis.Não há muito tempo para esperas e aguardos. Hoje, é tudo para hoje. Será que no meio de tanta aceleração, dá tempo de se perguntar onde estarão aqueles meninos e meninas do nosso retrato escolar? Caminhos que nos engolem enquanto tentamos acrescentar alguns minutos à mais nas nossas horas corridas, e lá se foram os nossos primeiros melhores amigos.

A que se presta esta nostalgia? Serventia prática, nenhuma! Pensamentos miúdos não se prestam. Eles prezam. Prezam alguma coisa de valor que vai se perdendo pra não se perder tempo, e que podia ‘não’.

Podia-se não perder contato com as pessoas queridas.Podia-se responder os e-mails com muito mais palavras.Podia-se telefonar ao invés de encurtar tudo por sms.Podia-se ganhar da preguiça e chamar amigos pra um jantarzinho.Podia-se ultrapassar o tédio e organizar uma viagem.Podia-se fazer mais visitas, pra se ver ao vivo e à cores.Podia-se escrever uma carta, pra lembrar da própria caligrafia.Podia-se largar mão de artificialidades e conversar com mais vontade.Podia-se deixar pra lá a vaidade, e expor os sentimentos com mais verdade.Podia-se deixar o orgulho de lado e procurar reacender os afetos congelados.Podia-se dar um tempo aos formalismos das relações, e sair por aí, abraçando os outros,beijando os outros, olhando nos olhos dos outros…

Podia-se redescobrir aquele amigo, daquele tempo, e surpreender…

Em meio à tantas metas e prazos, a gente sabe que é na companhia do outro, na intenção e na atenção dedicados à amizade e ao encontro que a vida faz sentido. Sem perder tempo com as miudezas que importam, perdemo-nos todos. Perdidos e acelerados, periga que um dia, a gente não se ache mais.

‘Ultimamente têm passado muitos anos.’

Não me peça para fazer um poema...
hoje eu estou feliz.