Amanha Sera um Lindo dia
Síntese Nossa em Minha Sinopse
Sinto-me fraco,
Síndrome da falta,
Porto um vácuo,
Uma pausa na pauta.
Estagnado em minha lauda,
A cobertura sem a cauda.
Ouso escutar a cantoria,
Ouço executar a sinfonia,
Simpática força que culmina.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Sou sua serifa,
Tu és minha haste,
Me mantém proporcional,
Irracional em minha arte.
Não escrevo mais
O que vem da inspiração,
Pira-me a tua tenaz convicção.
O diário está mudo,
Nada mais me diz,
Fui criado graúdo
E a grafia não condiz.
Mas antes de ontem
Se antecipou,
Hoje é a conseqüência
Do que passou
E também somou
E tão bem semeou.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Sente-se agora,
Sinta-se com vontade,
Sossegue e levante sem alarde,
Ainda não é tarde
Para aliar, para obter, para habitar.
Sinto-me Senhor
Da minha própria sorte,
Síntese nossa em minha Sinopse.
Poderia ser um índio anônimo,
Impetuoso em seu frenesi,
Mas consagrou-se como São Gerônimo,
Salvador dos Apaches, protetor dos colibris.
Presentearam-no com usura,
Na fúria que se sucedeu,
Vinte anos de clausura,
Por um crime que não cometeu.
Gerônimo
(Nos Estados Banidos da América
a Narrativa de um Nativo Americano)
Poderia ser um índio anônimo,
Impetuoso em seu frenesi,
Mas consagrou-se como São Gerônimo,
Salvador dos Apaches, protetor dos colibris.
Cravejou bravamente tua adaga,
Nos que violaram teu brio.
Ele não foi um índio anônimo,
Ele tinha um nome, Gerônimo !
Presentearam-no com usura,
Na fúria que se sucedeu,
Vinte anos de clausura,
Por um crime que não cometeu.
Colonizador ávido em louros,
Gerônimo perdido em apuros.
Nas Planícies erigiriam condomínios,
Ceifaram os espíritos de sua linhagem,
No deserto levantaram um cassino,
As Doutrinas escoaram pela margem.
Porventura não tornou-se um engano,
A narrativa de um nativo americano.
Toda vastidão de uma peleja épica,
Ocorrida nos Estados Banidos da América.
Ele não foi um Índio anônimo,
Ele tinha um nome, Gerônimo !
Atracou-se com um amigo,
Que a seguia onde fosse,
Deu-lhe um nome especial,
Batizou-lhe de Pliê,
Seu balão, sua posse.
Simplesmente um pássaro
Que não podia voar,
Raramente se queixava,
Se empenhava em insistir,
Particularmente, nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Angelizando
Lábios se abrindo,
Olhos lagrimando,
Ao despertar
Com um brilho emanando.
Frente a mim fitou-me,
Precipitando a atração,
Foi confundir meu tramite,
Provocando-me palpitação,
Fez confluir extravagante,
Incendiando minha inquietação.
Angelicou-se
Ao angelizar,
Num plano angélico
A nos rodear.
Apaziguando minha quietação,
Implacáveis precauções,
Conduziram-me a energização,
Facilitando as aspirações.
Especulando o espetacular,
Corriqueiro, peculiar,
Geralmente infernizando,
Singularmente angelizando.
Angelicou-se
Ao angelizar,
Num plano angélico
A nos rodear.
Ter sensibilidade
em um terreno brutal,
é caminhar na linha tênue
entre o sofrimento
e a libertação.
Na Terna Brandura do Cárcere
O Último Avo de um Amor Extinto
Em qual formato desconexo,
Depositamos desta vez,
Encharcadas expectativas ?
Quão afastados de nós mesmos
Pudemos chegar, sem ferimentos
Graves ou pesares terminais ?
Vislumbres precisamente balizados,
Experimentos da farta engrenagem,
Tudo estaria certo, exceto por nossa
Irrecuperável disposição à auto sabotagem.
Falências agendadas
Com antecedência,
Decompostos em
Nossa compostura célebre.
Resta-nos septos pútridos,
Hábitos promíscuos
E a terna brandura do cárcere.
Arrepios raivosos percorrem
Cada processo das vértebras,
Pálpebras aplaudem frenéticas,
Cãibras confirmam o torpor faminto.
(Se por um acaso,
Nem todos quisessem)
Viver para sempre
Desprenda-se,
Da ideia de
Céu E Inferno.
Descole-se,
Do Paraíso,
Tártaro ou
Repartição,
Satisfação ou
Punição perene.
O maior triunfo,
Que podemos obter
Com a Morte,
É o fim,
Definitivo,
Da Estupidez.
Quase um Bóson de Higgs
Admito aqui,
Diante deste
Colisor de Hádrons,
Uma ampla pretensão,
De exclusivamente embriagar,
Os espaços vagos
Em minha mente,
Com majestosas imagens;
De um vívido passado,
Prum suposto futuro,
Descompromissado.
Que de anteontem
E do instante-em-diante,
Tudo seja presente.
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