Amanha Sera um Lindo dia
''Cada passo dado, por menor que pareça, nos aproxima um pouco mais do nosso objetivo. E mesmo nos momentos mais sombrios, devemos lembrar que a luz da esperança jamais se apaga. Com fé, coragem e determinação, podemos enfrentar qualquer desafio e emergir mais fortes do que nunca. Então, que jamais desistamos do que almejamos, pois a vitória é sempre possível para aqueles que persistem.''
Raphael Denizart
"Com o passar do tempo, na vida, enfrentamos uma série de desafios, cada um representando uma escada a subir. Às vezes, essas escadas parecem íngremes demais, e o caminho à frente parece incerto. No entanto, é importante lembrar que cada obstáculo superado nos fortalece e nos prepara para os desafios futuros."
Raphael Denizart
''Imagine um mundo, onde a solidariedade, empatia e compreensão fosse mútua. Onde a diversidade é a nossa maior riqueza e a compaixão é a nossa linguagem comum. Onde não haveria espaço para o preconceito, pois entendemos que cada pessoa merece respeito e dignidade, independentemente de sua origem, cor, gênero, orientação sexual, ou qualquer outra característica. Onde as pessoas são valorizadas por quem são, não por estereótipos ou preconceitos infundados. Onde todos são livres para serem autenticamente eles(as) mesmos(as), sem medo de julgamentos ou discriminações. Mas sabemos que não podemos mudar o mundo da noite para o dia, mas podemos começar agora, com pequenos atos de gentileza, compaixão e inclusão. E juntos, podemos construir um real futuro mais justo e igualitário de verdade, onde todos tenham a oportunidade de prosperar, independentemente de quem são ou de onde vêm.''
Raphael Denizart
Ao olhar para trás, e vê um caminho pontuado por tentativas frustradas e erros cometidos. Mesmo quando o cansaço bate à porta e a vontade de desistir se faz presente, você se agarra à esperança e à convicção de que cada esforço vale a pena. É como se dentro de nós ardesse uma chama inextinguível, alimentada pela determinação e pelo desejo de alcançar nossos objetivos sonhos.''
Raphael Denizart
''A vida é um constante jogo de tentativa e erro, onde cada falha é uma lição e cada obstáculo é uma oportunidade de crescimento. A estrada para o sucesso é pavimentada com dificuldades, mas é também revestida com gratificação de saber que cada passo adiante é uma conquista pessoal''
Raphael Denizart
''Explore os abismos sem medo de errar, supere os desafios com tenacidade, erga-se como um titã, pois na epopeia da vida, a coragem é a luz que dissipa, queima e perfura a escuridão, rompe as trevas, e nos guia rumo ao grande triunfo da vida''
Raphael Denizart
''À medida que celebramos nossas pequenas e grandes vitórias, cada momento de alegria se torna um testemunho da resiliência humana fortalecido na fé, e assim alimentando as chamas da esperança dentro de nós, e fortalecendo nossa crença inabalável, no destino grandioso que o sucesso reserva."
Raphael Denizart
O amor verdadeiro é um laço profundo, essencial nos dias de hoje, onde muitos relacionamentos são descartáveis. A fidelidade vai além da traição; é um compromisso emocional. O respeito é reconhecer a individualidade do outro, enquanto a compreensão abre caminhos para a empatia.
Construir uma relação sólida exige esforço e dedicação. É preciso abandonar a superficialidade e investir no crescimento mútuo, enfrentando desafios juntos. O amor é coragem, uma escolha consciente de cuidar e cultivar. Que busquemos esse amor profundo, que respeita, compreende e constrói. Esse é o amor que realmente vale a pena.
Raphael Denizart
"Em um mundo onde tudo é descartável, ser amado com verdade é um ato de resistência; quem valoriza esse amor, cultiva o que há de mais eterno no efêmero."
Raphael Denizart
Como é possível que um pedaço de papel – uma carta, uma foto, um bilhete, um esboço, uma pintura – se transforme de repente ao ser colocado entre quatro pedaços de madeira sob um painel de vidro? O que significa impor limites permanentes a momentos passageiros? O que isso diz sobre a humanidade, o fato de nos darmos tanto trabalho para congelar memórias específicas, de dedicarmos tanta energia para capturar e preservar os "minúsculos detalhes" de nossas vidas?
É mais um dos grandes mistérios da vida que a tristeza e a alegria possam coexistir de forma tão harmoniosa.
Todos nós erramos. As vezes nos culpamos excessivamente por um erro cometido. Erros acontecem a todo momento. Não se culpe, aprenda ver o erro como um grande professor que nos alerta quando estamos no caminho errado. Corrija a rota, levante a cabeça e siga em frente.
Gratidão é um sentimento capaz de encher os nossos corações de energia, satisfação pessoal e paz interior. Crie o hábito de agradecer sempre. Garanto que coisas incríveis acontecerão em sua vida.
Branding não faz milagre. Partimos do princípio de que você possui um bom produto e que está disposto a fazer aquilo que precisa ser feito. De nada adianta ter uma estratégia de marca se você não consegue tirá-la do papel.
Você não constrói uma marca, você constrói um relacionamento de confiança com as pessoas e são essas pessoas que constroem a sua marca.
Como eu gostaria de ter um amor,
Mas um amor forte, amor sem pudor.
Bem la de dentro com toda forca.
Nao quero uma amor comum, mas um amor
verdadeiro e diferente
aquele que arde no fundo da alma
aquele amor que voce nao quer saber nem mesmo de ti
Mas so de amar e amor
Talvez um amor louco,mas o louco amor nao faz sentido
sabes, mas este e o o amor que quero
aquele amor vivo e que me faca viver
este e o amor que quero!
CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.
"O mundo é uma biblioteca. Pois cada ser é um livro. Com histórias desencadeadas conforme o ninho."
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
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