Altar
“O verdadeiro descanso da alma é encontrar-se com Cristo todos os dias - no altar, na Palavra e na esperança.”
Quando sabemos que nosso irmão tem algo contra nós, devemos deixar a oferta diante do altar e buscar a reconciliação. Não podemos permitir que alguém fique ofendido conosco; no entanto, se a reconciliação não for aceita, devemos seguir em paz com nosso relacionamento com Deus.
Meu corpo um altar
Um templo de luxúria
Esculpido com o aroma do pecado
Moldado com as delícias do prazer
A cada curva, em cada detalhe
Minucioso, discreto, provocante
Te fazendo ir além dos teus sonhos
Apenas para tocar-me.
Seu coração é o seu altar, onde você deposita nele, o melhor de sí, seu encontro com o poder superior é pessoal, e nunca vá de mãos vazias. Porque Ele conhece tudo sobre você. Não agrade homens, porque eles te abandonam e te julgam.
As pessoas trocaram de messias...
Ele virou um "bezerro de ouro" no altar do templo.
Idolatrado como mito.
E como ovelhas perdidas que não se encontram jamais
As pessoas trocaram de messias
Esqueceram de Jesus
E continuam com olhos cerrados
Arma em punho...
Deus é mais!
A Dopamina é a Chama; A Acetilcolina é o Altar
A Dopamina é o fogo prometeico. Ela é a força que nos arranca da cama, o sussurro que diz "vá além", a fome pelo invisível e a coragem de cruzar oceanos. Sem ela, a humanidade ainda estaria nas cavernas, paralisada. Ela é a poesia do vir-a-ser, a energia do desejo. Mas o fogo sem controle consome a casa. A dopamina pura e sem freios se transforma em um labirinto de insatisfação crônica, onde o topo da montanha nunca é suficiente, e o homem se torna um escravo do próximo segundo.
A Acetilcolina é o altar que protege a chama. Ela é o freio divino, o retorno para casa. É a substância que diz "fique aqui, contemple, sinta". Enquanto a dopamina busca o horizonte, a acetilcolina profundiza as raízes. Ela é a capacidade de ler a mesma página três vezes e extrair dela uma nova alma; é o silêncio necessário para ouvir a própria intuição. Sem ela, nós não viveríamos a vida, apenas a consumiríamos.
Em nosso altar mesmo não sendo tão particular é ideal ao nosso querer que se importa com o coração;
Quero que mude para cuidar do meu pobre coração que se faz tão pródigo;
Quando menos pensei que não habitava espaço em meu coração, pude perceber que só não cabia você como cabia todo o seu amor;
Nos seus sentidos eu fui sensações intensas com gotas que escorre pelo seu corpo para me achar e perder os seus sentidos;
Não quero te levar ao altar para te fazer promessas incapazes de serem cumpridas nem com detalhes derradeiros dos sentimentos;
Pois você dá cor ao meu céu mesmo quando não compreendo o sentido do por que fazendo-me pensativo à razão;
Meu coração grita ao silêncio do meu exterior que lembra da ausência que você me causa;
Não permito me encabular com os desarmes que a vida nos pôs para dificultar nosso encontrar;
Entendo que o seu coração não é um jogo para brincar de forma estúpida, mas sim um altar onde devo exaltar e contemplar;
Como rainha, o seu sorriso ilumina todo o altar, pois o seu reinado é o coração... De todos que a ama;
Malandro, desce do teu altar de vaidade…
No palco escuro da vida, onde o orgulho é ator, dança o malandro, confiante, num delírio sedutor.
Crê que o sangue de sua linhagem carrega a centelha, que apenas na sua casa nasce a chama mais velha.
Mas o mundo, vasto, ri dessa pretensão miúda, pois a sabedoria não se prende à herança desnuda.
Não é o ventre solitário que molda o engenho, nem o berço dourado garante o desenho.
Há estrelas em vielas, há luz em becos sombrios, há mentes que florescem mesmo entre os desafios.
Quem se vê dono do gênio, numa vaidade tão vã, esquece que o universo cria mais do que uma manhã.
O vacilo é pensar que a sorte tem endereço certo, que o brilho só repousa no teto do mais esperto.
Mas o destino, astuto, tece fios imprevisíveis, e a inteligência floresce em terrenos impossíveis.
Assim, malandro, desce do teu altar de vaidade, o mundo é vasto, e a vida, cheia de diversidade.
Nem só tua mãe, entre todas, concebe a centelha, pois o cosmos gera gênios sob qualquer telha.
Sou do tempo que se pedia a mão da mulher amada em casamento, levava ela ao altar de Deus e só depois levava para a cama.
A culpa pode até te livrar de um casamento frustrado no altar, mas em compensação ela mostra quem ela é com uma íntima união no cartório
