Almas Gemeas que se Separam
A santidade é apenas o tempero que deus usa. Deus é uma velha gulosa que só aceita as almas mais espiritualizadas porque as mundanas dão azia.
Deus é aquela avó que nunca está satisfeita. Ela ignora o resto do buffet e vai direto nas almas mais espiritualizadas, porque, depois de bilhões de anos, o paladar divino ficou exigente demais para qualquer coisa que não tenha gosto de nirvana.
Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.
Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Pregamos uma mensagem que é propagada por amor às almas, cujo poder liberta, cura e salva. Jesus Cristo é o Senhor!
Nascemos neste mundo para adorar a Deus e para ganhar almas para o Reino dos Céus, quanto as demais coisas elas serão acrescentadas na caminhada. Mas o objetivo de estarmos vivos é uma só: proclamar o evangelho de Jesus Cristo, pois aqueles que se arrependerem de seus pecados e tiverem fé serão salvos.
Em ordem de prioridade, nascemos primeiro para adorar a Deus, depois para ganharmos almas para o Reino dos céus e em terceiro lugar para alcançarmos as bênçãos terrenas.
O homem pode até usar os dons e talentos
que Deus lhe deu para ganhar milhares de almas, mas suas obras não poderão garantir a salvação da sua alma. Ter fé em Cristo e andar em obediência são condições necessárias para entrar
no Reino dos Céus.
Quando as almas conversam elas não emitem nenhum som, olhos marejados de alegria a verdade ilumina, transborda emanando o verdadeiro amor.
Existem almas que Deus criou mais fortes para que
os outros nelas possam apoiar-se.
Acredito fielmente nisso!
Sentimentos desencontrados, duas almas pelo tempo assim como o dia e a noite quando sonham estão de mãos dadas quando acordam jã estão perdidos.
