Alma do Guerreiro

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Consciência universal também é:
Aquilo de mau que até alma ruim não faria e aquilo de bom que almas boas certamente fariam.

Existem amores que não querem durar, apenas incendiar a alma, como uma ária final que explode antes do fim.

A tempestade pode ser inevitável, mas a serenidade é uma decisão.
E quando a alma decide repousar em Deus, o trovão perde força, o medo se cala e o coração se torna casa firme...ainda que o mundo lá fora desabe.

Superar não é fingir que não doeu.
É aprender a colocar as coisas no lugar certo dentro da alma. O que é peso, a gente entrega a Deus; o que é lição, a gente guarda; e o que é amor, a gente deixa florescer outra vez.

Há dias em que o espelho da alma reflete mais do que o rosto... mostra o peso das escolhas, as pausas, os caminhos que pareciam promissores e acabaram em silêncio.

No fundo, o luto é só o amor tentando aprender a respirar sem o corpo, mas com a alma inteira.

A dança cura porque devolve o corpo à alma:dançar é alinhar o coração ao pulso invisível do universo.

Quem ganha uma alma alegra o céu; quem forma um discípulo expande o Reino

O desgosto é um silêncio pesado dentro da alma. Não grita, mas corrói devagar. É o choque entre o que esperávamos e o que a vida entregou, uma ferida que não sangra por fora, mas exige do coração uma força que ele nem sempre estava pronto para dar. O desgosto não é apenas um sentimento — é um peso que o corpo inteiro aprende a carregar.

O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.


O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.


Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.


Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.


Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.

O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.


Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.


Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.


O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.


A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.


Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.


E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.

"Viver é sobre olhar para o corpo cansado, a alma faminta e vestir o manto da esperança todas as manhãs... e então, descobrir que nosso sagrado ofício é buscar forças e motivos, para realizar esse ritual todos os dias, até o último suspiro, para que a alma não definhe. "

Se queres meus sentimentos então te despirei a alma para que seu coração não esconda com as vestes da alma;
Depois te levo ao infinito do amor com a inocência de um menino para afogar a vontade de se perder entre nós dois;
Com minhas certezas roubarei um beijo teu para que você me prendas em teu coração e não queiras a liberdade, pois suas independências querem minhas atenções;

Mas a minha alma fora dominada pelas tuas caricias e o meu coração entregue de bom grado para vossa alteza;
Curvar-me-ei para cortejá-la e protegê-la de todo tormento pelo falta de ética no qual se posta pela inveja insensata;
No entanto as minhas esperanças são portadora da imortalidade e do meu coração que agi com clareza e certezas;

⁠A poesia é a alma
do poema,
o poema é o corpo
que tudo pode
e quem escolhe é você.

O poema pode ser
escrito ou pode ser
tudo aquilo que você quiser,
ou simplesmente não quiser.

Poesia é subjetivismo,
e sem subjetivismo até
o poema não faz sentido.

A poesia só existe
se você ler e entender,
e sem os teus olhos
a poesia nunca irá existir.

(Poesia e poema têm
o compromisso de coincidir).

⁠Elegia

Sentir na profundeza
d'alma o impulso
que leve a uma Elegia
é uma experiência
de quase-morte
para quem é poeta.

Ficar triste e estar
de braços dados
com a morte são
os únicos apelos
para descarregar
o fardo dos lamentos.

A Elegia num sentido
mais amplo é todas
as vezes que sinto
e escrevo reclamando
com o destino o fato
de não ter você comigo.

Sem a compreensão
da morte e da tristeza,
e sem lamentar por não
ter você nunca será
possível escrever
uma Elegia com exatidão
de corpo, alma, poesia e todo o coração.

⁠O meu aroma noturno
de Orquídea Brassavola
misteriosa e cítrica
entra na janela d'alma

Para ter pôr em festa
de gala em companhia
da poética Via Láctea
durante o céu aberto

Você me ama de frente
para trás, de trás para frente,
e sobretudo por dentro.

Por mim tens devoção,
paixão alucinada e amor
de perdição a cada momento.

Amaranto das Américas
em grãos ou em flor,
Para alimentar com
amor o corpo ou alma
com toda a poesia
que por esta terra há
existirá e não passará,
para você assim sou,
Porque criei raízes,
e de ti jamais eu vou.

As auroras em baile
fazem companhia
ao coração e a alma
que nessa travessia
sem data marcada,
mas num pacto
íntimo com o tempo
elegeram primeiro
render a existência
de inefável maneira
ao Rukun Negara
por uma vida inteira.

Alma que se expande
e no coração floresce
a sublime Bunga Raya
para que nada distraia
sutil revela seguir com
união a Rukun Negara
que cada pétala leva
e faz a vida renovada.


Tudo começa pela fé,
respeito com quem crê,
É Deus ou Deus sempre
com todos e com você.