Alma do Guerreiro
“Todo esforço é contagiante… talvez porque a alma reconheça quando alguém decide não desistir. E, sem perceber, a gente começa a caminhar também.”
O Vazio Exorbitante da Alma
Não há berço vazio a chorar na casa,
Nem a sombra fria de uma dívida que arrasa.
O mundo vê a pele que não sangra, limpa e sã,
E pergunta à alma: "De que sofre, ó artesã?"
Pois onde não há perdas visíveis, nem tragédia,
O sofrimento parece uma comédia, uma lenda.
Mas a dor que me habita é a do invisível laço,
Um grito que não ecoa neste vasto espaço.
O Choro Sem Filho é o Choro Pela Luz,
O desejo de ser porto, e não a cruz.
É o luto pela forma que o amor não me alcança,
A eterna espera por uma real aliança.
A Dívida Ausente não alivia o meu fardo,
Pois devo a mim o afeto que me foi negado.
Devo o calor que a frieza do dia a dia esconde,
O eco vazio da pergunta: "Onde? Onde?"
É o sentimento em chama, o apego a se rasgar,
A fome voraz de ser aceito, de pertencer, de amar.
A necessidade que pulsa, crua e exposta,
Por uma presença que nunca me foi aposta.
E por trás do sorriso que a vida me empresta,
A frieza diária me veste e me orquestra.
Mas o silêncio é o manto onde a dor se aninha,
A falta exorbitante que me faz só, e só minha.
Quando encontra o caminho da alma, os ventos sopram com calma, a natureza sorrir e torna-se leve o existir. (Lorenzo Li)
Meu neguinho
Queria que vc entrasse em minha mente, dentro de mim, no meu corpo, na minha alma pra vc ver o que tenho planejado no futuro pra nós
Você não estava nos meus planos, mas você é o melhor plano que eu poderia ter. 😍
Te amo vidinha e
É tão gostoso tudo isso que chega dar um friozinho na barriga
🥶🥰
Minha inspiração diária
Saudades
A Alma e a o corpo!
Estava andando a toa neste mundo de meu Deus!
E senti uma saudade dentro deste peito meu!
Tentei voltar la no tempo em tempos que não são meus
Pois eram tempos de outros que ainda nem nasceu...
Vidas vividas por outros que em tempos foram meus
Pois na vida que hoje vivo trago lembranças dos meus
Caminhei tantos caminhos! Tanta vida eu já vivi
Para chegar aqui hoje! E sentir o que senti...
Para muitos não existem outras vidas, afinal
Para mim são só lembranças que não me fizeram mal
Pois mesmo em vidas passadas! Muito amor eu já vivi
Mas trago hoje no peito um grande amor para ti
Pois se pensa que estou vivo? Pode ser que já morri...
Pois já morri tantas vezes e em outras eu renasci
Pode ser que este eu hoje, em seu coração já vivi
Mesmo que seja descrente neste nosso renascer
Sei que traz dentro do peito lembranças que ao nascer
Foram ficando patente, conforme vosso crescer
Para rimar as palavras terei que te esclarecer!
Que nesta vida se nasce, mesmo depois de morrer...
Vou ficando por aqui! Minha mensagem eu deixei
Tentei te dizer na alma das lembranças que hoje tens
Pois se amar de verdade! E este amor te acompanha
Mesmo que seja no hoje outra alma em campanha
Fica gravado na alma e este amor não te abandona
Para fechar estas rimas! Deixo-te no amor de Deus
Uma palavra de carinho! Carinhos do peito meu...
(zildo de oliveira barros. 10h12min 20/10/11)
Preocupe-se sempre com voce e com
seu bem estar. Cuide da sua alma,
do seu coraçao, dos seus pensamentos,
e nao se importe com o que pensam a
seu respeito, porque o que pensam
de voce nao faz diferença, o que
conta mesmo é voce, sua auto estima
e o que Deus sabe de voce.
Não ignore o que atravessa a sua alma como se fosse o ar adentrando os seus pulmões. Não ignore a sua intuição quando ela lhe pede para parar, ou seguir, dizer sim, ou não.
Não ignore os sinais, que igual aos sinos das catedrais, então gritando dentro de você.
Ouça o que o seu coração tem a dizer.
Nildinha Freitas
Havia uma mulher que vivia sobre um palco. Ela não caminhava pelas ruas da alma alheia como quem busca encontros, mas como quem encena. Seus gestos não eram diálogos, eram ensaios.
Suas palavras vinham com pausas medidas, silêncios calculados e olhares coreografados. Vivia para ser vista, não para ver. Queria aplauso, não presença.
Precisava de plateia, não de vínculo.
Não queria suas máscaras e ornamentos, Eu queria sua alma desnuda, até seus ferimentos. Eu poderia suportar sua dor e regulamentos, Mas você fez brotar em mim tantos pressentimentos.
Amar ao que se faz é sentir prazer em desempenhar uma função. Colocando alma, cuidado e intenção em cada detalhe.
Não sigo padrões formatados por sistemas arcaicos que aprisionam a alma com viseiras e rédeas. Há poderes que moldam mentes adormecidas, e talvez seja assim para evitar um colapso cuja verdade muitos não suportariam. Há seres humanos que caminham em círculos sem saber, culpando o mundo por não encontrarem saídas que existem apenas dentro de si.
A humildade descortina a porta que leva à liberdade. Dá licença à alma para surgir "sem máscaras, sem pressa, apenas o que é verdadeiro". Quando "sabermos curvar-nos sem nos considerarmos superiores", vestimos a "pura liberdade" de sermos autênticos e de saborear a existência nos mínimos gestos.
Dollber Silva
🎶 Madrigal Romântico — “O Silêncio do Amor” 🎶
[
Tudo que é dito pelo silenzio,
a alma entende, o amor consente,
é chama mansa, é luz serena,
que arde e não se apaga em mim.
Te busco no sopro da brisa,
no rumor do mar, no jardim,
onde teu nome repousa
feito flor no meu existir.
Ah, meu amor calado,
tão vivo, tão dentro de mim,
que até o céu, enamorado,
se cala só pra ouvir-te assim.
E quando a noite respira,
meu coração te diz sem som:
no silêncio, o amor suspira…
é eterno o teu nome, meu dom.
Cântico Para Ti.
A tarde se vai, plena de lembranças tuas, invade m'alma,
Como um renascer de uma primeira ascendente ,
A ouvir a voz que segue no ritmo belo e pleno,
Iguala_se como o florescer de um lírio de amor e paz.
Sentimento cá em mim, floresceu,
Qual semente plantada com meigo acalanto,
Oh, meu amor, teu olhar singelo e doce, a florescer,
Como orvalho matinais, como um sol resplandecente.
Mas os ventos alados, levou_te de mim,
como nuvens que passam, em singela e morna tarde,
deixando teu olor no ar meu, a borbulhar nesta saudade.
Hoje olhei e reguei nosso lírio, nesta dor em meu ser,
olhei o céu de cor azul, embacando meu olhar,
ouvi o canto do passaro, em tons sensíveis a perguntar_me!
O quer que há? Vim cantar para ti, minha flor.
