Aline eu te Amo

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⁠"Quero um amor que não precise gritar para ser eterno.”
Eu quero chegar a essa fase de quando você mora com seu parceiro, onde ambos são estáveis, há viagens, cozinham juntos, vão ao supermercado ou às compras, suas roupas estão ao lado das do outro, dormem à tarde sempre que podem ou deixam espaço um fim de semana para passar juntos, onde se sente um alívio sair do trabalho porque você está a caminho de sua casa e lá está a pessoa que te faz mais feliz, onde o amor parece sem fim.
Eu não quero só flores ou palavras bonitas… eu quero aquele amor que fica. Aquele que mora comigo, que divide o cobertor e os sonhos. Que cozinha comigo numa segunda-feira qualquer, que sorri no meio do caos só porque estou ali. Quero as roupas misturadas no armário, os olhares cúmplices no supermercado, o silêncio confortável no sofá. Quero sentir alívio ao sair do trabalho porque estou voltando para casa… e lá está meu porto seguro. Um amor leve, mas firme. Simples, mas imenso. Que não precisa gritar para ser eterno.
Esse é o amor que eu quero. Esse é o amor que eu escolho. Eu não sonho com luxo, eu sonho com paz. Com aquela rotina a dois que parece simples, mas vale o mundo. Sonho com voltar para casa e saber que lá tem alguém que me espera, me entende e me escolhe todo dia. Alguém que vai ao mercado comigo, que divide a louça e os planos. Que me dá colo no cansaço e me faz rir no meio da bagunça.
Eu só quero isso: amor que mora, que cuida, que fica. Porque, no fim, o que a gente mais deseja é se sentir em casa dentro de alguém.

"Eu não quero um amor que venha só nos dias bons, nem que encante só com palavras eu quero alguém que escolha ficar quando tudo estiver bagunçado, que divida a louça, o silêncio e os sonhos, que transforme uma segunda-feira qualquer em lar, e me prove todos os dias, mesmo sem dizer nada, que o amor de verdade é aquele que cuida, que permanece e que faz da rotina o lugar mais bonito do mundo."

⁠Me olha assim de novo e eu juro: não respondo por mim. Teu olhar é um convite ao pecado… e eu tô pronto pra me perder no teu inferno.

Eu sou oito ou oitenta.

Ou é amor de verdade
ou é silêncio.

Eu não estou vivendo a minha história, eu tô vivendo a história que ela criou pra mim.

Eu quis fazer o papel de protagonista e no final fiquei com o de trouxa.

Só me diga o que aconteceu, porque se não eu invento um milhão de situações e em todas elas eu estou errada.

Eu tive uma visão com 5 leões descendo furiosos em forma de ataque na terra!!
Eu estava acordada, fechei meus olhos e de repente, até me assustei!!
abri os olhos abruptamente e deu medo. Foi muito real!!
Há uns 5 meses atrás!😭

E agora, é o terceiro dia de guerra entre ISRAEL e HAMÁS!!

Todos os países do oriente médio, estão ficando contra ISRAEL...

Preocupante!!

PS: não anotei a data

"1 para cada humano na terra..."

O cara misterioso do meu sonho, que falou, enquanto eu via milhares de robôs no deserto, onde eu trabalhava."

O único medo que eu conheço é o medo daquilo que desconheço.

No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.


Ampliar Kelsen não é heresia.


Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.

Para o meu amor subterrâneo
Eu me apaixonei primeiro pela sua voz — no som do rádio, em uma cidadezinha do interior. Tudo era tão estranho, tão encantador. E o mais curioso: o nosso primeiro contato foi bem pertinho da minha casa, num comício de política... (risos). Você me observou tanto naquele dia, mas não me chamou para dançar.
Depois disso, ficou fácil dizer pra mim mesma que eu gostava de você. Mas eu ainda era só uma menina de 13 anos, imatura, confusa. E você, um rapaz de 18. Hoje essa diferença pareceria pequena, mas naquela época era decisiva.
Eu gostava tanto de você, mas a minha insegurança me fazia dizer “não”. Só que, lá no fundo, eu tinha certeza do que sentia. Até que, um dia, meus pais me deram a notícia: íamos embora. E assim, mais uma vez, deixei você ir. Pouco tempo depois, uma colega que morava por perto começou a namorar com você... Eu nunca entendi isso direito. Sempre tive curiosidade. Porque, no fundo, eu sentia — de algum jeito — que você também me amava. Ou algo perto disso.
Fui embora, a 500 quilômetros de distância. Naquele tempo não tinha celular nem WhatsApp. O único meio de escutar sua voz era o orelhão perto da minha casa, onde eu ficava esperando ansiosa pelo sábado. Queria tanto te ouvir de novo... E você, às vezes, nem reconhecia mais a minha voz. Mas eu nunca me esqueci da sua.
O tempo passou, e é claro, eu me apaixonei outras vezes. Namorei, encontrei novos amores. Como você. Conversamos muito na época do MSN. Dividimos histórias, dores, alegrias. E eu esperava — ansiosamente — ver você online, pra te dizer o quanto as coisas estavam difíceis. Mas, em vez disso, eu mentia e dizia que estava tudo bem, que era feliz aqui. Você nem imagina, mas foi meu amigo em um tempo em que eu me sentia tão sozinha. Você me ajudou e nem sabe disso.
Não lembro quantas conversas foram. Nem sei quando elas acabaram. Mas eu sempre desejei, de verdade, que você fosse feliz. E eu sei que encontrou a mulher da sua vida. Acompanho de longe, e vejo: vocês formam uma família linda. E fico feliz por isso. Porque amar, de verdade, é querer o bem — mesmo que não seja ao seu lado.
Talvez eu nunca tenha tido coragem de dizer isso antes. Acho que por isso essa história ficou guardada aqui por tantos anos. Só queria te contar que, sim, você gostou de mim. Mas eu... eu te amei mais. Eu só não sabia como dizer.
Hoje, eu também encontrei o amor da minha vida. Juntos, construímos uma história linda. Mas às vezes, a gente só consegue dizer certas coisas quando sente que pode ser tarde demais. E eu não queria esperar mais. Essa é, talvez, a minha última mensagem para você. E eu precisava que fosse em vida.
Sempre tive vontade de te falar isso. Prometo que nunca mais mandarei. Essa é minha última carta de amor.
Continue sendo feliz. E saiba que, de onde eu estiver, também estarei feliz por você.
Com carinho,
Da menina que nunca teve coragem, mas sempre te amou em silêncio.


Se um dia fizer uma busca na rede, sobre um amor platônico. Que você a encontre aqui. (C)

E pela segunda vez eu fui único apaixonado na história até pensei que ela seria minha verdadeira paixão, mas acho que me enganei novamente.

⁠"Eu respeito tudo, mas incentivo pouca coisa".

⁠Eu ouço tanta insanidade, que tenho certeza, que a humanidade irá se desintegrar na libertinagem.

A Ti, Senhor, consagro o meu caminhar,
Pois sem o Teu amor, onde eu poderia chegar?

Tua força, Pai, é o pão que alimenta e a luz que conduz.
Eis aqui o Teu servo, a serviço da luz,

Que não há de parar, nem descansar,
Até que o último coração Tua Palavra possa abraçar.

Segui na mesma frequência,
Te abracei sem medo, sem enxergar,
Se o fim do mundo fosse hoje eu sei que estaria seguro, pois fiz de você o meu abrigo.

A CARTA

Esta é a carta que eu nunca te escrevi
Que nunca te enviei, que nunca vais ler
Mesmo assim eu vou tentar escrevê-la
Escrevo o que nunca te disse e ouviste
O que está guardado, escondido em mim
O que me sufoca, preciso libertar-me
Porque não tenho coragem de olhar-te
Nos olhos, talvez seja covardia minha
Sofro destas malditas insónias que me
Levam de volta à minha loucura, tempo
Em que te deixo sozinho no meio da noite
Talvez seja preguiça ou cansaço ou nada
Sei que te rejeito, que fujo de ti eu sei
Que sim, noites, dias de amor perdidas
Onde os meus olhos inundam-se de lágrimas
Gotas de remorsos, que escorrem na face
Mas a verdade é que eu quero fazer amor
Contigo, ter-te sempre junto ao meu peito
Mas esta louca loucura, que, é só minha
Mata-me, tantas vezes, desculpa esta parte
Doente de mim que sente a falta de ti
Dos teus braços entrelaçados no meu corpo
Da tua mão quente a acariciar-me o rosto
Da tua voz a falar baixinho no meu ouvido
Da tua boca que beija a fogueira dos meus seios
Tantas, tantas vezes pensei em escrever-te
Para contar-te o que sinto, acabo por desistir
Só eu sei as saudades que tenho tuas
A falta que me fazes é insuportável, dolorosa
Escrevo na carta que tenho falta de ti em mim.

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A maldade de quem me julga é a única barreira que eu enfrento, mas ela não vai me parar. Eu continuo fazendo de tudo, pois sei que o meu valor trilionário não depende da aprovação de quem só sabe destruir.

Minha filosofia de vida é muito simples;
- Se você gosta, come. Se eu não gosto, não como, mas quando o garçom chegar eu vou explicar direitinho, como você gosta do seu prato e como eu gosto do meu.
Durante o almoço a gente fala sobre tudo e ninguém pede para o outro provar um pedacinho, só saboreamos a vida, a companhia e o prato.
A vida pode ser uma viagem suficante em um carro com vidros fechados, ou uma aventura deliciosa no mesmo carro, só que com o vento batendo na cara e a gente sentindo o perfume da paisagem.
A escolha é nossa sobre a viagem, o carro não nos cabe escolher.

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!