Aline eu te Amo
Antes, eu achava a solidão triste e sombria, hoje me sinto mais eu, sem estar rodeado por falsas pessoas que nunca estiveram ao meu lado.
Por mais que eu tente entender. Vai ser sempre difícil de aceitar. Nossos caminhos pareciam certos, mas a razão gritou dentro de mim...nem pensei no coração, porque ele tava tão sentido e confuso que não tinha força pra decidir nada!
Daí eu me pergunto foi bom? o que sobrou de você?
e de mim? o que tirei de bom da gente? Tudo bem, pra que pensar nisso... o FATO É QUE sonhamos juntos.. Plantamos e colhemos os frutos... Se estamos separados, é porque tinha que ser assim... Você aí e eu aqui... Agora só me resta acreditar que foi bom a maior parte do que vivemos...Você sempre vai estar sempre em mim, mesmo em flashes de pensamentos passados...
Na verdade eu não quero dar cantadas em ninguém... Eu quero ser cantada, eu quero ser a princesa de alguém, eu quero ser conquistada e reconquistada a cada segundo. Porque é difícil ter isso ?!
E eu estou sentindo falta dele, tanta falta que parece que meu pulmão diminuiu e agora eu mal posso respirar.
Tô sentindo falta de ouvi-lo dizer meu nome, dele segurar meu braço com força e dizer com aquela voz de homem que só ele tem “Nathalia, olha pra mim!”, e eu continuar não olhando.
Coitado, ele achando q eu não olhava porque não o levava a sério, e a verdade é que eu não olhava porque tinha medo de me perder eternamente dentro de seus olhos castanhos, tão profundos, tão apaixonantes, tão provocativos.
Aaaai como estou sentindo falta dele, e de sua mania de me olhar pelo canto do olho, de sorrir olhando pro chão, e de dizer coisas graciosas e logo em seguida encobrir isso com algo rude, por que pra ele, demonstrações de afeto não são comuns.
Não estou dizendo que o amo, por favor, não me entendam errado, não é amor, é só falta de algo que nunca não foi meu, porém que era mais meu do que qualquer outra coisa...
Eu vi a Cady Heron usando calças do exército e sandálias, então comprei calças do exército e sandálias.
Ou eu só saio com idiotas insensíveis, ou eles eram geniais e eu os transformo em idiotas insensíveis.
É complicado tentar explicar tudo o que eu sinto por você, é tão grande que não existem palavras que consigam definir o meu amor. Você conseguiu despertar em mim algo que estava adormecido há muito tempo, quando eu achava que não podia ser feliz, você apareceu, e me fez sorrir uma vez mais. Às vezes a gente pensa que não pode ser mais feliz do que já é, e aparece alguém que te faz explodir de felicidade, que te faz rir quando você quer chorar, que levanta teu astral quando você está mal, e no meu caso, esse alguém foi você amor. As vezes eu sou muito boba, chata e ciumenta, eu brigo com você sem ter motivo, mas também, acima de tudo isso, eu te amo. Eu tenho que dizer que viver sem você já não tem sentido algum, e que ficar ao teu lado é o que me deixa feliz!
Se alguém estiver ouvindo, você sabe que eu não sou muito de rezar, mas eu não sei mais o que fazer. Eu estava pronta para desistir uma vez, e a Gabrielle entrou na minha vida. Por favor, não deixa aquela luz que brilha no rosto dela se apagar. Eu não conseguiria suportar as trevas que se seguiriam.
(Xena)
Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon" Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste.
Disse o ratinho: "A minha história é longa e triste!" Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance só é o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energeticamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!" Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo" Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E escuta a parábola perfeita: Alice tinha diminuido tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor`.
Toda a pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas".
Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça."
Mereço da vida o melhor. Não por ser eu alguém especial pro mundo, mas por ser eu alguém especial pra mim. Por isso me dou de presente a paz, a alegria e o amor. Brindo a mim mesma com o olhar de aprovação pelo que sou.
Eu me amo intensamente. Gosto de cada parte de mim, e mesmo assim, sou mais a cada dia. Pode parecer uma incongruência melhorar a medida que passam os anos, mas é assim que acontece comigo. Sou hoje melhor do que ontem e amanhã ainda mais.
Recebo amor onde quer que eu vá. De mim mesma e de quem me rodeia. Carinho, palavras, atitudes estão por toda parte. E são sinceros, sem interesses vinculados ou verdades ocultas. São porque são, porque eu mereço. Porque quem está do meu lado recebe de mim nada menos que isso, nada menos que o melhor de mim.
A vida é assim. Fluxo e refluxo. Quando você está pronto a dar o melhor de si, o mundo se ordena para receber. Equilíbiro. E em cada passo, você recebe o melhor do mundo. Abra o seu coração.
Eu amo a pessoa no espelho. Amo os sinais do tempo e o brilho do olhar. Amo aquela que se constrói a cada dia. Amo minha alma. E o universo me acolhe e conduz.
Minha estrela brilha mais a cada manhã. Quem tiver olhos que veja.
Eu sempre me lembrarei
Era fim de tarde
Durou pra sempre
E terminou muito rápido
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada
Em lugares que ninguém encontraria
Seus sentimentos estavam escondidos
Foi então que compreendi
Que para sempre estaria em seus olhos...
No momento em que o vi chorar
Era final de setembro
E eu o havia visto antes
Você sempre foi frio
Mas eu nunca estive certa disso
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada
Eu queria te abraçar
Eu queria fazer isso ir embora
Eu queria te conhecer
Eu queria descobrir tudo sobre você
Sou como a flor de lótus
Na lama fiz fortalecer minha raiz
No escuro dessa agua eu vi
A beleza da essência esquecida
Ao me erguer minha luz enxerguei
Eu me sinto como a Sarah Connor em “Exterminador do Futuro 2” tentando convencer as pessoas de que robôs são reais.
‘Eu espero que você entenda, não estou mais disposta a me humilhar, sofrer apenas pra poder te amar. Eu não quero mais saber, eu quero viver, agora eu quero só pensar em mim. Você me decepcionou tanto, e para que? Pra depois voltar atrás e perceber que no fundo realmente gostava de mim. Mas e daí? Agora quem não quer você sou eu.’
Eu não costumava mentir sabe? Mas depois de você as coisas mudaram, e eu tenho utilizado palavras falsas com muita freqüência. Essas foram algumas delas, mas o pior é ter que mentir para as pessoas que sempre estiveram comigo, é ter que dizer “eu to bem, migux” e abrir um sorriso, lindo, fingido, falso e cortante para fazer as pessoas acreditarem. É frustrante, e você nem imagina o quanto machuca.
