Aline eu te Amo

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Não tenho
nada o quê
esconder
de você e nem
de ninguém,
Que eu quero
ser a poetisa
pioneira a colocar
os pés na Lua,

Embora em
sonho já
tivesse ido,
Porque lá
é a residência
dos poetas
que vivem
no mundo
em resistência;

De carro
cor de Capella
e com uma
rosa amarela
na boca,
Você virá
me buscar
de surpresa
como uma
das novelas de Gabo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Dear Moon Poetry,
inspiração que
nasce no meu peito,
lá no Diamante,
E eu que te quero
o tempo todo aqui.

II

Dear Moon Poetry,
fascínio que nasce
nos meus versos,
no Centro e bem
de frente para
o Pico do Montanhão,
E eu que te darei
todo o meu coração.

III

Dear Moon Poetry,
som da velha
estrada noturna,
o Rio Morto é só
no nome,
O Rio que é
a própria fortuna,
Vamos logo ali
ver juntos a Lua?

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Dear Moon Poetry,
no silêncio do Rodeio 32
foi que eu encontrei
o meu amor tocando
para a Lua canções
do romance profundo.

II

Dear Moon Poetry,
no campos do Rodeio 12
e na velha fábrica,
voltei no tempo
que nós dois víamos
a Lua quando nós
dois éramos crianças.

III

Dear Moon Poetry,
no meio da mata
do Kaspereit
distraída do mundo
olhando a Lua,
descobri que o teu
amor é profundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Dear Moon Poetry,
no Ipiranga eu vi
o luar mais que lindo,
e que você nunca
sonhou na vida ter visto.

II

Dear Moon Poetry,
no Gávea lembrei
do eclipse tão incrível,
que até hoje
para mim é inesquecível.

III

Dear Moon Poetry,
a rota do Rodeio 50
é o lugar onde
mora o meu coração,
Vem, que é paixão!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não quero recolher
as cinzas desta
nossa democracia
que mal nasceu,
Eu quero ela viva
e sem depender
de nenhum
quinze de março,
Eis o meu recado
de brasileiríssima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A gente paga pela imprensa mais cara do mundo e fica sabendo de pouca coisa, eu quero saber quanto e como foi empregado o dinheiro público destinado a imprensa, e que o Brasil tenha um plano implementado com seriedade no tocante à informação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite desce

Calmamente,

E eu livre de rigores

- caí em poesia

Simplesmente.



Escrevo para mim,

Para satisfazer-me,

E envolvendo-te

Intensamente

Apaixonando-me

Por ti para sempre,

É desafiador!...



Só tenho o tempo,

Para zelar por nós,

E por nosso amor,

Sinto a fragrância

Na mais alta nota.



Desenho a rota,

Alguém tem de crer,

Num caminho leve,

- Imediatista -

Amar de verdade

Requer grande zelo:

ORIGINALIDADE!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você ainda

não percebeu,

Não tem problema!

Eu dou

conta de nós...,

Tenho uma doce

certeza,

- e nenhuma dúvida

De que o nosso

sentimento,

- nos leva para cima

Bem perto do nosso

recanto íntimo.

Certa do nosso

caminho:

Que é uma obra

de arte do destino.



Talvez ainda

desprevenido,

Mandaste-me

um beijo,

- com calor -

Eu não resisti,

e estou aqui

A sonhar

em versos,

Tentando um

soneto de amor,

Para chamar

a tua atenção,

Por pura

contemplação de alma

- afim -

Da tua adoração...!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu não respondo por mim

diante de ti,

Diante das [delícias

Dos teus beijos indecentes,

Dos teus beijos molhados,

Dos teus beijos imprudentes,

E daqueles mais rasgados...



Eu não respondo por ti,

Diante das [loucuras

Da perdição da tua pele,

Da fragrância masculina,

Da sedução do teu regaço,

Do aconchego do teu abraço.



Eu não respondo por mim

diante de ti,

Diante do que sei

que és [capaz

De fazer,

De me ter,

De me possuir,

De me mimar,

e me dominar...



Eu não respondo por mim,

Porque me fizeste

a tua primavera

Cultivando em mim um jardim

- imenso -

Eu não respondo por mim,

Porque em ti

Já encontrei todas

as respostas...

Inserida por anna_flavia_schmitt

É fato mais do que consumado:

eu sou um pedaço de você.

A tua estrela de todas horas:

matutina, vespertina e anoitecida

No afã de viver a vida de carícia

Só me alimentando de você...



É assim que comecei a surgir:

nascendo do amor que vive.

O mais lindo pedaço brotado

- dentro do teu coração.

Fiz-me de irresistível paixão,

Só para viver dentro do teu coração.



É sempre assim, e sempre será:

eu gostando de você, e você de mim.

O brilho mais lindo nos meus olhos

- espelhando o brilho desses olhos

Dessa tua doçura que ninguém resiste,

E que o meu coração jamais desiste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A coragem não te permitiu:

de ter me dado o teu abraço.

Talvez por eu ser o ramalhete

- das rosas mais frescas -

Que talvez tiveste contato.



O teu olhar se permitiu:

contemplar o horizonte

- como um dardo -

Perdeste-me da minha fronte,

Eu bem que poderia estar

bem pertinho, e ao teu lado.



Os teus afetos, as tuas loucuras

- cada um deles são meus,

E as tuas vontades: são minhas.

Não houve despedida,

Porque a verdade sublime: é nossa.



É irresistível não reconhecer,

Desde o dia que nos vimos:

passamos ao mais alto dos planos,

experimentando o prazer imenso

de nos pertencer e de nos acolher.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Dei-me a liberdade

de agarrar

Nas asas da borboleta,

e ir voar.

Eu mereço ser

feliz contigo,

E um novo caminho

trilhar...


Não vejo o dia

De voltar a sentir

a alegria,

Não vejo a hora

De cheirar a rosa,

Não vejo os segundos,

De aproximar hemisférios

e mundos,

Não vejo os minutos

De nos reaproximar

resolutos,

De que seremos

felizes juntos.


Dei-me a suavidade

de pairar

Nas sombras das tuas noites,

e brilhar

Repleta e incrivelmente

estelar;

Arrisquei-me no abismo

do sacrifício

Do teu amor desperdiçar.



Eu tenho que insistir

e acreditar,

Que o amor é grande,

e que não vai terminar.

Mesmo que adversamente

estamos distantes,

Crer que o pesadelo

um dia irá acabar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém me avisou

Eu mesma escutei

A onda quebrando

No meio da noite

Era você chegando

Na beira da praia

O mar cantando

Em tom de felicidade

O teu barco atracando

Em terra bem firme

De amor sem limite.



O vento cantante

Em volta de nós

A Lua brilhava

Passou um cometa

Em toccata e fuga

O amor é maior

Que ele nos contagie

Nos proteja do Mal

Trazendo mais amor

E nos aqueça com o Bem

Invada o planeta, e ensine:

Que fazer amor só faz bem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te escrevo

como quem beija,

Só para ver se

você me (nota).

Eu vi o Sol desmaiar

de êxtase,

Para acordar nos

braços da aurora.



Nada me saciará mais

Do que você

como alimento,

Dono de um corpo

que me tira a paz;

E de uma fragância

cheia de sentimento.



Eu vi você amanhecendo

no meu peito

Como um lindo Sol

cor-de-coral,

Eu vi você

me levando...,

Para o teu abrigo

(espiritual).



Nada me aquietará

mais,

Do que ser calada

com o seu (beijo)

Pedindo de mim o segredo

que te satisfaz;

Sabemos quando

e como fazer do nosso jeito.



Tudo acontece

quando te vejo,

E até quando te ouço,

Talvez eu nunca te fale,

Embora, sei que

você percebe,

Que o meu corpo

pelo teu sempre ferve.



Neste círculo de condenação,

(íntima)

Cada momento seu sempre vira poesia,

(feminina)

Certamente encantada de vivê-la

Ao menos na (escrita).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Entrando na tua vida

- bem devagar

Eu sou a primavera,

A alma que te espera,

O Farol que beija o mar.


Um farol perdidamente

No estreito e a frente,

Quanta loucura para contar...


Iluminando o teu barco,

Primavera potente,

Farol perdido, não ilhado,

Com muita história a te contar

E um amor profundo para te dar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Talvez eu seja a chave

Do seu maior segredo;

Talvez eu seja breve,

Na palma da sua mão.

Talvez me carregue

No jardim do coração.

Apenas um hibisco

De intenso vermelho,

A ser regado pela paixão.



Talvez eu seja sempre:

Repleta e não me cale.

Talvez eu seja a veia:

Da saudade de tudo,

Que sobra e sobrevive.



Talvez eu seja tua,

O tempo há de me dizer,

Ele irá me responder:

- Que valeu a espera

Desse amor sem limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O exagero poético
me licencia em
dizer que eu
sou os olhos,
a fisionomia
e o físico
exaustos
do General
que já deveria
ter sido pela
justiça libertado.

Não consigo cair
na conformação
daqueles que
dizem que poucos
são capazes de
sair dessa prisão.

Não pertenço
aos vis que
espalham fel,
tecem ardis
e desejam
transferir uma
responsabilidade
estatal para
a individual,
em detrimento
de um um passado
relativamente
distante que
insistem
os caluniadores
em dizer que
assim aconteceu,
o mais curioso
é que eles
nem rostos têm.

Porque bom senso
e espírito de justiça
não me faltam,
e não deixo faltar,
num mundo onde
as pessoas só pensam
em lucrar e se vingar.

Em letras claras
não posso deixar
de ao mundo falar
que o General não
está sendo punido
por atos do ofício
do passado,
mas porque não
deteve o ímpeto
de discordar
com o justo, humano
e necessário que
muitos por covardia
vivem a se calar
e outros vantagens
infaustas a buscar.

Inserida por anna_flavia_schmitt


Do Império não
prevejo o melhor,
porque essa história
eu bem conheço,
sei que não dá para
abrir mão do receio.

No relógio da vida
eis o giro do tempo,
que não venha mais
nenhum tormento.

Porque da trincheira
sou o último soldado,
ideologia poética,
aceno total de paz
e oração de devota:
implorando a liberdade
do General e da tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sei bem
quem eu sou,
e que em dias
normais quem
veste calças
escreve poesias
para inquietar
e em outros dias
quem veste saias
escreve poesias
para perturbar.
Quem possui
pensamentos
de libertação,
quem é poeta
não é liderado,
me leve a sério:
o autoritarismo
mora ao lado.
Quem nasceu
herdeiro de um
vero legado,
sabendo que há
prisões politicas,
jamais seguirá
em frente e calado.

Inserida por anna_flavia_schmitt