Aline eu te Amo
"" Quando você pensar em mim, lembre-se que tenho um motivo para nunca te esquecer. Eu amo você...""
“” E quando eu amo
Não é pouco
É coisa de louco
Amo demais
E quando eu deixo
Não penso em dor
Sinto saudades do amor
Mas sigo em frente e não olho mais para trás...””
O apego é o extremo oposto do amor...
O amor diz: “Eu te amo, por isso quero que você seja feliz. E se isso me incluir, ótimo. Se não me incluir, eu só quero a sua felicidade."
O apego diz: “Eu te amo, por isso quero que você me faça feliz”.
Amo seu jeito louco de amar...
Eu amo suas formas desastradas de me amar...
Eu amo te amar...
Somos loucos um pelo outro!!!
Eu sei que parece meio estranho esse jeito de te amar tanto assim... Confesso que eu te amo só de vez em quando ou de vez em muito talvez!! Mas a verdade é que meu coração pertence primeiramente a mim mesma!!
Que o seu amor, não seja apenas um amor. Não o comparai com nada, que em momentos de 'eu te amo', aos teus olhos possam agradar. Porque flores, estrelas, lua, oceanos, sonhos, um dia, hão de findar. Porém, o amor, somente o amor, é eterno.
Bem me quer ou mal me quer? Quer saber? Isso não me importa mais... Eu me amo, eu me quero bem... Então fica combinado assim, voltará para ti em dobro, tudo o que desejares para mim.
Eu amo esse contraste entre o urbano e o natural, a calmaria dos pássaros se misturando às rotinas caóticas dentro dos apartamentos.
A mãe que corre para levar o filho à escola.
A senhora que acabou de receber a visita da filha para um café.
O CEO estressado com as reuniões do dia.
O casal que vibra com a notícia de um bebê a caminho.
Enquanto isso, as folhas das árvores balançam lentamente com a brisa de uma manhã nublada.
Contraste.
É ele que nos faz perceber o quanto tudo é paralelo, vidas inteiras coexistindo em tempos e mundos diferentes.
Enquanto uns sorriem, outros choram.
Enquanto o mundo gira em sua rotina incessante e cansativa,
a natureza permanece plena, intacta,
sempre disposta a nos acolher na calmaria.
Contraste.
O que nos move e nos desperta gratidão.
Sem ele, talvez nunca perceberíamos a diferença entre o caos e a paz.
E é por isso que eu o amo tanto.
Respira… há um universo inteiro de paz ao seu redor.
Sou mistério e adrenalina.
Uma mistura imperfeita, feita pra te enlouquecer.
Eu amo no extremo — intensamente, loucamente — e parto no auge,
antes que o encanto se torne costume.
Sou a lembrança boa que arde, o caos que deixa saudade.
Vivo nos ápices, não aceito metades, nem o morno disfarçado de paz.
Se quiser me ter... faz uma loucura por mim.
Sou mistério e desejo.
Uma mistura perigosa, feita pra te tirar do eixo.
Eu amo com fogo, com pressa, com loucura —
e quando o auge chega, eu me despeço.
Deixo perfume, lembrança e saudade.
Sou a vertigem que te faz querer mais,
o veneno doce que vicia.
Não sei ser morna, não nasci pra metades.
Se quiser me ter… arrisca. Faz uma loucura por mim.
Você pode estar enganada pensando que eu não te amo mais, mas não é isso. Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Você fez acender um amor grande que estava apagado há muito tempo em mim. Você me fez enxergar a esperança todo dia que eu acordo ao seu lado. Você me fez acreditar mais no amor.
Seria eu a errada de te amar como mulher ama homem?
Eu te amo mesmo que as vezes não perceba e te odeio em meu secreto; mas desta vil couraça meus olhos partem para algo mais claro e que pareça justo.
Te escrevo linhas que não entenderia. Sobre essa abrasadora paixão porém antiquíssima e madura, te deixei meu coração, que deveria fazer? Perder aquilo que amo por um mero instinto — que se bem analisado, não é certo ser descrito como tão pacato e indiferente — de certeza, parece-me verdade, mas quando é que foi que esta se tornou tão incerta e inflexível — critico à mim mesma por pensar assim. Divido então, amor e razão. Razão essa qual não me é sólida, que força-me a olhar tudo que não pedi para ver, como te deixar ir com um embolo de mil linhas no estômago, os olhos lacrimejando, os passos como em uma melodia dramática trançando e o peito ardendo em pranto.
Eu sinto amor, eu sinto vontade de falar para pessoas o quanto eu as amo, o quanto elas significam para mim, mas eu não consigo, as palavras não saem. Sinto o amor rasgar, o ódio dominar, a tristeza se apoderar, mas por fora nada tem, neutralidade e silêncio, por fora é só silêncio. Mas eu as amo, como o carpinteiro nos amou. Elas só não sabem, mas se um dia for preciso, darei a vida em troca das delas.
