Alguém que Já Morreu

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Se você já perdeu na vida, você sabe o que ganhar! Nina Lee Magalhães

“Não existe experiência neutra: toda percepção já é interpretação.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá

Você ter aparecido na minha vida foi a melhor coisa que já me aconteceu. Nunca vou esquecer o seu sorriso lindo; quando estávamos juntos, era como se fôssemos almas gêmeas. Parecia que só existíamos nós dois neste mundo, como se o tempo parasse só para a gente.
​Cada conversa nossa é um refúgio, e o som da sua voz é o lugar onde meu coração escolheu morar. Em você, encontrei não só o amor, mas a paz que eu nem sabia que estava procurando. Quero mergulhar na profundidade do seu olhar e descobrir todos os dias um novo motivo para te amar.
​Quero viver para sempre entre juras de amor, carinho e toda a admiração que sinto por você. Prometo ser o seu porto seguro, assim como você é a luz que ilumina os meus dias mais cinzentos. O que temos é raro, é sagrado, e eu pretendo cuidar de nós com toda a força da minha alma.

Dois escritores que viraram gigantes… depois que já não estavam mais aqui para dar nem um “obrigada”.




Franz Kafka nasceu em 3 de julho de 1883, em Praga (na época parte do Império Austro-Húngaro). Era de uma família judaica de classe média e estudou Direito, trabalhando boa parte da vida em seguradoras, um emprego que ele detestava, mas que pagava as contas.


Ele escrevia à noite, como quem vive uma segunda vida escondida. Sua obra gira em torno de temas como angústia, alienação, culpa e burocracias absurdas, criando aquele clima estranho que hoje chamamos de “kafkiano”.


Durante a vida, publicou muito pouco. Suas obras mais famosas, como O Processo e O Castelo, só vieram a público depois da sua morte em 1924, vítima de tuberculose. E aqui vem o plot twist mais irônico: ele pediu para que seus escritos fossem queimados… e o amigo dele simplesmente ignorou.


Resultado: virou um dos maiores escritores do século XX… sem nunca saber disso.




Emily Dickinson nasceu em 10 de dezembro de 1830, em Amherst, nos Estados Unidos. Viveu uma vida extremamente reservada, quase isolada, como se estivesse mais interessada no universo interior do que no mundo lá fora.


Ela escreveu cerca de 1.800 poemas, mas apenas uns 10 foram publicados enquanto ela estava viva. Sim, você leu certo. O resto ficou guardado, organizado cuidadosamente em pequenos cadernos.


Sua poesia era ousada para a época: linguagem diferente, pontuação estranha, ideias profundas sobre morte, existência e emoção. Depois que morreu, em 1886, sua obra foi descoberta… e aí o mundo percebeu o tamanho do talento que estava escondido.


Hoje, ela é considerada uma das maiores poetas da literatura mundial.


O detalhe que une os dois


Os dois viveram escrevendo como quem conversa consigo mesmo… sem plateia, sem aplauso, sem hype. E ironicamente, foi só depois do silêncio definitivo que o mundo começou a escutar.


Kafka queria desaparecer. Emily se escondia do mundo. Os dois acabaram eternos.


E isso diz mais sobre a humanidade do que sobre eles.


O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PARA MOSTRAR AO MUNDO O SEU TALENTO?




ESTÁ ESPERANDO VIRAR MEMÓRIAS PÓSTUMAS ESCRITAS?

"Se você não se decide, eu não me importo só quero paz! já foi tempo que você conseguia tirar minha paz.

Eu já tentei me encaixar nesse mundo que mede tudo em cifras, sabe? Como se a felicidade fosse uma planilha bem organizada, com saldo positivo no fim do mês e um carro brilhando na garagem. Mas a verdade é que eu nunca consegui levar isso muito a sério. Dinheiro é importante, claro, ninguém aqui vive de vento e poesia… mas transformar isso no centro da vida? Ah, aí já é pedir demais pra minha alma inquieta.


Porque enquanto tem gente contando moedas, eu tô contando momentos. Enquanto tem gente correndo atrás de status, eu tô correndo atrás daquele silêncio gostoso que aparece no fim da tarde, quando tudo desacelera e eu finalmente consigo ouvir meus próprios pensamentos sem interferência externa. E olha… isso não tem preço, não tem promoção, não parcela em doze vezes no cartão.


Eu descobri, meio sem querer, que a felicidade não faz barulho. Ela não chega anunciando, não vem com etiqueta de marca famosa, nem precisa de aprovação alheia. Ela mora quietinha dentro da gente, igual aquele cantinho da casa que só a gente sabe o valor que tem. E às vezes ela aparece nas coisas mais simples possíveis… num café quente, numa risada boba, num prato feito com carinho, num dia comum que resolveu ser leve.


E é curioso, porque quanto mais eu me desapego dessa ideia de ter para ser, mais eu sinto que já sou. Já sou suficiente, já sou inteira, já sou feliz dentro do que cabe na minha realidade. Não é sobre rejeitar o dinheiro, é sobre não deixar ele mandar em mim. Não é sobre não querer crescer, é sobre não me perder no caminho tentando provar algo pra quem nem tá realmente olhando.


Tem gente que olha e não entende. Acha estranho essa minha tranquilidade, como se fosse falta de ambição. Mal sabem que é exatamente o contrário. Eu tenho ambição sim… mas é de paz, de liberdade, de viver uma vida que faça sentido pra mim. E isso, sinceramente, vale mais do que qualquer status que precise ser exibido.


No fim das contas, eu não quero impressionar ninguém. Eu quero me reconhecer no espelho e pensar “tá tudo bem por aqui”. E quando esse sentimento vem, leve, verdadeiro, sem esforço… pronto. Ali mora a minha riqueza.


E se você também acredita que a felicidade pode ser simples e profunda ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. A leitura é grátis para assinantes Kindle.

Nenhum ser humano muda, apenas se adapta ao que já existe!

⁠“⁠Os realistas estão indo, e os sonhadores já estiveram lá.”

⁠A arte é algo que flui naturalmente.
Já a ciência é algo que todos nós deveremos nos arriscar

Vi-te de longe,

e já eras poema,
mas faltava vida no papel.


Porque você não gosta realmente de algo só por olhar,
senão por experimentá-lo,
e eu só te entendi
no toque,
no cheiro,
no silêncio tímido
entre as tuas palavras.


O amor não é pintura,
é gesto;
Não é quadro,
é colo.


Se eu te amei,
foi porque me debrucei
sobre a tua alma
e mergulhei sem medo.


O olhar encantou,
mas foi o sentir que me prendeu.

Rainha num tabuleiro cego,
por que te moves como peça descartável?


Já te despi das correntes invisíveis,
Já te mostrei o nome da liberdade…


Não te encurtes agora,
Não depois de te expandires em mim.


Há reinos no teu olhar,
E tu aceitas migalhas?


És excesso de beleza,
Para viver na sombra da mediocridade.
__________________
Rabisquei Poesia

Já que se foi, seja forte e não volte!⁠

Eu já venci batalhas que você jamais imaginou lutar.⁠

Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.

Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.

Ela não precisa de capa,
sua coragem já faz voar.
Como um girassol diante do sol,
toda mulher nasceu para brilhar. 🌻✨

Em lugares improváveis eu já encontrei o amor. Ontem mesmo vi amor entre o beija-flor e a rosa.
Eu já encontrei um amor nas mãos enrugadas da mulher que tanto lutou para ser quem é.
Eu já encontrei um amor na fila do banco, enquanto todo mundo tava preocupado com o tempo da demora.
Eu já encontrei um amor no meio da rua, em um abraço de saudade que deixou a minha alma nua.
Eu já encontrei o amor no café com bolo na casa da minha mãe e já vi amor nos olhos inocentes das crianças da minha vida.
Eu já encontrei amor até nas marcas deixadas pelas minhas feridas.
Nildinha Freitas

Eu já pensei nisso num dia comum, desses que a gente tá lavando uma louça meio torta, olhando pra própria vida como quem olha pro fundo de uma panela e pensa, era tão bom se isso aqui nunca acabasse. Viver é bom, sim. É gostoso demais, chega a ser até meio suspeito. Um cafezinho quente, uma risada fora de hora, um abraço que demora um pouquinho mais do que o normal. Aí vem a realidade, com aquela cara de quem não pediu licença, e lembra: calma, minha filha, isso aqui tem prazo.

E não é um prazo negociável, não tem como parcelar, nem pedir mais um tempinho igual quando a gente esquece de pagar boleto. A vida é tipo aquelas promoções relâmpago, quando você vê já acabou e ainda ficou com a sensação de que devia ter aproveitado melhor. E o mais curioso é que, no meio de bilhões de pessoas, a nossa existência é quase um sussurro. A gente se sente protagonista, claro, porque é o nosso filme, mas pro resto do mundo... é só mais um episódio que passa e ninguém nem percebe que mudou o canal.

Somos animais também, né. Essa parte é engraçada e meio humilhante ao mesmo tempo. A gente se acha cheio de filosofia, de profundidade, mas no fim tá todo mundo comendo, dormindo, sentindo medo e tentando sobreviver emocionalmente num mundo que não para nem pra tomar um copo d’água. A diferença é que a gente pensa sobre isso, complica, escreve texto, sofre duas vezes.

E aí entra a parte mais crua, que ninguém gosta de encarar por muito tempo: quando a gente for embora, o mundo não vai dar pausa dramática. O sol nasce, o trânsito continua, alguém vai rir de uma piada ruim, e pronto. É quase ofensivo, mas ao mesmo tempo é libertador. Porque se nada disso para, então talvez a gente também não precise viver como se estivesse sendo avaliada o tempo todo.

Importa pra quem ama a gente, e isso já é gigante. Já é tudo. Ser importante no coração de alguém não é pouca coisa, não. É ali que a gente realmente existe. O resto é cenário, é barulho de fundo. O mundo pode até seguir igual, mas dentro de algumas pessoas, a nossa ausência faz um silêncio que ecoa.

Então, já que é isso... já que não tem como ser pra sempre... que seja bom enquanto é. Do nosso jeito mesmo, meio bagunçado, meio improvisado, meio rindo de nervoso às vezes. Porque no fim, a vida não é um grande plano mirabolante. É um monte de momentos pequenos que, quando a gente junta, dá essa coisa intensa que a gente chama de viver.

Experiências e aprendizados. Nada mais. E, sinceramente, nada menos também.

375🙏🌹Tantos projetos fazemos na vida quando já temos nosso destino traçado no plano espiritual não que tenhamos que vive-los mas podemos procurar ser melhores, o nosso livre arbítrio nos dá oportunidade de sermos bons ou ruins depende de cada um, não somos interferidos pela luz divina seguimos como achamos melhor e ficamos assim... E perdemos tanto tempo na vida procurando coisas que não existem que não faz muito sentido, andamos por trilhas tortuosas e descabida quando já temos a solução nas nossas mãos que é a fé... O amor e a caridade é o instrumento de cicatrização das feridas abertas e o tempo passa nos dando surra quando permanecemos indiferentes com os ensinamentos cristãos isso sim nos mostra que a boa caminhada é aquela que nos alimenta de amor, de paz e felicidades nos levando para a luz. Deus abençoe...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal Cançoes Reflexões Composições

356🙏🌹O projeto nova era já vem trabalhando na transição do planeta a muito tempo e a mudança vai ocorrendo gradativamente e apenas os olhos espiritualizado percebe tal transformação, o alinhamento do projeto com Deus o criador, Jesus o Cristo planetário e todos que de uma forma ou outra unem-se a essa falange de bem feitores, mestres ascendentes orientais, espíritos evoluídos do plano maior como caboclos índios e falanges dos povos das matas, somadas às nossas vibrações de luz, amor, caridade doação do perdão, combatemos o bom combate contra às trevas e a luz sempre vence, porque onde a luz habita a escuridão se dissipa, oremos e confiemos no criador, na espiritualidade de luz que a libertação virá para todos cada qual no seu tempo, basta tirar todo o lixo do coração...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.