Ainda mais te Amarei na Morte

Cerca de 233150 frases e pensamentos: Ainda mais te Amarei na Morte

⁠Dançar é expressar através dos movimentos do corpo a condição de uma consciência feliz.
... Ainda que por um momento em especial.

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠Seguiremos valorizando as coisas, enquanto ainda tivermos o maior valor de todos, a própria vida.
E quando a vida acabar,
ficam as coisas...

Inserida por GervasioXavierSoares

Se ainda não existe um aparelho para medir a DOR e o AMOR, como pode alguém avaliar a dor e o amor do seu próximo?

Inserida por ronaperr

⁠Sou idoso, mas ainda tenho alegria, sinto tristeza, sinto dores, sinto saudades, ainda estou VIVO!!!

Inserida por ronaperr

⁠Mulheres que ainda são Subjugadas ao homem financeiramente um aviso: A Escravidão acabou já faz muito tempo, acordem!!!

Inserida por ronaperr

A existência fica ameaçada quando as tragédias previstas e anunciadas
ainda não são suficientes para os irresponsáveis, teimosos e inconsequentes
que também surgiram como tragédias previstas e anunciadas.

Inserida por GervasioXavierSoares

Todo o respeito e reconhecimento que você ainda pretende conquistar
Podem estar na ética, respeito e educação que você ainda não tem

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠Eu sou o orfão da alma, o navegante solitário,
O homem que habita múltiplos lugares e ainda assim é nenhum,
Eu sou o disperso, o eterno indeciso,
O poeta que se esconde atrás de máscaras. O homem que escreve a sua vida como se fosse épica.
Eu sou a música dos sonhos e das angústias.
Eu sou a busca incessante da verdade e da beleza, o homem que não se contenta com as respostas fáceis, eu sou o cético, o questionador, o provocador, opoeta que escreve para mudar o mundo, ainda que esse mundo nunca mude.
Eu sou o eterno viajante, o eterno aprendiz, ohomem que, através da poesia, busca eternamente a sua verdade e a sua liberdade.
Eu tentei ser um novo Fernando Pessoa, um homem que ainda inspira, ainda emociona, ainda perturba, mas não, eu nasci a contragosto, porém, a morte é tão sem sentido quanto a existência. Sim, eu fracassei, talvez fracassei em tudo, nunca me encaixei, tentei, Pessoa me descreveu quando disse "escrevo mais filosofias em segredo do que Kant, mas serei sempre o que não nasceu para isso, somente o que tinha qualidades". Despeço-me como um fracasso que poderia ser um sucesso, ou um sucesso que foi um fracasso. Não sei, talvez tenha algo errado comigo. Eu paro, penso, mas quem foi que definiu o fracasso e o sucesso? Pois, então, eu sou o fracasso e o sucesso de mim mesmo. O mundo não gosta de mim e eu também não gosto dele.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.

Inserida por xALVESFELIPE

Se vendarem seus olhos, você ainda tem a boca. Grite!

Inserida por wellington_cleiton

Deus cuida, surpreende e ainda prepara dias melhores para seus filhos e filhas."

Inserida por wellington_cleiton

Você ainda não percebeu que o Brasil não tem tido sucesso nem mesmo em jogos de bolinha de gude? Agora, se Deus retirou a alegria do noivo e da noiva do povo judeu por causa da prostituição cultural que lá existe, por que Ele não poderia agir da mesma forma, tirando a alegria do esposo e da esposa daqueles que moram em uma nação idólatra como a nossa?

Inserida por wellington_cleiton

Ainda que mil Golias se levantem, mil cairão.

Inserida por wellington_cleiton

⁠Muitos pastores fracassaram, estão fracassando e ainda fracassarão porque desprezam o espírito de profecia que há na Igreja.

Inserida por wellington_cleiton

⁠Se você frequenta uma igreja e ainda se mantém soberbo e orgulhoso, é sinal de que não conheceu o Jesus simples e humilde das escrituras.

Inserida por wellington_cleiton

⁠Atos dos Apóstolos é eu e você indo e voltando ao pôr do sol e ao seu nascer. Você ainda não percebeu que Deus registra tudo sobre nós? Cada ação, cada oração, cada superação - nada escapa à caneta de Deus.

"Apocalipse 20:11-13"

Inserida por wellington_cleiton

⁠Ainda tenho a esperança de que você vai voltar e dizer que tudo isso foi uma brincadeira de mau gosto, e que permaneceremos juntos.

Inserida por DavidLizzz

e quando passar
eu ainda vou lembrar de quando de observei nos corredores da escola?
e quando passar
eu ainda vou lembrar de todas as noites que antes de dormir imaginei um futuro com você?
e quando passar
eu ainda vou lembrar de pensar em você?
e quando passar
eu ainda vou lembrar de como eu te amei?
e quando passar
passou?

"⁠Para atravessar um rio, é preciso subir em apenas uma canoa ,ainda que seja pequena e tenha capacidade para apenas uma pessoa. Não espere que a vida lhe forneça um iate luxuoso para sua missão de travessia para o sucesso ,use as ferramentas que tens em mãos , pois grandes indústrias como a gigante "Honda" ,começaram com pequenas e velhas bicicletas com motores de bombas d'água ,"

Inserida por nosor_beluci

⁠O grande problema das instituições de ensino de países em desenvolvimento ainda é ensinar seus alunos a serem ótimos empregados, enquanto países de primeiro mundo, criam ótimos patrões. ⁠

Inserida por nosor_beluci