Ainda mais te Amarei na Morte
Ainda que na vitória, a brutalidade sempre será derrotada. Ao passo que, mesmo na derrota, o amor está fadado a triunfar.
- Ainda que não me queiras,
Farei tudo o que quiseres !
Contanto que me permita
A condição de verdes;
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
O Mito que o Mundo não Conheceu
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
Entretanto, a ninfa não me quis,
Mas ainda nos trombamos,
Nossos olhos se fitam, ela diz:
Como vão os seus planos ?
Respondo: vão bem e vós ?
Completa: eu também.
A isso se resume o veloz
Contato apaixonante que a gente tem.
Sou o sapo que não foi beijado,
Um sapo desencantado.
Já o nefasto, subestimei-o;
Se promoveu e saiu.
Quando foi transferido
Do departamento, gargalhou e riu.
Encerrou-se aí o grande confronto.
O heroísmo me levou a um cortiço,
Afastado, mal localizado, onde me entoco.
Pago aluguel do buraco,
Prestes a ser interditado,
Saio ou serei despejado.
Recebo um salário mirrado,
Similar a infiltração na parede de onde esquivo.
Deleito-me nos passeios de coletivo.
O contrário de deslumbrante,
Até que seria um título instigante:
“O mito que o mundo não conheceu”
Ele não viveu feliz para sempre, mas viveu.
Nós somos "Bugs", insetos parasitados (paracitados) batendo a cara na luz e ainda assim sem enxergá-la com clareza, sendo atraídos instintivamente, uma luz que não ilumina, mas cega.
Desorienta todo aquele que a ela persegue.
Sente-se agora,
Sinta-se com vontade,
Sossegue e levante sem alarde,
Ainda não é tarde
Para aliar, para obter, para habitar.
Restou a força dos brutos,
E todo o resto pereceu,
Estamos colhendo os frutos,
Pra quem ainda não nasceu,
Não nasceu e o culpado fui eu.
Lamentavelmente isso ainda abate,
A ausência de recordações.
Prefiro recordar o inadequado,
Do que revelar não ter recordado.
Mas ainda somos selvagens,
apesar do severo condicionamento,
mesmo ainda que as rotinas perversas
insistentemente, nos adestrem.
[Ainda Somos o Fio da Navalha]
Nós ainda somos melhores,
do que todas as coisas ruins
que nos acontecem.
Ainda somos amáveis,
apesar das situações odiosas
que nos acometem.
Nós ainda somos indomáveis,
mesmo com todas as forças
que nos submetem.
Ainda somos furiosos,
embora mergulhados nas letargias
que nos abatem.
Mas ainda somos selvagens,
apesar do severo condicionamento,
mesmo ainda que as rotinas perversas
insistentemente, nos adestrem.
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