Ainda mais te Amarei na Morte
Como ainda sou criança
e creio em contos de fadas,
nunca perco a esperança
de te encontrar pela estrada.
Ainda estas "minhas" palavras!...
Tenho de reconhecer que o meu problema crucial com as palavras e expressões idiomáticas, essas nem sempre amorosas criaturinhas semânticas pra lá de teimosas, persiste...
Ora bolas! Pois não são elas que insistem porque insistem em me manter assim, praticamente seu refém gramatical, nos mínimos textos que me proponho a escrever? Pior, bem pior ainda, quando tamanho problema crucial ressurge-me recorrentemente nos exatos momentos em que elas, quase feitas inteligência artificial, sozinhas, acreditem-me, desandam a formar pequenas (?!) frases, expressões idiomáticas, estrofes, parágrafos, períodos e capítulos, tudo isso...
...Quando, então, sem ao menos me permitirem maiores e ultranecessárias reflexões, tais abusadíssimas e muitas vezes mal-comportadas palavras revestem-se-me dos mais diferentes, perigosos e emotivos sentimentos. Dentre esses, dois sentimentos especialmente perigosos nesta moralmente derrapante modernidade social que ora vivemos: Os sentimentos de justiça e de empatia pelos (as) chefes de familia desempregados (as), assim como pelos pacíficos e ordeiros cidadãos produtivos de baixa renda, esses que não se enquadrando em quaisquer grupos protegidos por demagogas quotas ou corporativismos sociais, governo após governo, seguem sempre e sempre explorados pelos gananciosos empresários e por seus próprios representantes políticos, mal conseguindo sobreviver assim irresponsavelmente abandonados à própria sorte pelas instituições oficiais, justamente essas que mais deveriam protegê-los, inclusive preparando-os para as cada dia mais terríveis competições legais pela sobrevivência, e quiçá uma posição digna - mesmo que ainda humilde - nos massacrantes degraus da pirâmide social brasileira.
Viram só como essas danadinhas do universo semântico paralelo que vivem a minha espreita, logo tomaram-me a frente até mesmo aqui, quando um tantinho só me encorajei a falar a seu respeito? Quem mesmo queria aqui fazer tamanha reflexão sobre a sofrível situação social das camadas mais humildes da sociedade, essas assustadoras multidões que parecem receber ínfimas considerações oficias apenas e tão somente nos períodos eleitorais?
Isso até me parece vingança! Ah, estas minhas amiguinhas da onça...
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
Mesmo diante da pressão das pedras, ainda sim nasce flor. E floresce com toda exuberância e perfume, mostrando toda delicadeza diante das pedras. Devemos ser assim, florescer nas adversidades, exalar doçura e delicadeza diante da dureza dos dias. É seguindo com doçura que se atraí levezas.
Liddy Viana.✍🌻
Tanta gente desprezando se sentindo grande e enrolando a gente .
E ainda não entende porque nada vai pra frente .
O mundo está repleto de pessoas mostrando o que não tem e ainda acha que as pessoas tem inveja. Ninguém tem inveja de quem não tem nada. Se pelo menos tivesse beleza, mas nem isso.
Quem sou eu para julgar, quem quer que seja?! Ainda estou trilhando o meu caminho e buscando me evoluir a cada dia...
Não tem show de humor pra plateia, a comédia fica séria
Diz que minha terra é um inferno? E ainda querem vim passar as férias?
As empresas ainda não perceberam que as pessoas não tem prazo de validade e o futuro do trabalho tem cabelos brancos.
Estrada
Sejamos sérios, - meus senhores.
Para que a caminhada aufira algum préstimo,
Ainda que o êxito derradeiro seja a fatalidade da morte.
Faz-se necessário a nossa imprudente e farisaica desunião.
Sou o residente de um incipiente trâmite.
princípio das veleidades paternas.
criação de um desejo ábsono ao meu.
Não! – Não sou o único!
O mundo tramita inartificioso e irrealizável no itinerário. Altercando insaciavelmente na batalha.
Que tem por fim único: - A busca de novas paisagens.
O caminho é árduo e somos muitos.
O tropel prossegue inefável na fantasmagoria que insiste parecer real.
Que fazemos, nós? Alimentamo-nos de ilusões!
Perdidos no onírico de vários caminhos e de uma única saída.
Ah, a morte! A morte! Há novos caminheiros e ela permanece.
Nos caminhos que passam diante dos nossos olhos!
Nos sentidos que vagam ínterim as nossas almas.
Antigos amores, glórias juvenis, avaras riquezas,
Exímia é a riqueza.
Absolutamente em tudo, recordar-se-me-á a estrada.
Demônios e anjos! – Todo tipo de raça e imaginações.
Enfim, mortos e sepultos nos corações humanos!
Aquele momento da vida quando comecei a sentir tudo mil vez pior nunca será esquecido, pois ainda não aprendi a lidar
Os povos indígenas, por terem um olhar apresentado pelo colonizador, acabaram e ainda acabam sendo posicionados como os “outros”, “os diferentes”, e esse posicionamento decorre das relações de poder que são “outorgadas” pela cultura ocidental, pelos colonizadores.
Esses povos encontram-se inscritos com as marcas culturais, sociais e epistêmicas em decorrência de como foram impostas e são ordenadas na chamada cultura ocidental.
Como diz o provérbio africano, “[...] até que os leões inventem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça”.
Em outras palavras, as narrativas desses povos foram subalternizadas pelas narrativas hegemônicas impostas pela colonialidade, situação em que seus saberes não são considerados “acadêmicos” e suas lógicas como conhecimentos limitados, mágicos, de segunda categoria.
Ainda me pergunto se é errado ser transparente aos sentimentos em uma relação amorosa, porque ninguém está preparado para a verdade.
Sabe aquele sonho, É?, ainda o tenho; um dia quem sabe ele se realize.. até lá seus beijos somente nos pensamentos. Ela sabe ser linda.
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