Ainda mais te Amarei na Morte
O bom de estarmos em constante evolução, é que ainda podemos surpreender não só os outros, mas a nós mesmos também.
A linguagem do corpo antecede a fala. Na quadra, o gesto diz aquilo que as palavras talvez ainda não tenham alcançado.
São 00:00 e eu...
Ainda penso em você, lembro do seu olhar
Seu sorriso, tudo me vem à mente
E eu sinto que meu coração não pode mais conter
Lembro do quanto te amo, do quanto te desejo
Mas sei que é um amor impossível, um sonho que não posso ter
Você é a estrela que ilumina minha noite
E eu sou apenas um espectador, observando de longe
Queria pegar em sua mão, sem medo de te perder
Mas sei que isso é um sonho distante
Você já tem alguém, mas eu ainda quero você
E eu sou apenas um coração partido, que bate por você
Por mais que seja errado, não consigo te esquecer
Você me vê como amiga, mas eu sinto que sou sua para sempre
Vim aqui para confessar meus sentimentos
Mesmo que isso signifique sofrer em silêncio, sem você
Pensamentos noturnos
São três da manhã e ainda penso em você.
Penso no seu sorriso,
nos seus olhos castanhos,
no jeito que seu abraço me acalma.
Penso nos momentos ao seu lado,
nas palavras doces que você já me disse,
naquela música que você cantou só de brincadeira,
mas que ficou ecoando em mim.
Eu tento te esquecer,
mas deliro — começo a enlouquecer.
Tenho medo de te perder,
é como encarar um abismo sem fim.
Você ainda me tem nas mãos,
carrega meu coração sem saber.
Você me toca mesmo longe,
e eu amo esse delírio
sempre que se trata de você.
Autora: Deise Gomes
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
Muitas vezes, me perdi nas minhas versões, naquelas que fui. Será que ainda sei se sou? Eu me perdi muitas vezes pensando estar no caminho certo. Eu me desconheci; eu me desconheci muitas vezes. Olhei para mim e não entendia quem de fato eu era.
Eu errei, errei demais, mas acertei mais, porque a vida não é só um jogo de erros e acertos; é também um jogo de recomeço.
Nildinha Freitas
Ainda que os espinhos da vida tentarem te machucar,
lembre-se que nao existe viroria sem luta, assim
como nao alcançamos nada sem nenhum sacrificio.
Lembre-se da sabedoria da agua, ela apenas contorna
seus obstaculos.
Mas tu és o que és!
Até quando irei sonhar com o que não é?
Eu ainda me preocupo demais,
Mas eu preciso sentir paz.
És misteriosa,
És ardilosa.
És uma cobra venenosa...
Cada vez que me perco em seus olhos,
duvido que as estrelas ainda habitem o céu,
pois o universo inteiro parece morar em seu olhar
O amanhã é um breve futuro duvidoso;
A única certeza é o ontem, pois o hoje ainda pode ser interrompido.
A Sabedoria é como uma mulher: se você a entender bem, verás que ainda falta muito para conquista-la.
Ainda éramos incompletos, mas os nossos pensamentos percorriam juntos pela constância do tempo e assim nos fez um só.
Um homem posto de cabeça pra baixo ainda é um homem, mas a verdade de cabeça pra baixo não é do mesmo modo verdade.
“Cada ser carrega sua própria jornada: ainda que nasça na mesma família ou no mesmo lugar, o caminho que trilha é único, feito de escolhas, sonhos e descobertas que só pertencem a ele.”
Roberto Ikeda
Bom dia a todos, pensem nisto...
E você ainda acha que esta ruim porque come carne que não seja cozida na hora, e que sua casa esta pequena, e sem pintura!
Crie vergonha e ajude aqueles que vivem nas esquinas e come apenas os restos de uma sociedade ignorante e mesquinha...
(Zildo De Oliveira Barros)
Faz tanto tempo, até parece que tudo mudou — a vida, a rotina, a gente — e, ainda assim, esse sentimento não parou, sumiu, desapareceu ou, sequer, mudou.
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