Ainda mais te Amarei na Morte

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O que é sucesso para você?

Sucesso é subir no topo de uma montanha e apreciar o que ainda resta do que Deus nos reservou, abrir um sorriso largo e refletir sobre as pontes que construímos, as pessoas que beneficiamos, e sobre o direito de ir e vir sem culpabilidade consciente.

Ter a certeza de que o mar não vai nos engolir, pois alcançamos o ponto mais alto que poderíamos chegar com as armas que temos: nossa evolução, seguida de uma persistência que concilia resiliência e propósito.

A bagagem acumulada e dividida até a nossa partida vem da nossa persistência: tanto nas vezes que ganhamos e aprendemos, como nas vezes que perdemos e também aprendemos. Em todas as ocasiões, APRENDEMOS, e este aprendizado não precisa ir conosco para o túmulo.
Este acúmulo de experiências positivas e negativas vai nos tirar - em parte - do ciclo virtuoso de tentativa e erro. Tentaremos e erraremos cada vez menos, e aí nos questionaremos muito:

Por que melhoramos à medida que envelhecemos?
Por que demoramos anos para entender que as glórias e as infâmias não são eternas?

A resposta para todas as perguntas é: CICLO!

Se a vida é um ciclo, ora estaremos por cima, ora por baixo, e a sabedoria vai permitir que este círculo virtuoso traga mais glórias que infâmias.

Se partirmos do pressuposto que a vida começa aos 50, eu por exemplo, tenho pouco menos de 1 ano para acumular toda a bagagem que puder. Assim, pretendo glorificar minha reta final com aquele último gás de persistência, resiliência e propósito.

Por que farei isso? Para que minha paz silenciosa se torne o barulho das guerras que constroem ao invés de destruir.

⁠Não adianta tirar a sujeira do corpo,se a alma ainda está cheia de maldade.

⁠Minha avidez de agonias me fez morrer tantas vezes que me parece indecente abusar ainda de um cadáver do qual já não posso extrair nada.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Mesmo no fundo do mar e dentro de uma baleia, Deus ainda tinha um plano para Jonas.

⁠Há almas que nem o próprio Deus poderia salvar, ainda que se pusesse de joelhos e rezasse por elas.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Eu não sei o que quero,
Mas quero muito alguma coisa que ainda não sei.
E apesar de não saber
Já sei que quero!
Será que eu quero???
Talvez eu não saiba que isso me move a querer esse algo que quero mas que não tenho ideia do que seja...
Deve ser algo muito bom,
Muito gostoso de sentir ou tocar,
Não sei se é de comer ou chorar, não sei se tem sabor ou cor
Mas sei que pode ser algo além disso
Só não sei o que é...

⁠Se você está triste porque ainda não conseguiu realizar seu sonho, não se desespere, tudo tem seu tempo, por exemplo, o sol brilha durante o dia e a lua brilha à noite, então estude, prepare-se, porque um dia é a sua vez de brilhar. ✨

18/05/2022

⁠⁠se queres saber, questione. Se tens dúvidas, estude. Se ainda não sabes, aprenda. Ser burro não é ser leigo, mas sim falar do que não sabe.

⁠Todos nós temos alguma centelha de criatividade dentro de nós. Você apenas não encontrou ainda aquilo que acende a sua.

⁠Braços alados

Ainda “dispindurada” nos galhos
arrisco a “doçura” que se oferece
na pontinha ... prontinha para a mordida

ainda “estico” os braços
ao infinito abismo lacuna
para alcançar o “inalcançável”

Vez ou outra ainda “espatifo”
no chão... nesse voo rota
e lá se vão perna... pé ... coração
as pernas e pés se curam,
de novo alçam voos...

ah! O coração? levanta, sacode
a “poeira da palavra amar”...
e ama ainda mais... “novinho em folha”
fênix coração...
resolução poética
uma tal cura “estésica”...

⁠Infância balaio

No paiol das minhas memórias
ainda debulho sonhos
dedilho loucura
invencionice pura
moagem literatura

abundância balaio
ainda transborda vertigem
importância tamanha
aproxima boca manga
carne devorada alada

Sobrevoo livre
as bolinhas de gude
do maninho Roberto
ainda quicam nos meus olhos
fascínio nas dobras do tempo

Em tempo, a menina ainda me nina!

⁠Cordão condão...

Nas memórias do meu ventre
ainda sinto “pezinhos” ensaiando
vida... “mãozinhas” esboçando carinhos
“coraçãozinho” plasmando amor!

Filhotinh@s ainda tatuados em minha pele
pele que se abre qual botão em rosa viva
que abriga vida perfume essência
o amor tecido em ciência

Ciência paciência
mistério em memória rio
rio navegante
filhotinh@s tripulação coração
Cordão condão maravilhoso

⁠Somos “interrogação”...

As minhas interrogações
são passarinhos ainda no voo...
são estrelinhas delicadas
no firmamento do meu coração...

são borboletas ainda “lagarteantes”
em pré estréia de voo...
“lagarteando” e sonhando voos...

Minhas interrogações interrogam as suas...
minha interrogação... tua interrogação...
brincam nas dobras de nossas dúvidas
em estado de encantamentos
momentos delicadeza ternura beleza...

Minha interrogação reza e a sua, ora...
Por ora, somos cirandas e crianças
tentando decifrar o enigma amor...

⁠Ainda que os olhos vejam a verdade, os ouvidos escutem a verdade, tudo se perde numa boca que mente.

⁠O mundo gira todos os dias e você acha mesmo que nessas voltas que ele dá, a gente ainda não vai se encontrar?

⁠PONTE CHÃO CÉU

Ponte aérea da terra ao céu
voo baixinho...
“quase chão”...
mas ainda nuvem
Roço teu chão...

aos teus pés...
em teus pés...
sobre teus pés...
acostamento seguro
Chão asfalto
hora do beijo...

o céu desce ao chão...
o chão estremece...
e se ergue... “cambalhota”!
somos “marmota”...
nossa rota (des)torce nós...

tecemos tapete que voa
tecemos tapete que cobre o chão...
um só tapete...

⁠OLHOS "EM FLOR"

Dos meus olhos nasce
pé de estrelas!
As estrelas ainda “em flor”
anunciam “doçura”!
flor ternura

Jabuticaba florida
(Re)floresce no meu peito
jardim pomar estrelar
meu olhar sorri adocicado
minha boca sente a tua

o meu pé de estrelas estremece
alcança e beija o arco íris
descanso minha íris
no nosso céu

tuas mãos cheinhas
de jabuticabas e rosas
roçam minha pele

somos anjos
altar cama
corpos enlace
subimos ao céu...

⁠A Poesia Jamais Irá Morrer Enquanto o Homem Ainda Sonhar

⁠essa tua busca eterna
pelo amor alheio
ainda vai acabar contigo.

⁠E essa busca incessante de saber quem somos, e onde nos encaixamos, ainda vai nos deixar doentes.
Ansiamos pelo futuro e esquecemos de viver o hoje, nos preocupamos com toda problemática que talvez não venha a acontecer pra julgarmos nosso comportamento no presente.
Estamos presos ao nosso passado, carregamos ainda sem querer um peso gigante de situações que não deveriam estar mais em nossos pensamentos.