Agradecimentos a Jesus

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Nada serve melhor ao diabo do que uma Bíblia usada para dizer o que Jesus nunca disse.

Seguir Jesus é o processo de autonegação diária, onde você é desconstruído pela graça a ponto de morrer para si mesmo. É quando o seu 'eu' perde o trono que Cristo ocupa espaço em você.

Seguir Jesus não é um compromisso de domingo; é uma rendição diária que atravessa todos os dias da nossa vida nesse mundo caído.

Se Jesus acalmou a fúria do oceano com apenas uma palavra, o seu coração também pode encontrar descanso na mesma voz poderosa.

Se a Palavra de Jesus ordena ao mar da nossa vida que se aquiete e as ondas obedecem, por que cargas d'água a ansiedade ainda insiste em agitar nosso próprio coração? O mesmo Cristo que cessa a tempestade lá fora é quem nos convida a aquietar a alma e a descansar na plena certeza do Seu amor.

Nunca foi obstáculo para Jesus curar a rudeza impetuosa de Pedro, dissipar a névoa intelectual de Tomé, ou refrear a vaidade terrena dos filhos de Zebedeu. O calvário de Cristo não repousava na fraqueza dos homens sinceros, mas na farsa letal dos religiosos que simulam uma santidade que o coração desconhece. Jesus transita com graça compassiva por entre as feridas da nossa humanidade caída, mas ergue-Se em severo juízo contra a sepulcral hipocrisia da religiosidade formal.

Para Jesus, a limitação da natureza caída humana nunca foi um obstáculo intransponível para o perdão. Sua severa oposição, contudo, dirigia-se à falsa religiosidade e ao legalismo dos fariseus e escribas, que mascaravam a dureza de coração com uma falsa piedade.

Na Cruz, Deus revelou Seu amor sem reservas. Em Jesus, o pecado foi vencido, a culpa perdeu seu poder e o caminho de volta ao Pai foi aberto. Quem crê encontra perdão, reconciliação, esperança e a vida que nem a morte pode interromper.

O marketing do mundo prega a autoidolatria; o Evangelho de Jesus exige o autoesvaziamento.

As injúrias humanas não frustraram a missão de José, Neemias, Davi e Jesus. Deus converteu a traição em livramento, a oposição em edificação, a perseguição em preparação e a morte em redenção. Se o seu propósito não estiver enraizado na vocação que Deus lhe deu, as ofensas dos homens desviarão você da sua missão.

O Jesus dos Evangelhos caminhava entre o povo, curando, ensinando e acolhendo a todos gratuitamente. Sem palcos, outdoors, pulseiras VIP ou ingressos para "eventos" em Seu nome, Ele agia de forma oposta aos mercenários contemporâneos. Essa mercantilização da fé é fruto de um mercado ganancioso, a mesma hipocrisia religiosa que Ele mesmo combateu e desmascarou em Sua época.

O Evangelho puro e simples não entra no balcão de negócios da indústria religiosa. Jesus caminhava com o povo, partilhava a vida, curava as dores e manifestava a graça de graça. Ele jamais privatizou o Reino de Deus ou colocou uma catraca no mover do Espírito para lucrar com a fé alheia.

Se, para chegar lá, você precisa deixar Jesus para trás, então o destino nunca foi de Deus. Os caminhos do Pai jamais exigem que a alma negocie a verdade.

A semelhança com Cristo nunca foi um caminho para a popularidade. Quanto mais a vida de Jesus se torna visível em nós, mais natural é que desperte as mesmas reações que Ele despertou. Se a ausência de oposição nos tranquiliza, talvez valha a pena perguntar não o quanto o mundo mudou, mas o quanto Cristo é realmente visto em nós.

Jesus advertiu que Sua volta aconteceria num piscar de olhos, em meio a um momento de absoluta distração humana; e, francamente, nunca existiu uma geração tão anestesiada, dispersa e entorpecida pelo espetáculo da própria mediocridade quanto a nossa.

Jesus proclama verdades duras porque a realidade do pecado é severa. O amor confronta com a verdade; a bajulação conforta para a destruição.

Vir a Cristo, então, inclui arrependimento, auto negação, e fé no Senhor Jesus Cristo, e agrega dentro de si todas aquelas coisas que são o necessário acompanhamento destas grandes condições do coração, tais como a crença na verdade, diligência na oração a Deus, e submissão da alma aos preceitos do evangelho de Deus, e todas aquelas coisas que acompanham a aurora da salvação da alma. Vir a Cristo é exatamente a única coisa essencial para a salvação do pecador. Aquele que não vir a Cristo, faça o que faça, ou pense o que pense, está ainda “em fel de amargura e laço de iniquidade”. C.H. Spurgeon - Pregado em 7 de Março de 1858 por Charles Spurgeon No Royal Surrey Gardens-Londres.

Encontrando Jesus


Um barquinho de esperança...
num mar de incertezas...
a vida ao sabor das ondas...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
Dia e noite, noite e dia...
tenta preencher sua vida de alegrias vazia...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
monotonia, monotonia, monotonia...
a única certeza: a morte
Encontrar Jesus seria sua maior sorte...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá... pra lá...
Em um mar vasto, as dúvidas se perdem,
navegando está um barquinho de esperança serena,
ondas macias, seguras, serenas... acalmam o peito aflito,
guiado pela luz doce do amor de Jesus.
Cada balanço é cuidado divino, é o amor mais sublime a nos abraçar...
afasta tempestades pra bem longe, bem longe, traz paz ao caminho... soa como um afago... um doce carinho.
No silêncio da alma, um suspiro de fé...
um refúgio tranquilo onde a vida pode tranquilamente repousar.
Jesus, mestre das águas, farol no horizonte,
faz do medo brisa e do desespero canção,
em seu barco de bênçãos, navegamos confiantes,
até o porto seguro de eterno verão.
Se você não O encontrar... vai lhe tragar a morte.
Que falta de sorte!
E fim.

Quanto ao que os apóstolos escreveram sobre Jesus, será que ele disse tudo o que eles afirmaram? Ou terá dito uma parte? Ou não disse nada daquilo? Ou ainda ele poderia estar se referindo às lições do tio Bantuf. Em verdade, acreditamos no que agrada aos nossos preconceitos. A verdade é o que parece verdade.

Adorar a Deus ignorando Jesus é como tentar compreender Sócrates rejeitando Platão.