Agradecimento aos Meus Pais Já Falecidos

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Um olhar que lê o seu coração;
que suspende o tempo
e semeia a euforia,
que antes já não existia,
silenciada no abrigo da emoção.

Malandro é o Bidú,
que já nasce acordado e sabe de tudo.

É impressionante como as pessoas acham mas fácil voltar por caminhos que já deram errado do que procurar novos caminhos. A mudança só é alcançada quando trocamos de pele para viver novas possibilidades.

Até parece que eu já tinha te beijado em outra vida e que desde sempre você já era meu.

Não sei se era amor ou só calor mas naquele beijo meu mundo já não foi mais o mesmo.

Que coisa linda, ela já é bonita e sua alma mais ainda!

⁠A melhor das suas intenções não diz coisa alguma para quem já está predisposto a não o aceitar. Daí que não há equívoco a corrigir nem culpa a se resgatar, já que a reação do outro só pertence a ele e não fica sob o seu controle.

Não busco ser um exemplo; sou alguém que já errou e está tentando melhorar.

O único momento em que realmente podemos agir e mudar é o presente. Preocupar-se com o que já passou ou o que ainda virá é um desperdício de energia.

Demorei a levantar as velas certas, mas aprendi a navegar quando o mar já parecia perdido.

⁠Antes de eu tocar num pincel, eu já havia mergulhado meus olhos nas melhores obras já vistas.


O pássaro que voa tranquilamente; o sol que sai de casa de manhã, banhando o mundo com seu perfume gostoso de quentura; assim como também o canto dos pássaros em minha janela, toda vez que a abro para servir como porta-voz de doces vozes melodiosas.


Eu gostaria de guardar cada traço dessas lindas imagens em algo além do que apenas em meu coração, mas uma câmera digital é rápida demais, pois faria com que a missão de capturar o belo fosse ligeira como um trem — e o que desejo é me sentar num canto qualquer desse mesmo trem, (não mais em movimento) e sentir contra o corpo o mesmo vento que não pôde ser pintado naquele trem apressado.


Olho para uma foto que tirei de uma linda paisagem, mas não sinto seu calor.
Olho para a mesma imagem numa tela coberta de tinta e, no mesmo instante, meu coração se aquece.


De imediato...


Posso compreender que meu vento não está no mundo lá fora, ele já mora aqui dentro de mim.
Para fazê-lo sorrir, devo olhar para os únicos palhaços que conseguem pintar dentes reluzentes em meus lábios.
Dito isso, sentada numa cadeira do vagão, olho pela janela e vejo o circo acontecer diante de mim, com apenas a dança da gaivota e o vento seguindo o som do compasso do trem apressado.

Você me dói. Me dói como quem entra pela ferida já aberta e dança nela de sapato sujo. Me dói como febre que não quer ir embora, como saudade de um toque que nunca veio. Eu queria te amar com leveza, mas você me amarrou a um piano e me jogou no fundo do mar — e agora toda vez que tento respirar, sai uma melodia de dor.

“Tem alma que vaga porque já carregou peso demais. E mesmo cansada, continua procurando um canto onde finalmente possa descansar sem medo de ser ferida de novo.”

Vejo pessoas por aí
andando bem devagar
você acabou de entrar e já vai sair
mesmo você não estando no mesmo lugar
que todas essas pessoas .


Me libertei de tristezas
desviciei de fraquezas
e todas as minhas fortalezas
agora estão se acumulando.


Tenho muitos sonhos
mas não sonho nada
de noite no meu quarto
eu fico parada
na imensidão da noite.

“O silêncio do observador não é ausência de compreensão, mas a decisão serena de quem já entendeu o bastante para se retirar.”

Faça a diferença, o mundo já está cheio de pessoas iguais.

Quem já conheceu o brilho das estrelas, não se contenta com qualquer brilho

O julgamento excessivo nos impede de enxergar a beleza que já existe em nós. O amor-próprio é um antídoto para esse ritmo frenético.

Dessa vida, já tive tudo. Quase tudo.
Desde aquela alegria contagiante que acordava comigo todas as manhãs.
Até aquela tristeza de não querer mais abrir meus olhos.
Já estive tão farto quanto já estive tão faminto.
Já senti que iria derreter. Já senti que iria congelar.
Já amei. Já odiei. Já tive raiva. Já acalmei.
Dessa vida, já tive tudo. Quase tudo.
Só não tive medo dela.

Hoje, eu, depois de tantos anos, vi a mulata da minha vida.


Ela já não tinha mais aquela aparência da nossa adolescência.
Tinha se tornado uma mulher madura.
Estava tão bela, que nem uma deusa chegava aos seus pés.


Ela estava ajudando os necessitados.
Continuava com a sua bondade e gentileza.


Em algum momento, ela olhou direito pra mim.
Porém, imagino que já havia me esquecido.
Mas eu estava muito diferente.


Pois ela mudou para melhor.
Eu fiquei pior.
Não só de aparência, mas também de alma.


Mas senti que ela olhou dentro de mim.
Como se visse minha alma.


Ali, eu desabei.
Chorei como uma criança.


Ela estava vindo até mim.
Porém, eu fugi.
De medo e vergonha.


Quando cheguei em casa,
eu lembrei de nossa época da escola.