Agradecimento á Escola
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
A Dialética Oculta da Salvação Seletiva: Egoísmo e a Perversão da Clemência…
Ao contemplar a conduta dos que se prendem à rigidez da letra religiosa, alheios à profundidade do espírito que anima os ensinamentos de Cristo, descortina-se um panorama de inquietantes dissonâncias na trama da moralidade humana. Há, nesse cenário, uma dualidade desconcertante: a voz que proclama indulgência e absolvição, com o timbre da virtude, contradiz-se nos recessos silenciosos onde se arquitetam, sob o véu da arcada dentária, julgamentos severos e irrevogáveis. O contraste entre a palavra e o pensamento revela uma tessitura ética paradoxal, onde a superfície luminosa da compaixão pode ocultar a sombra austera da censura.
Sob essa máscara de piedade, percebe-se um prazer velado na queda alheia, um deleite quase pérfido diante do espetáculo da expiação, como se a redenção do próximo fosse tributária de uma dívida imaginária, concebida para alimentar o orgulho de quem observa. É uma fé corrompida, onde o nome de Jesus, invocado com solenidade, serve mais à vaidade do que à virtude. Há, nesses espíritos, uma estranha satisfação em vislumbrar a condenação de outrem, pois a salvação do faltoso lhes parece um artifício que destitui de sentido sua própria pretensa superioridade. Em sua visão empobrecida, a graça divina não pode abarcar aqueles que desprezam, pois isso subverteria sua concepção de justiça, fundada não no amor, mas na exclusividade. Assim, empunham as escrituras para afirmar que "Deus é amor", mas em seus corações arde o desejo de um paraíso segregado, onde a alteridade seria um intruso a macular a santidade.
Essa postura, marcada por uma miopia espiritual, denuncia a fragilidade de um ethos que proclama unidade, mas teme a comunhão. O triunfo do outro, ao invés de ser celebrado, é recebido com inquietação; a prosperidade alheia, longe de inspirar alegria, acende a fagulha da inveja, disfarçada sob mantos de falsa serenidade. Surge, então, a questão primordial: seria a alegria diante do êxito do próximo um reflexo sincero de fé na providência divina, ou apenas uma máscara que oculta o azedume de uma vaidade ferida? É nesse confronto que a alma se desnuda, revelando sua verdadeira natureza.
Ao sondar os abismos do próprio espírito, descobre-se a linha tênue que separa a virtude genuína do vício dissimulado. A resposta à ventura alheia, seja ela uma exultação legítima ou um ressentimento velado, expõe as filigranas mais sutis do caráter humano. E assim se tece o drama da existência: uma luta constante entre a grandeza que se aspira e o egoísmo que nos ancora, entre o amor que liberta e o orgulho que aprisiona.
A humanidade e a espiritualidade…
Em meio ao caos intrínseco da modernidade, onde o tecido social se fragmenta em uma miríade de interesses particulares e narrativas conflitantes, torna-se urgente refletir sobre os alicerces que sustentam a existência humana. A cada gesto, a cada escolha, delineamos um traço do que somos e do que desejamos nos tornar. Contudo, o que vemos, tantas vezes, é a espiritualidade reduzida a uma mercadoria, uma ferramenta de barganha, um instrumento para atender caprichos e alimentar a ânsia por benefícios pessoais. Que caminho é este, onde o sagrado é invocado com o estalar de dedos, como se a transcendência pudesse ser manipulada para servir apenas ao ego?
Este cenário desafia-nos a questionar as raízes de nossa humanidade e os valores que dela emergem. Há, entre muitos, uma fé que se dobra sobre si mesma, incapaz de transbordar para o outro, para o coletivo. É uma crença que clama por bênçãos, mas que esquece de abençoar; que pede luz, mas não se dispõe a ser farol; que se recolhe em um casulo de desejos próprios, alheia ao sofrimento que reverbera ao seu redor. Assim, a espiritualidade torna-se um reflexo de um mundo de espelhos, onde o único rosto visível é o próprio, e o outro desvanesce, invisível, irrelevante.
Há também aqueles que, presos em sua própria apatia, abdicam do esforço em nome de uma espera passiva, quase pueril, por milagres que substituam o árduo trabalho de se construir. Esperam, como quem olha para o céu em busca de um cometa, que algo ou alguém lhes entregue o que não ousaram conquistar por conta própria. E, enquanto aguardam, deixam germinar em si a inveja corrosiva, a hostilidade silenciosa em relação àqueles que se atrevem a crescer. Tentam bloquear o avanço alheio, não percebendo que, ao fazê-lo, sabotam a si mesmos e perpetuam o ciclo de mediocridade que os aprisiona.
Neste cenário, somos levados a perguntar: que humanidade é esta que renega o potencial de sua própria grandeza? Por que tememos tanto a responsabilidade de evoluir, de nos especializarmos, de nos tornarmos melhores, mais íntegros, mais autênticos? Por que preferimos a hipocrisia confortável à verdade que confronta e transforma? A resposta talvez resida no fato de que o caminho da evolução é árduo e exige renúncia: renúncia ao egoísmo, à ilusão de superioridade, à preguiça de se olhar no espelho e enfrentar aquilo que mais tememos em nós mesmos.
A espiritualidade genuína não é uma moeda de troca, nem um refúgio para a vaidade. Ela é um chamado à transcendência, não apenas do mundo, mas de nós mesmos. É uma prática que nos desafia a reconhecer a interconexão de todas as coisas, a ver no outro um reflexo de nossa própria essência, a agir com bondade sem esperar retorno, a construir um bem que seja maior do que nós. Não há espiritualidade verdadeira onde há inveja, onde há indiferença, onde há a recusa em crescer. Não há transcendência onde falta coragem para olhar além do próprio umbigo.
Se quisermos escapar do estado caótico que nos envolve, precisamos, antes de tudo, mudar a direção do olhar. Precisamos abandonar a busca por atalhos e aceitar que o crescimento é lento, porém necessário; árduo, mas libertador. É preciso cultivar a bondade como um ato revolucionário, como um gesto de resistência diante da fragmentação do mundo. É preciso abandonar as máscaras da hipocrisia e vestir a autenticidade, mesmo quando ela nos desnuda diante de nossas falhas. É preciso compreender que a verdadeira grandeza não reside no que acumulamos, mas no que compartilhamos; não no que conquistamos sozinhos, mas no que construímos juntos.
A humanidade não está condenada ao fracasso, mas tampouco está garantida no sucesso. Somos uma obra inacabada, uma promessa ainda por cumprir. E cabe a cada um de nós decidir se seremos artífices dessa construção ou cúmplices de sua ruína. O futuro que almejamos, de paz, de harmonia, de plenitude, não será dado; ele será criado, tijolo por tijolo, pela força de nossas mãos, pelo brilho de nossas ações, pela pureza de nossas intenções. E, ao fazermos isso, descobriremos que a verdadeira espiritualidade não nos eleva acima dos outros, mas nos une a eles, em um laço inquebrantável de humanidade compartilhada. Que possamos, então, abandonar tudo o que nos apequena e nos entregar, com coragem e integridade, à tarefa sublime de sermos plenamente humanos.
A inveja: Origens e Efeitos…
A inveja, esse sentimento intrincado e corrosivo, manifesta-se inicialmente de maneiras sutis, quase imperceptíveis. Não raro, ela brota de um desconforto íntimo, uma comparação silenciosa que se estabelece no recôndito da alma. A alegria do outro, que deveria ser motivo de celebração, transforma-se em um fardo insuportável, um lembrete cruel daquilo que o invejoso julga não possuir. Essa faísca inicial, muitas vezes, acende-se com um olhar enviesado, uma observação mordaz disfarçada de brincadeira, ou um elogio que carrega consigo uma pontada de rancor. É a tristeza profunda que emerge da constatação de que o outro ousa viver e experimentar a plenitude que a covardia impede o invejoso de alcançar.
Na essência, a inveja é a dor que se sente diante da felicidade alheia. É a incapacidade de celebrar o sucesso do próximo, de reconhecer o valor do outro sem que isso provoque um abalo na própria autoestima. Essa dor, quando não é reconhecida e trabalhada, transmuta-se em um desejo latente de aniquilação. Não se trata apenas de não querer que o outro possua, mas de desejar ativamente que ele perca aquilo que tem, que sua luz se apague. É uma doença silenciosa, que não se revela em exames clínicos, mas que corrói o indivíduo de dentro para fora, transformando a admiração em ressentimento e a inspiração em desejo de destruição.
O comportamento do invejoso é multifacetado e ardiloso. Ele pode manifestar-se por meio de críticas disfarçadas, sabotagem velada, ou até mesmo um silêncio carregado de má vontade diante das conquistas alheias. O invejoso raramente confronta abertamente; prefere agir nas sombras, disseminando dúvidas, desvalorizando esforços e minimizando êxitos. A felicidade, a leveza, a paz e o brilho do outro tornam-se, para ele, afrontas pessoais. Em vez de olhar para dentro e buscar a própria evolução, o invejoso concentra sua energia em apagar o que não compreende, em destruir aquilo que brilha e o lembra de suas próprias limitações e inseguranças.
O auge dessa dor não gerenciada pode levar a desfechos trágicos e impensáveis. Quando a dor se torna ódio, e o ódio se transforma em arma, a vida do outro, que antes era apenas um espelho incômodo, passa a ser um alvo a ser aniquilado. Vivemos, de fato, em tempos que parecem sombrios, onde a simples expressão da felicidade pode ser um gatilho para a malevolência. No entanto, é fundamental resistir à tentação de diminuir a própria luz para caber na escuridão alheia. Brilhar, amar a vida e ser autêntico são atos de coragem em um mundo onde a inveja tenta impor seu véu opaco. O brilho de cada um é um espelho que reflete a dor de quem nunca teve a bravura de ser quem realmente é. Que, apesar dos pesares, a luz jamais se apague.
Não esqueça que antes de ser gelo frio, fui água natural; lembre-se que entrar no “congelador”, nunca foi minha escolha!
A mediocridade nos faz almejar apenas um espaço, enquanto nossa capacidade nos possibilita conquistar o mundo!
A vida adulta trás consigo uma linha tênue entre liberdade e responsabilidades. A liberdade de fazer o que se quer e a responsabilidade de não o fazer pois nem sempre o benefício é maior que o custo. Durante a adolescência a frase celebre é " Quando eu tiver tiver 18 anos" Ah doce inocência da juventude.
A noite escura da alma
No deserto escuro de uma alma sem força.
Não é possível encontrar o caminho, nem saída, nem entrada.
Não se sente o cheiro doce da flor, nem o refrescante toque da garoa.
A lua não brilha perto, o sol já não esta repleto.
As palavras geram ecos, os sistemas neurais já não subsistem a ociosidade cognitiva do desencorajamento cerebral.
As decepções não emocionam mais, o inconformismo não traciona a vontade.
As decepções não geram traumas capazes de esgotar a dor do vazio.
A vida carrega em si o peso de um globo oco, escuro e frio.
O salvador não pode salvar aquele que nem vive nem morre, nem dorme, nem sonha.
No escuro não há vida, nem luz, nem produz, só há dor, nem amor, nem calor, nem valor.
No escuro não há depois, nem talvez, só o fim.
Mesmo assim, escuro não tem fim, nem inicio, escuro é obtuso, é nada.
O escuro transcende a imagem, os sentidos, o escuro é em si mesmo a razão.
No escuro não se tem paixão, nem valor, só pavor.
O escuro não tem alma, mas tem a calma e o barulho silencioso do desespero.
No escuro, não existe abandono, nem perseguição, nem desanimo, nem angustia, só o horizonte imóvel, estático, apático.
A escuro anoitece a alma.
A controvérsia do mal
O barulho que o silêncio faz é ensurdecedor.
A alegria que a tristeza sente ao nos dominar é aterrorizante.
A coragem que o medo tem de nos enfrentar é desesperador.
O alívio que o sufoco sente ao nos tomar é agonizante.
O paralelo da morte é lancinante no escuro das incertezas.
O cheiro que fica no ar após um massacre de dúvidas é agonizante.
A escuridão do mundo aquece o instinto mórbido do mal.
O esquecimento é tão triste quanto a morte estando vivo.
O desejo veemente de alívio e paz, nos leva a caminhos que nenhuma luz é capaz de alumiar.
A vida é uma árvore e deve ser regada dia após dia, com chuvas de experiência, e adubada com toneladas de resiliência. E um dia, quem sabe, dará um fruto chamado vitória.
A Morte
Tenho a sensação que a morte esta próxima, talvez não próxima de mim, mas próxima de nós.
Nestes últimos dias tenho visto muitos amigos se despedindo de alguém, algum amigo, conhecido, familiar em fim sinto a morte próximo.
Sempre ouvi de amigos que conforme ficamos mais velhos vamos tendo mais contato com a morte, começamos a perder familiares pela idade, os conhecidos, os professores, os vizinhos, os familiares mais velhos, as pessoas começam a partir.
O nosso ciclo de convivência muda, vamos ficando ainda mais vazios, pois cada pessoas que se vai leva um pedaço nosso, leva uma parte da nossa história, leva um pedaço nosso consigo.
Epicuro um filósofo de mais ou menos 300 antes de cristo é conhecido por ter contribuído para libertar as pessoas do medo sobretudo, da morte. Ao considerar o ser humano como uma entidade coesa, formada por um conjunto de átomos em movimento, Epicuro concebe o fim da vida como um processo tão inevitável quanto natural, descrito como a simples dissolução dessas partículas elementares - que, mais tarde, se reunirão novamente, dando origem a outros seres. Razão pela qual o filósofo sustenta: "A morte nada significa para nós". Ao contrário do que acreditavam Sócrates e Platão, ele justifica sua convicção: "A morte é uma quimera: porque enquanto eu existo, ela não existe; e quando ela existe, eu já não existo".
Outros filósofos possuíam uma visão a cerca da morte, mas cada um em sua linha de pensamento denotavam de forma peculiar a importância da morte em nossa vida.
Caminharmos de encontro a morte desde o momento em que nascemos, o que nos diverge dos filósofos está exatamente na importância que damos a morte ou não.
Visto que viver é uma preparação inevitável e temporária para a morte talvez aquele que se refugia no medo morra antes.
Se levarmos ainda em conta a visão dogmática que as religiões dão para a morte poderíamos supor Que estar vivo na verdade é estar morto, e morrer é verdadeiramente nascer para a vida, o que deveria na verdade nos impulsionar ou nos tranquilizar acerca da morte material, isso sem levarmos em consideração a questão espiritual do tema "morte" ou da possibilidade de continuidade da matéria extra corporal.
Neste contexto sinto que a morte é uma exigência universal a favor da continuidade da vida plena, já que para nortear a vida que levamos e até mesmo nossas ações devemos temer ou esperar a morte.
O que nos aproxima de ente querido em desavença é a possibilidade da morte levando consigo a impossibilidade de reconciliação, o que motiva grande parte da sociedade é o trabalho árduo por anos a finco para no momento de morte prover a quem fica a estabilidade de viver uma vida mais tranquila até morrer, neste árduo ciclo vicioso morremos sem nunca termos vivido ou sem entendermos ao certo o que é viver.
Nascemos para a morte e morremos para a vida.
Talvez se levarmos em conta este último estrofe, na verdade tudo o que deveríamos aprender em vida seria como nos preparar para morte, chego a pensar que nossa vida teria muito mais sentido e sentimento do que valor visto que passaremos uma eternidade mortos e algumas décadas vivo, isso mais uma vez dependendo do dogma religioso que acredite.
Talvez o único consenso dogmático religioso existente em todas as religiões está no fato de que para se ter uma eternidade pós morte tranquila, devemos ter uma preparação em vida de forma a dar mais valor ao sentimento de ser do que o sentimento de ter ou de necessitar, já que tudo o que se refere a ter obrigatoriamente ficará por aqui é não morrerá conosco.
Logo nossa principal lição durante a preparação para a morte ou seja vida, deve ser que independente do que você acredite você morrerá e quanto mais feliz você se sentir melhor será sua experiência pré morte ou pós morte.
Claro que tudo isso na verdade se acreditarmos que somos seres imortais, seja em espírito ou em consciência.
Pois sem está crença a morte e a vida se tornariam a mesma coisa.
A noite se foi, o sol raiou
Nossas forças ele renovou
O dia apenas começou e com ele a esperança ressurgiu.
Teremos uma vida nas próximas horas, muitas coisas podem acontecer, por isso faça valer.
Faça valer a pena, valer ter vivido, valer por ter sofrido, mas no final ter sorrido.
Nada é perfeito, nada é fácil, nada é impossível.
Tudo o que precisamos é viver o que deve ser vivido.
Murmurar não nos ajudará, postergar e não se entregar só irá nos atrasar.
Mete a mão vai pra cima, cria o clima, se é difícil é por que vale a pena.
Pena mesmo é perder tempo, oportunidade, perder a coragem.
Se for fácil faça se for difícil, ora e arregaça, chora mas faça.
Com o tempo vem o hábito, vem a recompensa, agora pensa, se a recompensa for o arrependimento de não ter tido a coragem de fazer deste dia, o dia, triste muito triste.
Imagina um sentimento bom, imagina algo para sua vida, imagina você, um sentimento bom e a alegria por ter lutado, conquistado.
Quem luta nunca perde, quando não ganha, evolui.
Quando evolui ganha algo que nem sempre quem vence fácil adquiri, experiência, vivência, bagagem.
Mas não a bagagem que se carrega com as mãos e que cabe em uma valise.
A bagagem que se leva para além do horizonte, para um lugar onde malas não entram, só o que entra é o espectro de tudo o que foi, viveu, aprendeu, evoluiu.
Hoje pode ser só mais um dia, mas também pode ser "o dia".
Tudo é questão de escolha.
Nem sempre errar
É errado
Porque é na insistência
Que se vem o resultado
Com maior eficiência.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026
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