Agradecimento á Escola
A consciência de pertencimento de uma identidade é acolher a ancestralidade que nos convoca a vida.
A voz que ecoa em mim
é canto de liberdade que me guia.
É a voz de todas que vieram antes
e ainda caminham comigo.
A elevação de consciência demora para a maioria das pessoas porque elas não querem ajudar os outros. Elas acham trabalhoso, desinteressante e inútil.
A jornada de autoconhecimento começa quando percebemos que muitas vezes preferimos morrer numa prisão conhecida do que viver uma liberdade desconhecida.
"A Torre que tocava o céu"
Construiu-se um dia, em pedra dourada,
uma torre tão alta, tão bem desenhada,
que o próprio céu, em sombra e fulgor,
curvou-se ao seu ápice, tomado de dor.
O rei que a erguia dizia sorrindo:
— Tocaremos os deuses, estamos subindo!
Ninguém mais morrerá, ninguém mais cairá!
Seremos eternos, além do que há.
Mas quanto mais alto se erguiam os muros,
mais fraco tornavam-se os elos futuros.
A torre, tão firme, perdeu sua base,
e o rei, cego em glória, ignorou a fase.
Até que um dia, sem som ou aviso,
uma pedra caiu do paraíso.
Depois outra, e outra, e então o trovão
desfez a torre com a mesma mão.
O rei foi soterrado no brilho que quis,
num império que nunca o fez feliz.
E dizem que ainda, por entre os escombros,
ecoam seus gritos: desejos sem donos.
Pois a queda é o fim de quem se recusa
a aceitar que a alma também tem sua lusa.
A ruína não nasce da noite ou da sorte —
ela é o preço de zombar da própria morte."
A fundamentação que infere pelo enriquecimento ilícito a indenização por dano moral à parte menos favorecida nas relações de consumo é uma distorção principiológica que perpetua a injustiça e estimula o descumprimento das leis e normas consumeristas.
A destruição ambiental que se alastra pelo planeta não é apenas um problema técnico ou político — é, antes de tudo, um sintoma psíquico.
A forma como tratamos a Terra reflete, com precisão simbólica, a forma como tratamos nossa própria natureza interior.
A cultura do espetáculo, humilhação e eliminação transformou-se em um palco coletivo para a catarse das sombras humanas.
A sombra coletiva, camuflada de moralidade, encontra no tribunal digital uma forma segura de extravasar pulsões que não foram elaboradas internamente.
O que está por trás desse mecanismo é o desejo de não olhar para dentro, ignorância da própria sombra.
A intolerância religiosa é o eco de uma mente que se recusa a ouvir a humanidade no outro, trocando a fé pela cegueira e a convivência pela violência.
A mulher
Com um vestido rosa e branco
Segurando uma vara de pescar
Mostra-se a simplicidade e a beleza
Que modifica a forma de enxergar
Voa o anzol e pega o peixe
Tira-se o peixe e devolve ao rio
Que ato tão sublime que contagia
O ser numa tarde de domingo
A felicidade está
Em contemplar
O simples
O diferente
O que pulsa
E o que deixa o gostinho
De amor dentro do peito
A vida é
Intensa
Ousada
Profana
Sagrada
Quatro fases diferentes se resumem
Uma vida passado
No presente
E no futuro
Nos olhos
Nos sorrisos
Nos corações apaixonados
Se envolvendo formando
Um ser
A ferida causada pelo amor
É a tristeza de um coração
Louco por carinho
Atenção
E comprometimento
Com a profunda essência
De uma alma que
Se deu para a paixão
E não foi correspondido
Pelos desejos que cobiçava
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