Agradecimento á Escola
"A liberdade me atenta, com doçura me cerca.
Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela.
Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela.
No fim, não existia magia nas estrelas cadentes, eram só pedras.
Roguei ao brilho, para me fazer estar junto dela.
A paixão, inspira parvos devaneios e certezas sobre coisa incertas.
A paixão é o flagelo dos poetas.
A felicidade mora nos lábios dela.
Templo de perdição, onde o meu eu, incompleto, se completa.
Já é tarde, acabou nosso tempo, me cansei das batalhas, perdi essa guerra.
Um clima lúgubre, tomou conta de nós, logo nós, que éramos festa.
Prisioneiro do seu amor, vem a liberdade e me atenta e com doçura me cerca.
E novamente, derrotado, não evito tais mazelas..."
"A maior maldição humana, é esquecer coisas que, se possível, teriam sido eternizadas, em um único momento.
Eu odeio nossa materialidade, eu odeio o tempo..." - EDSON, Wikney - Reflexões
"Talvez, não deveria ter sido.
Deixe-a ir embora, como as ondas do mar, como as águas de um rio.
O que mais eu poderia ter oferecido?
Amor e paixão, foi tudo o que me restara e dei-lhe tudo o que sobrou comigo.
Se em seu peito, ousar me matar, peço-lhe que me enterre, na curva do seu sorriso.
Que minh'alma, pela eternidade, faça do seu abraço, um abrigo.
As vezes, me pego rogando aos céus, implorando pra que tudo seja apenas um delírio.
Amar-te é meu martírio.
Essa solidão é o meu calvário e não sou capaz de suportá-lo, invejo o próprio Cristo.
Hoje, já não existe mais eu, não existe mais nós, o que farei com os apelidos?
Onde jogarei tudo o que fora vivido?
Dai-me pai, um alívio.
Dessa profundidade, um respiro.
Fito as estrelas, lembro o seu nome e faço um pedido.
Duvido muito que o céu atenderá meu pedido.
Mas tudo bem, estou tranquilo.
Talvez, não deveria ter sido..."
"A próxima vez que nos encontrarmos, tentarei não te olhar.
Tentarei não te amar.
Tentarei não perder o meu ar.
Olhos de mel, quando fitei-lhe, desaprendi a respirar.
Imaginei eu vislumbrando a leveza dos seus passos, naquele doce bailar.
Quando nós trocamos olhares, mal sabia eu, que fitava o abismo e ele me olhava de volta.
Você não hesitou, mas eu pisquei, condenei minha'alma ao Gólgota.
Mas eu estarei lá.
Sonhando-nos, como em prosa.
Tracei um objetivo, que me causará tremenda alegria em falhar.
Tentarei, da próxima vez que nos encontrarmos, não te olhar..." - EDSON, Wikney
"A nós homens, não existe dor incurável.
Dor de amor, a dor do luto, com o auxílio do tempo, tudo é curável.
Somente a saudade, nos é irrefreável.
Quando em saudade, o todo, nos é totalmente instável.
A tristeza é inenarrável.
O tempo, inexorável.
Mas a beleza daquela mulher, inefável.
Eu sou um poço de amarguras, cada ferimento, cada cicatriz; incurável.
Ela é poço, e minha sede, insaciável.
Meu leitor percebe, que meu amor por ela, é algo notável.
Aos amores e casais deste obsoleto mundo, é invejável.
Amenizo minha dor com cada momento, que tornou-se memorável.
Agradeço ao Deus, por fazer não existir, a nós homens, dor incurável..."
Eu viajei no tempo para proteger ela.
Chamei-a de meu amor, doce anjo, Cinderela.
Minha miragem, felicidade, minha aquarela.
Pinta minha vida com seu sorriso, como em tela.
Infelizmente, a vida em qualquer tempo é só mazela.
Pr'outro amor, ela desviou os olhos dela.
Infinito é o tempo, e o amor dela por mim, só quirela.
O amor é libertador; o amar, uma cela.
Sua ausência criou um cortejo onde era festa.
Lembro-me que meu passado era o nosso presente, e eu planejava um futuro com ela.
Hoje, não importa em qual tempo, cada minuto se rebela.
Quando lembro de nós, do que poderíamos ter sido, o relógio da minha vida congela.
O passado fora tão bom, o presente é amargo e o futuro sem você são só trevas.
Sonho agora em voltar no tempo para amar ela...
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…
A coisa mais difícil que existe é confiar em mim mesmo. Mas também, como posso confiar em alguém que ama de todo ser alguém como você?
A grande maioria das pessoas pensa estar certa, algumas sabem ouvir e raramente aparecem aquelas que assumem estar erradas, talvez, por isso, os tolos ultrapassem em bilhões os sábios...
A multidão de palavras que saem da boca, é a própria porta para acusar-se
asi mesmo quando se menospreza a sabedoria do ouvir.
A aparência em forma de consciência, é apenas a ponta do “iceberg”, pois alguns sentimentos dentro de um relacionamento, são benevolentes dissimulações nas quais só se consegue descobrir devido a uma deficiência de conduta por falta de atenção de quem a efetua.
A validade de uma palavra é determinada pelo efeito que ela causa e a postura que quem a proferiu. Um pensamento germinado só vai se desenvolver, se for alimentado.
O que vale realmente a pena, é olharmos para dentro do “eu” e vermos a extraordinária integridade pessoal sendo refletida naqueles que ao se aproximarem, não terão dúvidas de que serão valorizados em seus detalhes.
A dívida sentimental que uma pessoa pensa ter com outra, às vezes pode ser uma deficiência despercebida de amor-próprio.
A Causa material, a causa eficiente e o motivo formal, são apenas coadjuvantes quando uma pessoa não entende que a "verdadeira felicidade" esta dentro de si — caso contrário, independentemente de seu destino com suas belezas, a "infelicidade" sempre estará de braços abertos para saudá-la.
A coragem é, a cima de tudo, a qualidade que permite uma pessoa “ser” mais “ser humano” do que religioso.
Sermões se dispersam com o vento e não sobrepõe “atitudes”!
Sentimentos e opiniões instáveis agem ao presente através de pensamentos, emoções e reações não resolvidas!
A leitura permite uma pessoa ser mais comprometida com seu próprio ser — a sabedoria e o conhecimento dão sentido à vida e permite fazer o melhor uso de sua liberdade com o universo.
Quando uma pessoa não lê, ela trava sua capacidade de ser tornar melhor, nutre seu achismo e seus julgamentos reflexos.
A limitação da honra se dá devido à aceitação de outras pessoas frente as atitudes e motivações.
A felicidade! Depende apenas do próprio indivíduo!
Todos nós nos encontramos em um estado de uma realidade indispensável, “a felicidade”!
A felicidade não está em nenhum lugar além da própria mente de seu “ser”, “ser verdadeiro”, sua motivação e atividade de quem a fragmenta.
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