Agradecimento á Escola

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​"A alma não precisa de legenda quando a energia é pura; bebês e animais não leem palavras, eles decifram o espírito, e se eles se aproximam sem medo, é porque reconheceram em você um porto seguro que a maldade do mundo ainda não conseguiu corromper."

Valor devido


Valorize o que você tem enquanto não é custoso,
Daqui a pouco você perde e não terá mais.
A vida nos ensina que perder é doloroso,
Pessoas e oportunidades vão e não voltam jamais.


O bom mesmo é evitar arrependimento
Depois que perde, vai também o prazer,
Pois era aquele o grande momento
E a oportunidade era mesmo pra valer.


Sobre pessoas, valorize se está perto
Depois que se vai, não há nada a fazer.
Em especial quem está ao nosso lado, decerto.
São pessoas importantes que nos dão prazer.
Prazer na fala, na companhia, no amor e no afeto.


Raimundo Nonato Ferreira
Fevereiro/2026

Qualquer ideia pervertida não é para ser censurada, mas sim exposta para outros aprenderem o que é indecente ou repugnante.

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
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⁠A morte é tão temida por uns,desejada por outros,mas também, pode ser o descanso para quem muito já viveu.

Uma mensagem me fez pensar em um milhão de coisas, até uma conversa mostrar que dois corações só conseguem ser felizes juntos.

⁠A grandiosidade quer ser lembrada. A significância quer estar presente.

⁠A virtude não nasce da ausência de tentações, mas da negociação silenciosa com elas.

⁠Não me pergunte se eu sou mais emocional ou racional, pois eu opero constantemente sendo ambos — o sujeito emocional e o racional — porém, estabeleço uma hierarquia, onde o emocional raramente dá a palavra final.

“A maior ironia do tempo é ensinar o valor da vida enquanto conduz, inevitavelmente, à consciência da morte.” — Leonardo Azevedo.

"A jornada de ser gente de verdade é o retorno ao nosso estado mais íntegro. Deixamos de ser imitações para nos tornarmos expressões únicas da vida"

E se você agora está se arrastando, casado(a), preso(a)...
E se, ao conseguir sair, perceber que agora tem belíssimas asas?
Era só uma metamorfose.
Agora voe, bela borboleta!

⁠A ÚLTIMA QUIMERA:

São duas as estradas
Que me tomam, afinal.
Ambas paralelas, bifurcais.
A de ser tua,
Conduz-me a teu final.
Logo deixo a outra, abstrata
Sem a luz de teus sinais.

⁠⁠⁠⁠DIALÉTICA
Eu, tão insolente,
Quase insólito.
Você, ali, evidente.
Ângulo, cortês.
Teses a meu respeito
Em síntese,
Pises de mansinho
Pode estar meu
Coração.

"A amizade não tem preço". Ledo engano, a amizade tem preço sim!
Pague-o com amor, respeito e consideração e você comprará muitos amigos.

⁠A felicidade nunca será plena quando sentida sozinha.

"A maldade de quem julga não define o caráter de Isaque Ramon Correia Cláudio."

"A verdadeira riqueza não é o que se gasta, mas o que se transforma. Criar um império onde antes só havia pó é a prova final de quem tem a visão que poucos alcançam."

"O erro de muitos é confundir o topo da montanha com quem a construiu. O legado que eu ergo não é apenas trilionário em números, mas infinito em propósito."

"A riqueza trilionária começa no espírito. Quem tenta brilhar com a luz dos outros sempre acaba no escuro, mas quem é autêntico torna-se o próprio sol."