Agradecimento á Escola
“A pessoa vingativa encontra conforto no sofrimento alheio; não se arrepende, não busca evoluir, e incapaz de sair do próprio fundo do poço, prefere puxar os outros para a escuridão onde escolheu permanecer.”
A timidez é o maior meio de tortura. Pois nos prende no labirinto do subconsciente e nos priva da exposição.
A pessoa que só vive para multiplicar tesouros, divide menos amor, soma mais maldade e diminui alegrias. Como consequência o dito cujo, será o quociente da solidão, o produto do ódio e o resto de uma vida vazia.
A cobiça é o fruto da proximidade. Essa que desencadeia na concupiscência.
" ninguém inveja alguém longe de seu convívio. Para o ser humano, é melhor perder, a ter que presenciar a prosperidade daqueles que o cerca".
A paixão é como a fome. Depois de saciada deixa de existir. O manjar dos Deuses tão cobiçado e apetecido, entra vertiginosamente num marasmo. Aquilo que era necessário e encantava, não importa mais.
A falsidade se encontra atrás de um sorriso, a beira de um abismo, e no âmago do dissimulado.
(021114)
A PAIXÃO
A paixão não é nada mais do que a cobiça, ou o desejo de possuir-te outrem. Quando apossa-te; A sensação do êxtase da realização, envaidece tanto a dita cuja, que os olhos que dantes irradiavam quando o avistava, agora reflete luz quando observa-se outro.
021015
A soberba
O indivíduo que se vê no cume, se torna arrogante, insensato e insensível. Esquece que a vida é cíclica, e que os ciclos não são uniformes. O sabor da vitória deve ser intenso num dado momento, mas comedido posteriormente. Senão enquanto o soberba comemora de modo exacerbado, seu oponente planeja, executa e vence.
310722
A mesma árvore que fornece a sombra
Para lhe proteger do calor
ao meio dia, é a mesma que lhe tira a luz do sol, numa manhã bem fria. Assim é a humanidade, não existe perfeição! Em nenhum quesito...nenhum mesmo.
170914
A literatura não está associada a riqueza, mas é indubitavelmente um dos meandros que o leva a sociabilidade.
200922II
A felicidade é estritamente atrelada a sensação de bem estar, e alimentada pelo desejo. O indivíduo sem objetivo, é uma alma vagante sem rumo, prumo ou direção. E o desejo? Este é a força motriz que impulsiona a vida.
081124
Não há dúvida. A coação atrelada à dependência financeira, é a mais cruel de todas as violências praticadas desde o pretérito ao contemporâneo.
120126
"Quando o amor à vida tremula e o casulo familiar aparentar ser insuficiente para a socialização; é sinal que a mente está vulnerável, a alma tornou- se incrédula, o espírito está a caminho das trevas". - E o corpo?
- O corpo; ... padece.
160126
Cada minuto contigo é breve demais, mas dentro dele cabe uma eternidade. Rimos da dor, e no riso há ternura, há a prova de que o amor pode nascer no intervalo entre a raiva e a esperança.
A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio
Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.
Tatianne Ernesto S.Passaes
Olá, tudo bem, tudo certo?
Pensando aqui comigo...
"Em meio à saudade que sinto de você, uma verdade persiste no silêncio."
Sei que está cada vez mais difícil acreditar nas pessoas de hoje em dia, então te darei á opção de confiar em min ou não.
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