Agradecimento á Escola

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⁠“A ignorância é o mal do ímpio, não se pode ponderar sobre o que não se conhece”
Ney P. Batista
Jul/19/2021

⁠A jornada da vida.
Três homens, Pedro, João e Paulo, foram convocados para o desafio de chegar ao topo de um monte, sabendo que não seria fácil chegar lá.
Antes de começarem a subida, o organizador do evento fez uma pergunta aos três homens:
Pedro, o que é mais importante para você ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- Chegar lá, será uma grande vitória!
E para você, João, o que é mais importante ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- Não tenha dúvida que é vencer o desafio, sendo o primeiro a chegar lá.
E então, Paulo, o que é mais importante ao aceitar o desafio de chegar ao topo desse monte?
R- A jornada até lá. Viver cada etapa, cada momento e desafios, aprendendo e ganhando mais experiência - tudo isso vale mais que tudo!Chegar ao topo do monte é consequência de uma fantástica e bem aproveitada jornada.
Não estou preocupado com competição, isso só nos impede de enxergar o que é fundamental e que nos faz bem. Se for preciso quero ajudar a chegar lá, os que estão nessa jornada. E embora a meta de alcançar o topo do monte não possa ser perdida de vista, jamais devemos deixar que o egoísmo e a ansiedade de chegar lá, roube nossa paz.
A concentração na jornada, contemplação, e o prazer de vivê-la terá como prêmio uma chegada plena e triunfante ao nosso destino.
Ney Paula B.
(*) Essa estória é para você refletir sobre a jornada da sua vida:
-Está valendo a pena?
-Suas metas agregam valor à preparação para sua chegada?
-O que motiva você, nessa sua jornada?
-Você tem metas coletivas, ou só individual?
Ney Paula B.

"A vida é para ser sentida e celebrada"

⁠A escuridão daqueles que parecem brilhantes é o meu único medo do escuro.

⁠A percepção soa como a eternidade, denotando ao indivíduo sua angustia.

⁠A interpretação da subjetividade é um labirinto escuro, e o intérprete, uma criança fértil.

⁠A cultura se molda a recursos:

A facilidade para acesso a recursos gerem alteração no comportamento da massa, pois a cultura se originou da necessidade de recursos.

A disponibilidade de recursos geram espaço para reflexão e desenvolvimento de porções cognitivas, tanto que sociedades com maior IDH tendem a ter uma cultura comportamental similar, o mesmo ocorre com grupos que vivem em países de baixo IDH, mas possuem acesso a recursos de países mais desenvolvidos.

⁠A ciência não busca unanimidade, mas sempre a melhor verdade, porque para a ciência vale a prova cabal ou a experimental, porque ciência é sinônimo de evolução, produção de conhecimento que não para. Quanto mais se conhece, mais necessidade surgem para se conhecer.
Ciência é infinito proposto perante homens limitados.

Mude uma palavra de um poema alheio
Cultivando-a em versos próprio
Ponha-a para tomar olhares


Regue-a compartilhado


Quando olhares neles pousares
Leve pelo açúcar que há
Levará na orelha


Versos


Mude palavras


Cultivando...


Salve a poesia incendiando o pensar


Esse grito queimando
Pede iluminar


Cultivar palavras
Para educar


E não arrancar do
Coração a moral da história


Vai xandão salva a Amazônia


Plant/ e boca é tigela e açaí


(Leonardo Mesquita)

No ninho do silêncio nascem frases autorais, ponha a palavra no papel
aqueça-a com olhar criativo até a eclosão do verso próprio...
alimente-o com sua voz
deixe-o voar
no pensar que o aprimora...




Leonardo Mesquita

Abrir um verso entre as infinitas possibilidades...
é como cortar uma fruta ou abri-la com a mão
então, já com letras na boca saborear palavras narrando
um verso gostoso
entre outros maduro maduro que colho na ocasião...
o léxico da verso o ano todo, as margens da possibilidade com suas raízes profundas tem sempre contexto,
só cabe encontrar o jeito
de derrubar palavras sempre amadurecendo a imaginação...




Leonardo Mesquita

"A coerência é o caminho obrigatório para o equilíbrio responsável por nossa paz de espírito"

Morte e sofrimento são de fato as duas únicas certeza dessa existência


I.A Lopez

"A leitura é o silêncio que ensina, o hábito que transforma, e a ponte invisível entre o que somos e o que podemos ser. Quem lê com o coração, escreve páginas da vida com sabedoria, liberdade e propósito."


Roberto Ikeda

⁠A sua posição não defini quem você é. Cuidado com a altura que você estar e como você enxerga as coisas de lá.

Quando o Senhor dos Exércitos é contigo, tudo se torna mais fácil, pois é Ele quem peleja por nós.

⁠A CARAVANA DOS DESALENTADOS

Pelas estradas sem destino eles andam
Buscando um lugar pra chamar de lar
Mas só encontram nada além de espinhos
E o silêncio que os faz chorar.

É a caravana dos desalentados
Dos que perderam a esperança,
É a caravana dos desalentados
Dos que o sistema trata com indiferença.

Muitas portas fechadas eles já bateram
Muitos nãos e desculpas já ouviram
Como inúteis já se sentiram
De tanta luta já se cansaram.

É a caravana dos desalentados
Dos que enfrentam a tempestade e nada encontram,
É a caravana dos desalentados
Dos que no peito a dor carregam.

As primeiras vítimas da crise
Desse possesso mercado,
Do privilégio da elite
E do seu atraso escancarado.

É a caravana dos desalentados
Dos que buscam apenas um sustento e direção,
É a caravana dos desalentados
Dos que precisam de menos julgamento e mais atenção.

William Contraponto

⁠A PONTE
William Contraponto

O que há no horizonte
É só uma miragem?
Onde está a ponte
Que deveria ser passagem?'
Trilhar o caminho e achar a travessia
Parece um teste de sabedoria.

Essa paz sentida na imensidão
Ela também nos apavora,
Traz à tona toda motivação
Que a fuga é da margem opressora.
Aquele lugar onde a crescente afonia
Tem como causa a hipocrisia.

Qualquer pessoa que ousa questionar
Povoa a sua própria vastidão ,
Até a tal ponte encontrar
E atingir o abrigo para a expressão.
Muito além daqueles antigos rabiscos
Que ensaiavam sobre sermos nós sem riscos.

Se faltar a coragem de atravessar
Que seja a esperança,
Existe uma música no ar
Nos inspirando segurança.
Após o passo em seguida
O recomeço, uma nova vida.

O que há no horizonte
Não é uma miragem,
Ela é a ponte
Que nos dá a passagem.
Trilhar o caminho e fazer a travessia
É a continuação mais necessária.

⁠A CULPA

Ninguém assume a culpa
É o total oposto disso,
Todos querem se livrar da culpa
E fazem de tudo para isso.

Eles se esgueiram como podem
Entre um pouco de sorte e simulação,
Esses sujeitos são covardes e ardem
No medo que sentem da revelação.

Ninguém assume a culpa
É o total oposto disso,
Todos querem se livrar da culpa
E fazem de tudo para isso.

As narrativas tentam cercear a realidade
Que fica menos clara, evidente,
Só uma leitura das entrelinhas com sensibilidade
Pode ultrapassar a barreira do aparente.

Ninguém assume a culpa
É o total oposto disso,
Todos querem se livrar da culpa
E fazem de tudo para isso.

A verdade permanece sendo a verdade
Mesmo que a mentira adquira aliados,
Essa certamente é uma obviedade
Que precisa ser lembrada aos culpados.

Ninguém assume a culpa
É o total oposto disso,
Todos querem se livrar da culpa
E fazem de tudo para isso.

Autor William Contraponto

⁠A falta de beligerância não diz nada
É apenas uma aparência de paz
A mente se movimenta numa encruzilhada
Tentando manter a respiração no interno caos.

O destino brinca de ter direções diversas
Mas há pontos nos quais se cruzam,
Num desses que traz recordações adversas
Verdades e decisões colidem e pressionam.

O fluxo já não parece ser como antes
Pois seus assuntos se tornaram incontornáveis,
Para que a máquina consiga seguir em frente
É preciso desbloquear a barreira erguida pelos execráveis

A falta de beligerância não diz nada
É apenas uma aparência de paz,
A mente se movimenta numa encruzilhada
Tentando manter a respiração no interno caos.

Quando os bloqueios são rompidos
Os pensamentos rumam fluidos.

Quando a verdade é posta no volante
Nenhuma encruzilhada mais é torturante.