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Agradecimento à Deus Formatura

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"Um recadinho porreta pra você que se faz de sant@ usando Deus como pretexto. Cuidado...a mão pesará e não será do homem.
(Justiça divina ninguém escapa.)."
#Ficadica

—By Coelhinha

Se sua fé não consegue alcançar a graça do que Deus é capaz de fazer por você, então de nada está valendo exercer seu uso.

Tenha Calma!
"O que tens pedido a Deus todas as noites, aquele sonho que tens sonhado e falado com Deus e achado ser impossível aos seus olhos... Pois é... Deus está trabalhando em teus sonhos, porque o teu impossível não é impossível para Deus, e quando você passar a ter fé e confiança no poder e na fidelidade de Deus, você irá aquietar o seu coração e crer que tudo tem um tempo para acontecer.
Creia, Deus é fiel, e fará até o impossível para que Sua Palavra se cumpra na sua vida. Porque assim é Deus. Fiel, Justo e Verdadeiro."

—By Coelhinha

"Todas as vezes que um filho larga as mãos de um pai, ele se perde. Não largue as mãos de Deus."

—By Coelhinha

"Ninguém pode esperar de Deus MAIS do que está disposto a se entregar(conceito de intimidade)."

—By Coelhinha

"Não deve se revoltar com Deus por causa da sua perda, alegre-se com teu próximo ter ganhado algo de Deus através de ti. Você não veio para receber, você veio para doar."

—By Coelhinha

"O nosso erro não ANULA a promessa de Deus! O "erro" de Abraão gerou Ismael mas não anulou Isaque... O que "afasta" a promessa é o nosso COMPORTAMENTO depois do erro!"

—By Coelhinha

“A intransigência é um dom que não vem de Deus. Então cuidado com o caráter que você insiste em manter e acabe expressando uma atrofia espiritual que poderá ter graves consequências...os fariseus, com os herodianos, tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo”

—By Coelhinha

"O mais importante não é o que você faz para Deus. O mais importante é o que você deixa Deus fazer em você.
Toda obra que você faz para o Reino dEle, só terá valor se for fruto do que Ele primeiramente fez em você."

—By Coelhinha

"Entenda: Deus antes de cumprir as promessas na sua vida Ele cria relacionamento. Assim foi quando Moisés criou intimidade com Deus no Deserto, José do Egito na prisão, Jacó na peleja com o anjo, Abraão no sacrificio com seu filho Isaac, Jó na solidão, Daniel na Cova dos Leões… assim será Deus com você nesta tua peleja(luta)."

⏩INTIMIDADE é você conhecer tão bem alguém que antes dela agir você já sabe o que ela faria.

—By Coelhinha

⁠“Ouço todo tempo algumas pessoas dizer. "SÓ DEUS PODE ME JULGAR." Daí eu pergunto: "E ISSO NÃO É O SUFICIENTE PARA TE ATEMORIZAR?".”

—By Coelhinha

"Eu não vou pelos fundamentos da minha fé em um deus (pequeno, diminutivo), que podem ser destruídos em uma era atômicamente de sistemas e doutrinas pagãs, mas em um Deus(maiúsculo) que tem sido nosso socorro desde gerações passadas, nossa esperança para os anos que virão, nosso abrigo nos dias de tempestades, nossa fortaleza nos dias de aflições. Este é o Deus em quem eu estou colocando todo fundamento da minha fé. Este é o Deus que eu rogo a vocês para adorarem neste dia chamado ''hoje'' neste momento chamado ''Agora''.


—By Coelhinha

"Há uma força silenciosa dentro de você, sustentada por Deus, que te faz resistir, recomeçar e acreditar mesmo quando tudo parece dizer que não está ao teu favor.
Há uma frase que diz: (Não há pessoa mais forte que aquela que em sua solidão buscou a Deus enquanto estava em guerra com sua própria mente.) Eu digo...
Fugir de Deus em tempo de guerra é sofrer mais do necessário. Aproveite. Este deserto não vem só para tristeza. Vem pra te moldar, forjar carater, fortalecer e o melhor estar a sós com o único que te pode tirar deste deserto. Não prolongues a dor aproveite a presença dEle. Você não sairá dai da mesma forma como entrou.


—By Coelhinha

"Uma frase que desconheço o autor diz: Sem pressa, nem desespero. O que Deus tem pra gente chega na hora certa. Também digo:
CONFIA NO TEMPO DO SENHOR.
O que é destinado a você chegará no momento exato. Nem antes para não confundir, nem depois para não frustrar."


—By Coelhinha

“Que sejamos sempre capazes de enxergar a grandeza de Deus mesmo nas pequenas coisas em que se quer podemos resolver sozinhos senão fosse o Senhor para nos guiar."


─By Coelhinha

⁠⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.⁠


É tanta má-fé se valendo do nome d'Ele, que corre-se o risco de que a Sua invocação pública passe a soar como estratégia — e não mais como reverência.


Quando o Sagrado é usado para validar interesses, justificar abusos ou maquiar vaidades, ele deixa de apontar para o Alto e passa a servir ao ego humano.


A repetição vazia transforma a fé em ruídos.


Palavras que deveriam nascer do silêncio da consciência passam a ser gritadas em palanques, timelines e disputas morais.


E onde há excesso de exposição, quase sempre falta intimidade.


Deus, então, deixa de ser encontro e se torna argumento.


Não é Deus quem se ausenta — somos nós que O afastamos quando O reduzimos a slogan.


A dúvida não nasce da fé sincera, mas da incoerência visível entre o que se proclama e o que se vive.


Quando o discurso é piedoso, mas as atitudes são cruéis, a devoção se desgasta e a confiança se rompe.


Talvez o tempo esteja pedindo menos invocação e mais testemunho…


Menos menção pública e mais coerência privada.


Porque Deus nunca precisou ser defendido por quem não está disposto a ser transformado por Ele.


E a Fé verdadeira, quando existe, dispensa propaganda: ela se reconhece no Cuidado, na Justiça e no Amor que não precisa fazer alarde.

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

⁠Os que usam o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fatalmente atiram para todos os lados.


Assim abraçam as almas carentes — Católicas e Evangélicas — numa braçada só.


Os que usam o nome de Deus como escudo e vitrine ao mesmo tempo, muito raramente, suportam o silêncio da própria consciência.


Escondem-se atrás do sagrado para não serem questionados, e se promovem com o que deveria ser íntimo, reverente e transformador.


Atiram para todos os lados, porque o alvo nunca é a verdade — é a visibilidade.


E, nessa chuva de palavras “ungidas”, acabam abraçando numa única braçada as almas carentes, sejam católicas ou evangélicas, não para acolhê-las, mas para capitalizar suas dores, medos e esperanças.


A fé, que deveria ser caminho de libertação, vira instrumento de influência.


O púlpito se confunde com palanque.


O testemunho vira marketing.


E o nome de Deus, que deveria ser pronunciado com temor e responsabilidade, passa a ser usado como selo de autoridade incontestável.


Almas carentes não precisam de donos espirituais; precisam de cuidado verdadeiro.


Não precisam de quem grite mais alto em nome do céu, mas de quem viva o que prega na terra.


Porque Deus não precisa de assessores de imprensa, nem de promotores apaixonados — precisa de corações íntegros.


Quando o sagrado vira estratégia, perde-se a essência.


E quem transforma fé em ferramenta de autopromoção talvez conquiste seguidores apaixonados, mas dificilmente constrói discípulos.

Apesar do livre-arbítrio, Deus nos permitiu viver rodeados de anjos e demônios só para facilitar a nossa escolha.

Talvez não como seres alados ou criaturas sombrias que habitam cantos invisíveis, mas como presenças sutis que se manifestam nas pequenas decisões do cotidiano.

Eles não sussurram necessariamente em nossos ouvidos — muitas vezes falam através das nossas próprias justificativas, dos impulsos que acolhemos sem questionar, das escolhas que fazemos quando ninguém está olhando.

Os “anjos” aparecem quando sentimos o incômodo da consciência, quando hesitamos antes de ferir alguém, quando escolhemos o caminho mais difícil por saber que é o mais justo.

Já os “demônios” se revelam nas racionalizações convenientes, na pressa em culpar o outro, na facilidade com que cedemos ao ego, ao orgulho, à indiferença.

O livre-arbítrio, então, talvez não seja apenas a liberdade de escolher, mas o peso inevitável de conviver com essas duas forças em permanente disputa em nós.

Não somos necessariamente vítimas delas — somos o campo onde elas se encontram.

E, no silêncio de cada decisão, somos também o juiz.

O curioso é que raramente percebemos o que escolhemos.

Preferimos acreditar que fomos levados pelas circunstâncias, pelo momento, pelo cansaço ou pela emoção.

Mas a verdade é mais desconfortável: quase sempre sabemos.

Sabemos quando poderíamos ter sido melhores…

Sabemos quando optamos pelo mais fácil em vez do mais certo.

Se Deus nos cercou de “anjos e demônios”, talvez não tenha sido para facilitar a escolha no sentido de torná-la óbvia, mas para torná-la inevitável.

Para que, em cada gesto, por menor que seja, sejamos obrigados a nos revelar.

No fim, não é sobre quem está ao nosso redor — é sobre quem permitimos que fale mais alto dentro de nós.

⁠"Deus Predestina um povo antes da Fundação do mundo."


Ministério Resgate