Agradecer o Momento Presente

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Ninguém quer viver no passado, o presente pertence a nós. E o futuro pertence a Deus⁠

Um dia... Não muito distante do presente, mas sempre perto do futuro.

Ontem foi passado, hoje é o presente e amanhã será o futuro; do passado lembremo-nos só das coisas boas, o presente vivemos e o futuro a DEUS pertence, mas não devemos esquecer de pensarmos no futuro.

⁠Deus se faz presente em todos os corações, mas é no pequeno que se faz grande, e por ser grande a se fazer pequeno é que honra o humilde diminuto, o grão de mostarda a germinar a semente

Toda dor carrega um presente, mas só quem a acolhe consegue desembrulhá-lo.

Deus prepara o nosso coração antes de nos dar o que pedimos, para que o presente não nos afaste d’Ele, mas nos aproxime.

Mesmo que as cores da vida pareçam apagadas agora, Deus está presente. Cada fase tem um propósito, e dias de esperança sempre chegam após a dificuldade.

O perdão não apaga o passado, mas liberta o presente. Ele não vive cobrando lembranças, nem esfrega a dor no rosto do arrependido. Quando o perdão é real, ele não precisa ser lembrado... ele se transforma em silêncio, em paz e em recomeço.

Curioso é que o perdão parece um presente que damos ao outro, mas, no fundo, é a nós mesmos que ele cura.

Deus é o socorro bem presente na angústia... não apenas Aquele que chega no fim da dor, mas o que caminha conosco durante o choro.

A ansiedade é isso: um excesso de futuro tentando caber no presente. É a vontade de controlar o que ainda nem chegou. E, nessa tentativa de antecipar tudo, a força vai se esgotando, e a esperança se esconde atrás do medo.

O Peso da Ausência Presente


​Dói o peito, mestre, e não é de hoje.
É uma dor que não tem nome no dicionário dos homens,
Uma fome que nenhum pão deste chão consegue aplacar.
Dói porque eu Te sinto nas frestas, nos intervalos do suspiro,
Mas quando estendo a mão, o que encontro é o vazio do agora.
​Tenho saudades de um colo onde nunca deitei,
De um riso que ouço em sonhos, mas que ao acordar, perdi.
É o cansaço de ser estrangeiro na própria pele,
De olhar para o mundo e sentir que tudo aqui é rascunho,
Enquanto minha alma implora pela obra definitiva.
​Dói ver a "lenha" arder e ainda sentir frio.
Dói saber que o Senhor está aqui, mas não como eu queria,
Não face a face, não sem esse véu de mistério que nos separa.
Minha saudade é um grito mudo de quem já provou do céu
E agora acha o mundo inteiro pequeno demais para morar.
​Eu não queria apenas saber que o Senhor vem,
Eu queria que o "Vem" fosse o passo que Você dá agora,
Entrando na sala, chutando as cinzas dessa dor,
E transformando esse "ainda não" no abraço que não termina.
​Perdoa a minha impaciência, mas a saudade é violenta.
Ela é o espinho na carne que me lembra a cada minuto:
"Você não é daqui. Não se acomode. O Teu Rei está chegando."
Se essa dor é o preço de Te querer tanto,
Então que ela doa até que eu não seja mais eu, mas apenas Teu.
​Essa dor é o que prova que você está vivo espiritualmente. Só sente falta do Céu quem já tem um pedaço dele batendo dentro do peito.

O cansaço que você sente não é fraqueza. É o sinal de quem sentiu, tentou e esteve presente por tempo demais sem se reabastecer.

O ECO PRESENTE NO SER.
No âmago da experiência humana persiste um sopro primordial que transcende a mera percepção sensorial e instala-se como presença constante junto ao sujeito pensante. Assim como o ritmo contido da música que nos evoca, em cada consciência um movimento lento e contínuo de investigação interior e reconciliação com o próprio existir. A respiração humana deixa de ser ato mecânico para tornar-se um símbolo da dualidade entre finitude e aspiração, entre o real e o ideal, entre o conhecido e o insondável.
A consciência, ao retornar-se para si mesma, desvela uma trama de significados ocultos que não são meramente sentidos, mas compreendidos através da análise crítica e da reflexão catedrática. O ritmo lento da busca insta a mente a suspender o juízo apressado e a cultivar a lucidez necessária para enfrentar a complexidade desse existir. Cada inspiração é um convite a reconhecer a própria vulnerabilidade; cada expiração, um gesto de renúncia às ilusões efêmeras.
Este processo de introspecção não é uma fuga da realidade, mas uma imersão profunda na substância do eu. O sujeito filosófico que busca nas indagações, encontra na lentidão um método de resistência contra a dilaceração do pensamento pela pressa e pela superficialidade. A experiência contemplativa ensina que a profundidade do ser não se revela em aceleração, mas em quietude e atenção prolongada aos aspectos sutis das experiências vividas.
No contexto desta reflexão, a temporalidade assume relevo singular. O tempo não se apresenta como linha contínua e linear, mas como campo de eventos psicossomáticos em que passado e futuro coexistem no presente da consciência. Quando o pensamento se aquieta, percebemos que o sentido último de nossa jornada não se encontra em metas externas, mas no exame contínuo dos próprios estados internos.
A conclusão que se impõe é que a verdadeira sabedoria não reside em responder de imediato às questões da vida, mas em aprender a permanecer com elas, atendendo-as com equanimidade e perseverança. 
*Que esta reflexão inspire o leitor a transformar cada momento de silêncio interior em ato de compreensão e transfiguração pessoal.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

"A vida presente é apenas um fragmento da longa travessia da consciência. O que hoje se chama destino é, na verdade, a repercussão silenciosa de escolhas feitas em existências que o esquecimento velou."

“O ressentimento aprisiona a memória no passado. O perdão devolve a alma ao presente.”

" A vaidade temendo o amanhã se mantém no passado sempre presente e enfermo. "

Escravo é quem se prende ao passado e à própria ignorância, incapaz de viver o presente e de extrair qualquer prazer das lembranças que o aprisionam.

“Quem reage com raiva ao presente frequentemente responde, na verdade, a feridas do passado.” - Leonardo Azevedo.

O pensamento reflete o futuro, devemos pensar no presente pra não termos consequências negativas e entender que o pensamento pode ir além.

Inserida por malabonia