Agora foi o fim do nosso Amor
Começo a semana agradecendo o verão que acabou. Foi um verão de reflexões, de aperfeiçoamento de entrega e dedicação.
A imposição do novo “normal” não me agrada, o mundo se tornou mais triste e o ser humano mais sensível e mais perdido. Talvez muitas pessoas deixaram de acreditar ou até mesmo de ouvir a sua voz interior, se abalaram com o terrorismo e se petrificaram em um sentimento chamado medo.
O medo deixa o mundo preto e branco, tira o brilho da alma e não permite que o espirito flua em simbiose com o Universo.
Somos partículas neste Planeta imenso, conectadas umas as outras, emanar vibrações positivas mesmo quando tudo esta ruindo lá fora é o maior desafio para nos mantermos vivos como espécie.
Viver tendo a consciência que temos a possibilidade de mudar é fundamental.... Mudar de hábitos, mudar de estratégias, mudar os pensamentos, mudar de vida Te liberta das amarras das toxicidades da vida!
Busque a leveza, a sabedoria, o discernimento, a compreensão e sobretudo a compaixão. Fique longe dos extremismos, dos julgamentos e das maldades, elas só atrasam o seu processo para o sublime.... O processo é de cada um, depende somente de você!
Boa vida!
Puro disfarce, meu verão acabou
Minha hora já deu, eu vou lá
Sorri, consegui me virar pra sair
O amor pode vir que eu já vou
Como isso acabou, eu não sei
Já não me olham mais do mesmo jeito
Já não me querem mais por perto
Eu não sei aonde estou
Minha vontade é de voltar
Mas, agora, o que restou?
E o que me aguardava
Era o céu que ninguém me prometeu
Eu não seria mais a alegria de ninguém
Só minha
É hora de lutar por uma ideia e por ideais, pois o tempo de fingir que nao se importamos se acabou .
Chega de chorar
Você já sofreu demais, agora chega
Chega de achar que tudo se acabou
Pode a dor uma noite durar
Mas um novo dia sempre vai raiar
E quando menos esperar, clareou
não é porque acabou que não valeu a pena.
não é porque nós não estamos mais juntos, que não deu certo.
deu certo até aonde tinha que dar, deu certo até onde o sentimento permitiu ir.
mas sabe o que eu sinto com relação a você? é respeito, é algo maior do que qualquer coisa ruim que fez a gente acabar, eu te respeito por tudo que você me fez sentir, eu te respeito porque cada partida tua me fez amadurecer.
e porque eu tenho uma coisa que a maioria das pessoas não tem hoje: respeito por cada sentimento provocado e por cada lembrança feliz que tivemos.
a maioria das pessoas acham que o fim faz com que tudo de bom e especial suma. mas não some, eu lembro do seu sorriso, da sua voz e até mesmo do seu cheiro.
e por mais que tenhamos dito adeus algumas vezes, eu nunca sentia que fosse um adeus de verdade até nosso último dia juntos.
e me dói, até agora me dói ter partido e te partido, mas alguém precisava fazer uma escolha, mesmo que ela fosse magoar, mesmo que fosse tão difícil e chegasse a doer todas as vezes que fosse pensada.
te amei a cada segundo, cuidei de você e me dediquei a nós.
mas não deu certo e não temos que procurar um culpado só precisamos aceitar.
o destino nos prega peças e numa dessas a gente disse um adeus que infelizmente foi definitivo.
você ainda está em todos os meus bons pensamentos e boas lembranças.
e eu sei que mesmo com toda dor e sentimento de abandono você ainda lembra do que fomos e do quão bons nós éramos juntos.
Noites de junho, noites de outrora
Junho acabou e eu nem sofri com isso. Sei que alguns lugares as festas ainda teimam em sobreviver, mais por vício de calendário e pesquisa mercadológica do que por necessidade.
Considero obscena a decoração que as lojas comerciais promovem em nome de uma tradição que não mais existem, as bandeirinhas de papel fino, os balões armados com arame e plástico, as fogueiras de mentirinha, movidas a ventilador. No adro de algumas igrejas, também há movimento, mas sem empolgação, lucro das barraquinhas mudará as telhas quebradas dos templos, alguns deles aos pedaços.
Não sei como as coisas se passam em outros sítios. Aqui, no Rio, é uma calamidade, os jardins de infância faturam por fora em nome dos santos juninos, e os pais são obrigados a gastar os tubos com fantasias caipiras que as crianças sem entender e sem amar. Até o presidente da republica bota na cabeça um chapéu de palha em frangalhos e convida os ministros para um quentão oficial geralmente substituído por uísque 12 anos.
Da antiga e bonita tradição das festas de Santo Antônio e São João não sobrou nada, apenas a referencia no calendário e a advertência anual das autoridades a respeito de os balões e fogos.
Pois foi por aí que a festa acabou. Reconheço os motivos que obrigaram o governo, em seus diferentes níveis, a proibir os balões. Mas que diabos na minha infância, o céu ficava pintado de balão-como lembra a marchinha de Assis Valente. As casas eram mais frágeis, mais espaçadas, havia matagais em abundancia na paisagem e mesmo assim os incêndios eram poucos.
Que me lembre nunca vi incêndio provocado por balão, embora meu pai, nos anos de infância, fosse famoso baloeiro entre os baloeiros mais famosos. Foi talvez a única arte em que se distinguiu,nas demais foi um desastre.
Os preparativos começavam no mês de maio, as resmas de papel fino sueco, era o melhor e o mais resistente, de cores mais cintilantes e duradouras. Os balões se amontoavam pelas salas e quartos, pendurados em varas, ganchos, em cima dos armários, deles saia um cheiro de cola de farinha de trigo e do papel importado. Ali eles aguardavam a noite mágica em que subiriam ao céu.
Murchos, coloridos e disformes, pareciam monstruosas fantasias de palhaços, sem alma, sem chama, à espera do momento em que entrariam em cena , no imenso espaço da noite de junho.
Mas dia 13 (Santo Antônio) ou dia 24 (São João), eles se erguiam, iluminados, varando espaço majestosamente, enquanto aqui embaixo ficávamos, ao redor da fogueira, olhando atônitos aquela beleza que subia, frágil e poderosa. Eram enormes os balões e belos.
Lá distante, da sala onde funcionava a primeira radio vitrola que meu pai comprara na casa Edison, provavelmente a prazo, vinha a marchinha de Assis Valente na voz de Carlos Galhardo. “Cai, cai balão/ não deixa o vento te levar/ quem sobe muito/ cai depressa sem voar/ e a ventania/ de tua queda vai zombar/ cai, cai balão/não deixa o vento te levar ”
Mas os ventos levavam os balões e eles sumiam na imensa enseada da noite. Mais um pouco e as fogueiras ficavam reduzidas a cinza, onde se assavam batatas-doce e roletes de cana. Enquanto isso os balões voavam pela madrugada, silenciosos, buchas apagadas. Manoel Bandeira tem versos pungentes sobre os balões apagados das madrugadas, no poema que foi o primeiro que entendi e amei. (“Profundamente”).
Vivi a mesma experiência: acordava no meio da noite e pensava em todos os que estavam dormindo, profundamente, e de repente um balão apagado passava em silêncio pela minha janela, vindo de longe, cansado sem gloria, cumprindo seu destino de balão. Todos estavam dormindo, menos eu, vigiando o céu, esperando que um deles viesse cair em nosso quintal. Alvoroçado acordava meu pai e íamos juntos e orgulhosos apanhar a dádiva que os céus nos mandara.
Pois é! As fogueiras acabaram mesmo. As noites de junho eram as mais frias do ano. E as festas também estão acabando. Mas não posso deixar de lembrar os balões que nunca me libertaram do seu legado de tristeza, mansidão e fragilidade.
O Sonho Nao Acabou
É...
O sonho não acabou ainda!!!
Continuo adormecida, um sono profundo,
uma mistura de medo e solidão.
Mesmo sonhando, a certeza da tua ausência é real...
Uma ausência que machuca, mesmo estando presente!
Te sinto distante, apesar de estar ao meu lado.
Até quando assim vai ficar?!
Será melhor despertar, encarar o fim desse amor mágico?!
Mágico diante de tudo que sobreviveu,
que ultrapassou para aqui se concretizar.
Que há?!
Por que tem que ser assim?!
Uma só verdade em meio a esse vazio...
EU e VOCÊ!
Acordada, dormindo, sonhando...
De verdade: EU TE AMO!
Dança comigo,
faz os meus pés escorregarem pelo salão.
O espetáculo não acabou, só está começando.
Dance, dance, dance comigo
Amor, estou aqui e quero dançar contigo.
Sonho Real
Conheci-te
Num sonho que não acabou
e eu Vivi, uma real que tudo passou
Você foi, meu sonho,
Você foi meu mundo
Você foi...
Minha realidade dum sonho de amor
Ao te ver hoje, repenso tudo que já passou
E sonho nosso mundo que nunca acabou
Revivo, e lembro de nossos momentos de amor.
Por muitos lugares passamos
E nesses lugares, todas as lembranças.
Surgem em mim, como água de fonte.
E como água de fonte,
Meu coração derrama
Amor, o mais puro amor...
Por você...
.. 'Mas ele afrontou, Provocou, Assombrou, Incomodou..
E ele nem ligou.. Se acabou, E beijou, E dançou..
Ele aproveitou!'
O jogo acabou de repente, o céu desabou sobre a gente tententender, quero abrigo e não consigo ser mais direto.Que amor era esse que não saiu do chão? Não saiu do lugar, só fez rastejar o coração...
Eu me entreguei. Foi bom até curti. mais acabou, não por mim mais sim por você. Você não me deu valor , e agora quer reviver a história? agora pra mim é que não dá. Já sei como é 'ser você' e você acha que irei confiar em você depois de tudo que aprendi e descobri sobre sua pessoa? Sinceramente, eu imaginei coisas diferentes de você. Cheguei até pensar que iriamos ser felizes para sempre; mais eu me enganei. Tudo foi ótimo, foi mágico. nunca amei ninguém como amei você, ou ainda amo.não sei. mais na vida agente tem que dar passos, e eu quero dar passos adiante e não regredir como você faz.
Já fazem quase 200 anos que Darwin acabou com essa de que deus existe, com sua teoria da evolução e adaptação ao meio ambiente, então deixem de lado os contos e fábulas e reflitam sobre os atos que comentem agora.
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