Agora
Reclamar de algo é pisar em falso duas vezes; o que se vive agora sustenta-se no amanhã, aguns poucos já estão livres.
Ganhos de passados foi pra destravar os descompensados e, agora, siga livre. sem sobre estados distintos ou vagos.
Nossa música guardou os espinhos pra sanar as lembranças dos dias ainda, não vividos, aqui é agora, não há lar em falsas horas, no encarne dos aflora.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
Sempre preocupada com o xororô, agora já, é, sem falsas, pra saber onde é, realmente flor sem impor, tratando o compor.
Se puderes perceber saberá como tecer seus sonhos criados pra agora tú poder fazer o que de fato vigora.
Estudar pra quem, não é te deixar à vagar, no agora sempre posso fazer, nossos dias e, nossas horas, interromper o que juntos não fizemos, são das leituras nossa separação, sem discursão, dá intimidade boa intenção, corrigindo tudo, sobra tempo não vivido, e no entanto escrito, pela sabedoria das reintegrações.
Sempre faziam pela graça que de ti surge e, agora observam, quem acomodava e não emplacava os desfazimentos.
Já abençõe suas traquinagens e, no agora , sabedor de vossa vontade, seu sorriso em mim , não negativa in-vales.
Todos têm agora o mesmo direito e, poucos, trabalham pra fazer o bem feito, depois vivem a reclamar ó quê.
Nunca preciso escrever e, agora preciso dá satisfação pra você, ou, é favor, pra saber que tudo vale, sê o saber do viver.
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
Ganhavas dinheiro maltratando. é. agora quêm de nada reclamas, e, não sofre ramas, por ti as alegrias realizadas nas horas, abençoando vossas vitoriosas mãos, além dás frentes de ilusão.
Podes abrir pra você, era só medo do perfeito em ti, não nascer e, agora, podes compreender, o que se pode realmente fazer.
