Adotar uma Familia

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Lembra-te da realidade vivida:
o passado é uma corda no pescoço,
mas o amor — ah, o amor —
é a tesoura que liberta.
Quando você cria coragem e corta essa corda,
o ar volta a caber no peito,
a vida volta a ter cor,
e o coração aprende novamente a sorrir.
Porque a liberdade não é apenas respirar,
é sentir o toque quente de quem te quer bem,
é se abrir para um futuro doce,
onde cada abraço te devolve a alegria
que o tempo tentou roubar.
As memórias antigas nunca foram felicidade,
mas o agora pode ser:
forte, vibrante, luminoso…
um romance que renasce em poesia,
um conforto que acalma,
uma alegria que abraça.
E então você descobre
que o verdadeiro amor
não aperta — liberta.

O que te assola corrói por dentro,
como uma ferrugem silenciosa infiltrando-se na tua bondade,
devastando a essência, apagando a tua luz.
O que te consome por dentro
aperta tua alma, rouba o fôlego,
toma o espaço onde a vida deveria florescer.
Essa dor que pesa nos ombros
torna os passos mais difíceis,
estreita o caminho,
impedindo que a felicidade se revele.
Mas, ainda assim, tua ausência abriu trilhas que eu não queria percorrer,
e tua presença — quando finalmente chegou .

Antes, havia uma voz —
forte, verdadeira única,
como trovão que rasga o silêncio
e desperta o mundo adormecido.
Depois, restou apenas o espaço,
um vazio suspenso, do alto,
onde ninguém observa,
onde o tempo se dissolve em poeira sem causa
e o olhar se perde no invisível.
Nesse abismo de ausência,
a memória ainda pulsa sem destruir,
como chama escondida sob cinzas,
esperando o instante apropriado
em que outra voz se levante outravez,
e o vazio volte a ser horizonte.
Onde nada cala quem nasceu para ecoar.

Louca indomável a tua beleza extravagante é a minha felicidade e assombra a minha timidez. É uma criatura tão audaz e desbravadora. Quero amar o teu corpo, mulher escandalosa, ordinária e ao mesmo tempo linda e maravilhosa. És um furacão de sensações, uma provocação sublime que desafia qualquer limite. Permita-me explorar cada centímetro do teu corpo, pois é no teu abraço que encontro minha perdição mais doce e minha paz mais intensa bandida.

Você já esteve nessa situação: cercado de pessoas falando, cada uma com sua certeza, cada uma com sua voz.
E você, ali no meio, desejando expressar algo que nem sabe explicar.
As palavras nascem sem forma, sem direção, como quem tateia no escuro tentando encontrar sentido.
Mesmo sem compreender totalmente, você fala — talvez para não parecer ausente, talvez para não ficar em silêncio, talvez porque o coração insiste em se manifestar antes da mente entender.
É estranho: querer dizer e não saber o quê; querer participar e não saber como.
Mas ainda assim você fala, fala por falar, buscando no vazio algum significado que te alcance.
No fundo, todos nós já fomos esse eco perdido entre tantas vozes.
E talvez seja justamente aí que a gente descobre que nem sempre é preciso entender para sentir.

"Reflexão''


Nós nunca conhecemos uma pessoa verdadeiramente quando ela está entrando em nossa vida. Pois no início Nós nunca conhecemos uma pessoa verdadeiramente quando ela está entrando em nossa vida. Pois no início tudo é descoberta, tudo parece ser maravilhoso. Mas é justamente quando pedimos um tempo para fazer uma pausa no relacionamento que a verdadeira natureza da pessoa se revela. Se ela for compreensiva e for para você, ela vai te esperar o tempo que for necessário. Mas se não for, ela irá se revelar e as máscaras sempre caem, revelando a face oculta que sempre esteve lá.
Van Escher

Você só pode ser jovem uma vez. Mas você pode sempre ser imaturo.

Levantar as mãos para uma mulher é algo triste e digno de terror,seria o mesmo que no jardim da existência, pisar em cima e esmagar a mais linda flor!!!

Eu não pretendo ser o grande sábio, não quero ditar regras, tão pouco ser uma referência pensante, com teorias históricas ou linguísticas na ponta da língua... Quero apenas deixar as minhas ideias fluírem através de meus atos e citações poéticas, se as mesmas forem dignas de aceitação, não me importarei que a sigam...

O ser humano é previsível, vejam só uma simples analogia: quando se acusa alguém sem provas, afirmando também que este alguém se tornará algo que ainda não é, prevendo assim um futuro improvável, é um julgamento precipitado, baseado em si próprio, se revela com certeza o que você faria estando na mesma situação, pois em sua natureza, você já é ou se tornará o que acusa!

O agora e o depois...

Em tudo haverá uma nova situação, a vida é constante e imprevisível, sendo que a cada passo dado, seguiremos a uma desconhecida direção...

O que temos de fato diante de nossa compreensão, é apenas um futuro incerto, caminhos nunca percorridos, com o destino escondido, afastado de nosso campo de visão...

O que temos de certeza dentro deste mundo de ilusão, é apenas o presente e o que fazemos do agora, pois diante disso, construiremos pouco a pouco a nossa verdadeira história...

Podemos mudar o rumo ou mesmo inventar um novo seguimento, só não podemos prever o nosso destino, pois não temos compreensão deste futuro momento...

Chegaremos um dia ao final de uma caminhada, mas será que neste dia haverá o início de outra jornada? Acredito que sim, pois ao final desta estrada, entraremos com certeza em uma outra situação, voltando ao início desta minha reflexão, seguindo adiante, para outra desconhecida direção...

⁠A inveja quando aliada ao ódio, se torna uma das piores armas contra aqueles que se destacam através da bondade, bom caráter e talento...

Eu sou muito sincero, não invento e nunca consigo esconder o que quero, às vezes sou um bobo, uma criança que se expõe na inocência de um sorriso maroto, mas também fico magoado, e todos podem perceber quando isto
acontece, basta apenas observar o meu olhar, que aos poucos se entristece!

'QUERER'

Queremos tantas coisas. Mas apenas uma é relevante. Custa-nos descobrir o que realmente é. Tem descobertas que assolam. É conveniente guardarmos a sete chaves, pois, pouco importa extravasarmos o que nos pertence. O contíguo sufoca.

Quisera termos a ingenuidade dos loucos. Sim. Desses que não se importam com a chuva e o sol. Temos mundos diferentes, porém, a direção é a mesma. E seguimos... sem saber o que realmente queremos. Sabemos, mas fingimos com habilidade. Que nosso eu extravase. Que sufoque. É isso que nos deixa parcialmente vivos: o querer que inquieta e o extenso caminho a prosseguir.

Um pouco de loucura,misturado a uma boa música deixa a vida menos monótona.

ECOS DO ACASO...

O despertar é uma fagulha num vasto vazio pré-existente, um instante de luz contra a escuridão eterna e silenciosa. Não há um propósito inscrito nas estrelas ou em tabletes de argila, apenas o choque mudo de estar consciente, de respirar. A pergunta é um eco que se perde nos corredores da mente, uma ânsia por uma placa de sinalização num caminho não trilhado. Somos um acidente com a audácia de exigir explicações, uma canção breve que insiste em conhecer a partitura completa. A existência precede qualquer razão, qualquer desígnio oculto, e o porquê talvez seja apenas o som do próprio pulso...

O relógio é um tirano que inventamos para medir nossa queda, seus ponteiros giram velozes, colhendo segundos como flores murchas. A infância é um país distante, visto da janela de um trem em movimento, cuja paisagem desfoca-se em tons de verde e poeira dourada. A velocidade é a percepção do fim, o peso suave da despedida, cada momento um grão de areia escapando por entre os dedos. O tempo não acelera; somos nós que deslizamos ladeira abaixo, e o assombro não é pela rapidez, mas pela proximidade do solo. A memória comprime anos em fotografias sem nitidez, e a vida é esse breve clarão entre duas escuridões imensas...

A ordem do mundo é um quebra-cabeça com peças de outros mundos, não há uma lógica, apenas uma colisão constante de forças cegas. As coisas são assim porque o equilíbrio é um acidente momentâneo, o resultado de um jogo de dados jogado sobre um pano sem gravidade. O caos é a lei fundamental, vestindo o disfarce enganoso da ordem, e a razão busca padrões nas nuvens passageiras. Não há um arquiteto, apenas a poeira cósmica se rearrumando, e a beleza reside justamente nessa falta absoluta de motivo. Acontece porque acontece, uma cadeia de eventos sem testemunhas, e nós somos a parte que, por um instante, ganhou olhos para ver...

A mente é um rio de lava, um turbilhão de faíscas e sombras, pensamentos surgem como insetos efêmeros sob uma luz forte. Eles cruzam o céu interno sem pedir licença ou dar explicações, são estranhos passageiros em uma estação sempre lotada. Essa velocidade é o reflexo do mundo, sua overdose de estímulos, um mecanismo de defesa contra a quietude que assusta. É o cérebro tentando mapear a inundação com um copo de café, uma dança frenética para não ouvir o silêncio subjacente. Cada ideia é uma fuga, um pequeno universo paralelo e portátil, onde se esconder da pergunta é uma ideia no qual não será respondida...

A solidão é um planeta com atmosfera própria, uma gravidade diferente, onde os sons comuns chegam distorcidos e as cores vibram em outra frequência. Não se é de um lugar, mas de um tempo que ainda não chegou para os outros, ou de um passado tão remoto que virou lenda até para si mesmo. A diferença não é uma escolha, é uma geologia íntima, um fóssil na alma, uma assinatura escrita em uma língua que ninguém se dedica a aprender. É o preço de sentir as costuras do universo de forma muito clara, e o fardo de carregar um olhar que nunca se desliga, nunca descansa. Não é superioridade, mas um exílio, uma ilha de sensibilidade crua, onde se é simultaneamente o prisioneiro e o único habitante...

A data não foi um sorteio, foi uma convergência de infinitas variáveis, um ponto único no tecido do espaço-tempo que precisava de uma testemunha. O universo não escolhe; ele simplesmente é, e você aconteceu nele, naquele cruzamento exato de astros e histórias, de sangue e acaso. A pobreza é uma lição, é a geografia cruel onde a semente caiu, o solo árido que exige raízes mais profundas para encontrar água. E o cansaço e o peso de carregar todas essas perguntas sem repouso, a exaustão de ser a interrogação ambulante em um mundo de pontos finais. É a fadiga de um espírito velho que se vê preso em matéria efêmera, ansioso por um descanso que chegará, inevitável e completo...

--- Risomar Sírley da Silva ---

Ago - 2025

Você não entrou na minha vida. Você sempre esteve lá, como uma memória do futuro que meu coração insistia em esperar...

--- Risomar Silva ---

Dia estressante, exceto por um pedido do meu filho mais velho para costurar-lhe uma camiseta multifacetada...

Colha uma palavra
prove o pensamento
poesia é como fruta
ao lê mastiga-se ao
ouvir tem-se o cheiro
ao vê o pensamento
no pomar colha do
texto, pause o olhar
a fruta madura
isso é poesia
hummm hummm
nhoc nhoc nhoc




Leonardo Mesquita

⁠"Deus é muito sensível a oração de uma criança".

Anderson Silva