Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Que o brilho da lua na noite de 31 de outubro não seja apenas para caçar bruxas, mas também para iluminar as fadas.
Ao ouvir nossa voz interior, percebemos uma nova maneira de pensar. Aprendemos sobre nossas escolhas.
Quando olhamos através de alguém, revelamos mais verdades e sentimentos do que as próprias palavras.
Arrogância do saber e vaidade são alicerces da insignificância, que nos leva a ignorância. Somente gentileza pode aliviar a dor, dar equilíbrio e paz interior.
Simples como um sopro, capaz de entender até mesmo o silêncio. Assim é a nossa alma: ela é do tamanho do seu sonho.
Não há encanto capaz de esconder seus segredos aos que entendem sua linguagem, o grande segredo é compartilhar.
Quando a outra metade que você tanto procura não brilhar iluminando seu coração, não se preocupe: não era mesmo o seu sol.
"Flah de sabedoria"
Você não deve afrontar nem desafiar ninguém.
Covardia?
Não, o nome disso é prudência e respeito!
E, normalmente, você não conseguirá nada com isso e poderá perder na maioria das vezes.
Porém, caso esteja preparado, não recuse nenhum!
Não terá ocorrido que sejamos, nós mesmos, os infortunados anjos caídos, aqueles que Miguel, o arcanjo, e o próprio Deus expulsaram do Reino dos Céus, e que a roda de Samsara, ou seja, a Terra, seja uma espécie de cárcere destinado a conter os nossos espíritos rebeldes, condenados a reencarnar em múltiplas existências, até o dia do Juízo Final, quando então seremos julgados por nossos atos?
A sombra do poder institucional é um véu de sangue inocente, que pende como um crepe fúnebre sobre a história da humanidade, lembrando-nos de que a autoridade e a ordem são frequentemente compradas ao preço da vida e da liberdade.
O trono do poder é um altar onde se sacrificam as vidas inocentes, e o sangue derramado é o óleo que unge os cetros da autoridade, enquanto a história se desenrola como um tapete de mármore, manchado pelas lágrimas e pelo sangue dos oprimidos.
A sede de poder das instituições é um rio que flui invariavelmente através de um leito de sangue inocente, derramado pelas mãos daqueles que se arrogam o direito de governar em nome da ordem e da autoridade.
Certos indivíduos, imbuídos de uma visão permissiva e licenciosa, empregam o termo 'salvando casamento' para descrever aqueles arranjos conjugais que se desviam das normas tradicionais da decência e da moralidade. Tais arranjos, muitas vezes, envolvem uma abordagem mais lasciva em relação às convenções da fidelidade e da monogamia, e podem ser vistos como uma forma de degradação dos papéis e das expectativas dentro do casamento, à luz das mudanças sociais e culturais da época.
