Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc

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Se eu morrer, não chore por mim. Chore, talvez, pelo que eu fiz ou não fiz em vida. A morte é menos importante que a vida, pois apenas é mais um passo. Se puder, não chore pelo humano que fui.

Morte Amiga.

Quando tu morte chegar,
Espero que chegue a cavalo.
Não demoras vêm me amar.
Só assim eu calo.

Morte chega de sofrimento.
Minha única certeza não me abandone.
Eu não te enfrento.
Quando tu chegar, estarei caído, nem precisará chamar pelo meu nome.

Vem morte!
Traz o fim da minha vida.
Vida sem sorte.
Vida não preferida.

Morte querida.
Vida sofrida.
Morte amada.
Vida perdida.

É inútil eu querer viver.
Vem logo! Morte amiga.
Eu não desejo mais sofrer.
Eu te acolherei feliz, morte amiga.

Uma amizade verdadeira não se rompe de uma hora para outra. É um laço tão forte que nem a morte pode cortá-lo.

PERDOE RÁPIDO E BEIJE LENTAMENTE

A morte é um caso sério. Mais para os jovens do que para os idosos.
Estes vão se acomodando lentamente com a idéia da morte, mais por
fatalidade do que por renúncia da vida. Aqueles esperneiam o quanto
podem e abrem a boca, na esperança de relaxar.

É o caso do sargento do exército americano Jeff Barillaro, de 31
anos, que serviu em Bagdá por 15 meses (de agosto de 2005 a novembro de
2006). Para suportar os reveses da guerra, nas horas de folga ele fazia
música. Numa de suas canções, Barillaro escreveu: “Vou morrer, vou me
ferir, essas coisas sempre vêm à mente| Ele vai morrer ou ela vai
morrer| É apenas uma questão de tempo| Coloco meu uniforme, coloco meu
capacete| Beijo as fotografias de minha família, mando um e-mail à
minha garota, para que ela saiba que eu sinto sua falta”.

Do outro lado do mundo, em Nova York, uma modelo de 20 anos chamada
Ruslana Korshunova, escrevia poemas e os colocava em seu site de
relacionamentos. Um deles diz: “A vida é curta. Quebre as regras.
Perdoe rápido. Beije lentamente. Ame de verdade. Ria
descontroladamente. E nunca lamente nada que tenha feito você sorrir”.

Curioso é que o sargento americano que dizia: “Vou morrer” ainda não
morreu, e a modelo nascida no Cazaquistão e que foi capa de revistas
européias como “Elle” e “Vogue” morreu no dia 28 de junho, ao cair da
janela de seu apartamento no nono andar de um prédio em Manhattan.

A morte não tem educação. Ela não bate à porta. Ela não pede licença
para entrar, como se queixa o profeta Jeremias: “A morte subiu e
penetrou pelas nossas janelas e invadiu as nossas fortalezas,
eliminando das ruas as crianças e das praças os rapazes” (Jr 9.21).

Portanto, vamos nos perdoar rápido, vamos nos beijar lentamente,
vamos amar de verdade, vamos rir descontroladamente, vamos valorizar
tudo que há de bom e nos faz sorrir. E, mais do que tudo, vamos nos
aproximar cada vez mais de Deus, com quem nos encontraremos face a face
logo depois da morte!

Extraído da revista Ultimato, edição nº 314 (setembro / outubro de 2008)

O que mais fará falta na morte de alguém importante é o olhar dessa pessoa sobre nós, pois precisamos do outro como referência de quem somos. Se a pessoa que eu amo não existe mais, como posso ser quem sou?

Embora saibamos que a morte é uma parte da vida,
Parece que jamais estamos preparados o suficiente,
Quando aparece bem na nossa frente, se encarrega,
Carrega doente e desaparece com a gente da gente!
Guria da Poesia Gaúcha

Sempre me questiono se a morte é um triste fim ou um feliz recomeço

"Existem pessoas que aparecem na vida, para nos fazer desejar a morte... e quando já desejamos a morte com todas as nossas forças, aparece alguém que nos faz querer viver..."

⁠Preto para caçar de noite e dar sorte,
Pois o branco é a cor do pranto e da morte.
Dourado para a noiva em seu vestido,
E vermelho para invocar um feitiço.
Seda branca quando nossos corpos queimam,
Bandeiras azuis aos perdidos que retornam, pois teimam.
Chamas para o nascimento de um Nephilim,
E, para apagar nossos pecados, és um fim.
Cinza para o conhecimento que não deve ser dito,
Cor de osso para aquele que não envelhece, bendito.
Açafrão ilumina a cor da vitória,
Verde para um coração partido, almejando a glória.
Prata para as torres demoníacas, cor de adamas,
E bronze para invocar poderes malignos, nada mais."

Alguém uma vez disse que a morte não é a maior perda na vida. A maior perda é o que morre em nós enquanto vivemos.

Morte (Hora de Delírio)

Pensamento gentil de paz eterna
Amiga morte, vem. Tu és o termo
De dous fantasmas que a existência formam,
— Dessa alma vã e desse corpo enfermo.

Pensamento gentil de paz eterna,
Amiga morte, vem. Tu és o nada,
Tu és a ausência das moções da vida,
do prazer que nos custa a dor passada.

Pensamento gentil de paz eterna
Amiga morte, vem. Tu és apenas
A visão mais real das que nos cercam,
Que nos extingues as visões terrenas.

Nunca temi tua destra,
Não vou o vulgo profano;
Nunca pensei que teu braço
Brande um punhal sobr'humano.

Nunca julguei-te em meus sonhos
Um esqueleto mirrado;
Nunca dei-te, pra voares,
Terrível ginete alado.

Nunca te dei uma foice
Dura, fina e recurvada;
Nunca chamei-te inimiga,
Ímpia, cruel, ou culpada.

Amei-te sempre: — pertencer-te quero
Para sempre também, amiga morte.
Quero o chão, quero a terra, - esse elemento
Que não se sente dos vaivens da sorte.

Para tua hecatombe de um segundo
Não falta alguém? — Preencha-a comigo:
Leva-me à região da paz horrenda,
Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Miríades de vermes lá me esperam
Para nascer de meu fermento ainda,
Para nutrir-se de meu suco impuro,
Talvez me espera uma plantinha linda.

Vermes que sobre podridões refervem,
Plantinha que a raiz meus ossos fera,
Em vós minha alma e sentimento e corpo
Irão em partes agregar-se à terra.

E depois nada mais. Já não há tempo,
nem vida, nem sentir, nem dor, nem gosto.
Agora o nada — esse real tão belo
Só nas terrenas vísceras deposto.

Facho que a morte ao lumiar apaga,
Foi essa alma fatal que nos aterra.
Consciência, razão, que nos afligem,
Deram em nada ao baquear em terra.

Única idéia mais real dos homens,
Morte feliz — eu quero-te comigo,
Leva-me à região da paz horrenda,
Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Também desta vida à campa
Não transporto uma saudade.
Cerro meus olhos contente
Sem um ai de ansiedade.

E como um autômato infante
Que ainda não sabe mentir,
Ao pé da morte querida
Hei de insensato sorrir.

Por minha face sinistra
Meu pranto não correrá.
Em meus olhos moribundos
Terrores ninguém lerá.

Não achei na terra amores
Que merecessem os meus.
Não tenho um ente no mundo
A quem diga o meu - adeus.

Não posso da vida à campa
Transportar uma saudade.
Cerro meus olhos contente
Sem um ai de ansiedade.

Por isso, ó morte, eu amo-te e não temo:
Por isso, ó morte, eu quero-te comigo.
Leva-me à região da paz horrenda,
Leva-me ao nada, leva-me contigo.

A morte é o ponto de fuga da raça humana. Quando ela vem, todos esquecem de seus problemas, esquecem que se odeiam, e ficam em paz... Deixamos para trás tudo o que possuímos e levamos tudo o que somos.

O que me consola na partida
É saber que minha morte não vai ser tão grande quanto a minha vida

Quando se nasce com a morte na alma, não há o que se possa fazer.

⁠Momentos de alegria nunca devem ser desperdiçados. A vida é fria e a morte nossa melhor amiga.

Nascidos como isso
Adentro isso
Enquanto as caras de giz sorriem
Enquanto a Srª Morte ri
Enquanto os elevadores quebram
Enquanto cenários políticos dissolvem
Enquanto o empacotador do supermercado ganha um diploma universitário
Enquanto peixes oleosos cospem fora suas presas oleosas
Enquanto o sol é mascarado
Nós somos
Nascidos como isso
Adentro isso
Adentro essas guerras cuidadosamente loucas
Adentro a visão de janelas de fábricas quebradas de vazio
Adentro bares onde as pessoas não mais conversam umas com as outras
Adentro trocas de soco que acabam como tiroteios e esfaqueamentos
Nascidos adentro isso
Adentro hospitais que são tão caros que é mais barato morrer
Adentro advogados que cobram tanto que é mais barato declarar culpa
Adentro um país onde as cadeias estão cheias e os hospícios fechados
Adentro um lugar onde as massas promovem idiotas a heróis ricos
Nascidos adentro isso
Andando e vivendo através disso
Morrendo por causa disso
Emudecidos por causa disso
Castrados
Depravados
Deserdados
Por causa disso
Enganados por isso
Usados por isso
Emputecidos por isso
Tornados loucos e doentes por isso
Tornados violentos
Tornados desumanos
Por isso
O coração enegrecido
Os dedos se estendem para a garganta
A arma
A faca
A bomba
Os dedos se estendem em direção a um deus irresponsivo
Os dedos se estendem para a garrafa
A pílula
A pólvora
Nós somos nascidos adentro essa lamentável mortalidade
Nós somos nascidos adentro um governo há 60 anos em dívida
Que logo será incapaz de pagar até mesmo os juros dessa dívida
E os bancos irão queimar
Dinheiro será inútil
Haverá assassinato livre e impune nas ruas
Serão armas e quadrilhas nômades
Terra será inútil
Comida será um rendimento decrescente
Força nuclear será tomada pela multidão
Explosões irão continuamente sacudir a Terra
Homens-robôs radioativos irão espreitar uns aos outros
Os ricos e os escolhidos irão assistir de plataformas espaciais
O Inferno de Dante se fará parecer com um parque de diversões infantil
O Sol não será visto e será sempre noite
Árvores irão morrer
Toda a vegetação irá morrer
Homens radioativos comerão a carne de homens radioativos
O mar será envenenado
Os lagos e rios irão sumir
Chuva será o novo ouro
Os corpos em apodrecimento de homens e animais irão feder no vento escuro
Os últimos poucos sobreviventes serão tomados por novas e terríveis doenças
E as plataformas espaciais serão destruídas pelo desgaste
O esgotamento dos suprimentos
O efeito natural do decaimento geral
E haverá o mais bonito silêncio jamais ouvido
Nascido fora disso.
O Sol ainda escondido
aguarda o próximo capítulo.

A morte só pode causar pavor àqueles que não sabem como preencher o tempo que é dado para viver.

Trevas
sou o vampiro que mora na sombra terrestre
sou o suspiro de morte da vida humana
sou o que vive o que morre e alimenta da carne
na direção oposta do sol eu me cubro,
com o manto negro da morte minha alma se esconde de vez,
correndo da dor, sem sofrer como um porco
me facina sua derrota,
seu imploro de socorro já não me importa
sua alma na vida é morta e no inferno é presa
veja que beleza lá não tem luz solar
mais no fogo do inferno sua alma queimará
trevas para todo o fim!

Em nossos dias, mais que a ausência ou a morte de Deus, é proclamado o fim do homem.
(Dilemas de época)

"Não devo ter medo. O medo mata o pensamento. O medo é a morte antecipada que nos aniquila. Hei de encarar meu medo, deixar que ele me perpasse, que me atravesse, e quando houver passado, olharei bem dentro de mim para conferir seu trajeto. Por onde passou o medo, não haverá nada… resto apenas eu."