Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
mãe é amor
daqueles que não tem fim
seja na alegria ou na dor.
mãe é cuidado
proteção e carinho
que não deixa abandonado.
mãe, que de intenso coração
nos faz sentir na maior da emoção
o sentimento de: GRATIDÃO.
Mãe,
Teu Amor Ficou em Mim!!!
Mãe…
antes mesmo de eu entender o mundo, você já lutava contra
ele por mim.
Enquanto eu dormia tranquilo,
você perdia o sono.
Enquanto eu sonhava com brinquedos, você fazia planos
pra eu não desistir da vida.
E ninguém viu…
ninguém viu suas lágrimas escondidas no banheiro,
seu cansaço atrás do sorriso,
seu coração apertado fingindo força
só pra eu acreditar que estava tudo bem.
Você me carregou nos braços
quando eu ainda nem sabia andar,
e continuou me carregando em oração mesmo depois que eu cresci.
Mãe…
tem abraço seu que parece casa,
tem conselho seu que ecoa anos depois, tem silêncio seu que diz mais que mil palavras.
Às vezes eu lembro
de quantas coisas você abriu mão…
roupas, sonhos, descanso, vontades… só pra não faltar amor dentro de casa.
E faltou dinheiro algumas vezes…
faltou força…
faltou ajuda…
mas nunca faltou você.
Você foi milagre nos dias difíceis.
Foi luz quando tudo escureceu.
Foi coragem quando eu tive medo.
Foi a voz dizendo:
“vai dar certo”
quando nem eu acreditava mais.
Se hoje eu consigo continuar,
é porque um dia você me ensinou
a não desistir.
E talvez eu nunca consiga devolver tudo…
porque amor de mãe não se paga.
Só se honra.
Só se guarda no peito.
Mas quero que saiba:
cada oração sua ficou viva em mim.
Cada abraço seu virou força dentro da minha alma.
E mesmo que o tempo passe…
mesmo que o mundo mude…
eu sempre vou carregar comigo
a maior prova de amor que Deus me deu:
você.
Feliz Dia das Mães. ❤️
Mãe
Uma palavra pequena, mas de significado infinito. Mãe é amor que acolhe, dedicação que não mede esforços, renúncia que vira força e sabedoria que guia.
Ser mãe vai além de dar à luz: é estar presente, participar da vida, cuidar dos frutos que gerou ou escolheu criar. Obrigado por ter você nas nossas vidas.
Rosinei Nascimento Alves.
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Neste Dia Especial, que Deus derrame bênçãos sem medida, saúde, amor e paz sobre cada coração materno. Que nunca lhes falte carinho, força e esperança. E que a vida floresça em seus caminhos como um jardim tocado pela luz do céu.
Feliz dia das Mães!
ABERTURA
Este é o livro do amor
Do mesmo amor que arde em nosso peito...
Abre-lhe as suas páginas divinas
e sinta o mesmo ardor do qual ele foi feito,
Como lírios em sonhos que provêm do nosso leito!
Livro de mais ninguém!
Somente do amor eleito
Perene em cada estação
E docemente perfeito!
Viverei a chama que arde
No despontar da esperança,
E velarei o divino amor
No esplendor da aliança!
Por sua divina ternura,
O amor renasceu
Da forma mais pura
Que em mim resplandeceu!
E nesse tempo abrasador,
A minh’áurea te escolheu!
Mãe é amor universal!
Ela é única.
Nem sempre biológica,
amor tem rostos, os traços
podem ser diferentes,
exceto o que sentem.
#bysissym
“Mãe é sinônimo de tudo na vida. É a mulher heroína que Deus criou com amor e escolheu para gerar a vida humana. Através do dom concedido por Deus, ela traz ao mundo filhos e filhas, sendo uma verdadeira dádiva do dom da vida.
Para todas as mamães, deixo o meu grande abraço, carinho e admiração. Que Deus abençoe grandemente cada uma de vocês, mamães, com saúde, paz, amor e muitas felicidades. Feliz Dia das Mães!”
Mãe firmada em Deus é força que não se abala, amor que não se esgota e fé que transforma qualquer dificuldade em esperança. Quando uma mãe confia no Senhor, Deus renova suas forças, guia seus passos e sustenta seu coração todos os dias.
AMOR MATERNO E AMOR FILIAL À LUZ DO ESPIRITISMO.
Marcelo Caetano Monteiro .
O estudo “Amor materno e amor filial”, publicado pelo jornal espírita O Consolador, constitui uma profunda reflexão sobre a família sob a ótica da Doutrina Espírita. Mais do que analisar sentimentos humanos, o texto investiga responsabilidades espirituais, reencontros reencarnatórios e os deveres morais que unem pais e filhos através das existências sucessivas.
Segundo Allan Kardec, o amor materno não é simples construção social ou impulso emocional transitório. Trata-se de uma lei natural inscrita pela Providência Divina na consciência da criatura. Em O Livro dos Espíritos, questão 890, os Espíritos Superiores ensinam que a afeição da mãe pelos filhos é necessária à conservação e ao progresso da humanidade. Entretanto, o Espiritismo amplia essa compreensão ao afirmar que tal amor não se limita ao instinto biológico, mas assume caráter moral, educativo e espiritual.
O texto ressalta uma observação de elevada profundidade psicológica. Enquanto entre os animais o cuidado materno geralmente cessa após a independência dos filhotes, no ser humano o amor continua através da vida inteira e, muitas vezes, prossegue além da morte física. Essa permanência afetiva demonstra que os vínculos familiares possuem raízes espirituais anteriores à existência atual.
A maternidade, contudo, não é descrita como experiência idealizada ou puramente sentimental. O estudo desmonta a visão romantizada da família ao declarar que a missão materna “não é um mar de rosas”. Tal afirmação possui fundamento direto na lei de reencarnação. Espíritos que outrora se feriram, odiaram-se ou fracassaram moralmente podem renascer no mesmo núcleo familiar para reconstrução dos laços destruídos.
Essa interpretação é inteiramente coerente com os princípios apresentados por O Evangelho segundo o Espiritismo, especialmente no capítulo XIV, quando a família é entendida como instrumento de regeneração moral. O lar deixa de ser mera instituição biológica e transforma-se em oficina de reparação espiritual.
O texto utiliza uma expressão extremamente significativa ao afirmar que muitas criaturas “ainda não acertaram as rodas do entendimento no carro da evolução”. Essa imagem revela o pensamento espírita acerca das imperfeições humanas. A convivência familiar não ocorre por acaso. Pais e filhos reencontram-se para sanar “velhas feridas”, corrigir abusos do passado e desenvolver virtudes que ainda não conquistaram.
Por isso existem lares marcados por antagonismos aparentemente inexplicáveis. Há mães que rejeitam filhos. Filhos que desprezam pais. Irmãos que vivem em permanente conflito. O Espiritismo entende essas situações não como fatalidade absurda, mas como consequências de débitos morais pretéritos que exigem reconciliação.
Todavia, a Doutrina Espírita jamais transforma o determinismo reencarnatório em desculpa para violência, abandono ou negligência. Pelo contrário. Quanto maiores as dificuldades afetivas, maior é a responsabilidade moral dos envolvidos. O lar converte-se em campo educativo da alma.
O estudo enfatiza ainda que a mãe possui missão espiritual elevadíssima na formação do caráter infantil. Desde os primeiros anos compete-lhe orientar tendências, disciplinar impulsos e ensinar responsabilidade. O texto adverte sobre “o abismo da liberdade”, expressão que denuncia os perigos da permissividade sem direção moral.
Dentro da pedagogia espírita, educar não significa apenas transmitir conhecimentos intelectuais. Significa formar consciência. A criança é vista como Espírito imortal temporariamente confiado à tutela dos pais. Assim, a maternidade exige renúncia, vigilância, paciência e exemplo.
A mãe deve ensinar: “respeito pela dor alheia”. “valor do trabalho”. “disciplina moral”. “economia”. “tolerância”. “equilíbrio”. “caridade”.
Percebe-se clara consonância com os ensinamentos de Joanna de Ângelis, que frequentemente apresenta a família como núcleo terapêutico da alma. Nas obras psicografadas por Divaldo Pereira Franco, a educação emocional da criança aparece como fundamento do equilíbrio psicológico futuro.
Outro ponto de grande relevância doutrinária encontra-se na análise do mandamento: “Honrai vosso pai e vossa mãe”.
O Espiritismo esclarece que honrar os pais não significa obediência cega nem submissão irracional. O mandamento deve ser compreendido como dever de gratidão, assistência e piedade filial. Respeitar pai e mãe inclui: “ampará-los na velhice”. “assistir-lhes nas enfermidades”. “retribuir cuidados”. “preservar-lhes a dignidade”.
Essa interpretação amplia a noção tradicional do dever familiar e conecta-a diretamente à lei de caridade ensinada por Jesus Cristo.
O estudo também apresenta análise equilibrada sobre a ingratidão dos filhos. Não atribui toda culpa apenas à juventude rebelde. O texto reconhece duas origens fundamentais: “imperfeições dos filhos”. “falhas cometidas pelos próprios pais”.
Esse aspecto revela maturidade doutrinária e profunda compreensão psicológica. Muitos pais, despreparados moralmente para a missão educativa, tornam-se causadores de desequilíbrios familiares. Ausência afetiva, egoísmo, materialismo excessivo, vícios e irresponsabilidade produzem marcas profundas na formação dos descendentes.
Contudo, há igualmente filhos que recebem amor sincero e mesmo assim tornam-se ingratos, frios ou moralmente endurecidos. Isso ocorre porque cada Espírito conserva livre-arbítrio e responsabilidade individual perante suas escolhas.
A conclusão do estudo possui grande densidade sociológica e espiritual ao afirmar que: “o lar é santuário dos pais”. “escola dos filhos”. “oficina de experiências”.
A família aparece, portanto, como célula essencial da civilização humana. Quando o lar se desequilibra, a sociedade inteira sofre. Quando o ambiente familiar se moraliza, a humanidade avança.
Sob a ótica espírita, amar os filhos não significa satisfazer todos os desejos da criança. Amar é educar. É corrigir com equilíbrio. É proteger sem sufocar. É disciplinar sem humilhar. É compreender sem alimentar vícios morais.
Da mesma forma, amar os pais não consiste apenas em palavras afetivas ocasionais. O verdadeiro amor filial manifesta-se no respeito, na gratidão silenciosa, na presença constante e na assistência moral durante os períodos difíceis da existência.
A Doutrina Espírita ensina que nenhuma experiência familiar é inútil. Mesmo os lares marcados por sofrimento podem converter-se em escolas sublimes de redenção interior. Muitas vezes, os maiores conflitos domésticos escondem as mais profundas oportunidades de crescimento espiritual.
_Fontes principais: O Livro dos Espíritos. O Evangelho segundo o Espiritismo. O Consolador. Após a Tempestade. Luz no Lar. Texto base publicado em O Consolador.
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MÃE
Magnitude tão especial
Não se pode esconder o excesso de amor incondicional dentro do peito de uma mulher que é mãe.
Quando a maternidade chega, uma infinidade de coisas acontece dentro do seu corpo: mistérios e milagres se fundem. Ela cede espaço, doa vitaminas, sangue, alimento e tudo aquilo que um dia também lhe foi doado, para receber seu filho.
Tudo nela se desloca, muda de lugar e se transforma para proteger a vida que carrega. No fundo desse coração encharcado de amor, existe uma fortaleza criada para servir de suporte seguro, forte e confiável.
Somos fortaleza, somos força, somos mãe.
E, como sempre digo: Dia das Mães são todos os dias.
Feliz Dia das Mães a todas!
Mãe – Fragmento do Céu
Força revestida de ternura
abrigo aquecido de amor,
jardim nascido em terra dura
firmeza infundida em valor.
Quem provou o amor de mãe
do céu recebeu sabor,
uma pequena fração de mel
dentro do interior.
Plante ódio e ódio você colherá. Plante amor e amor você receberá. Plante flores e um jardim você terá.
Na cruz, Jesus nos ofereceu 100% do seu amor. Agora, cabe a nós decidir se vamos compartilhar 5, 10 ou 100% do amor que há em nós com as outras pessoas.
Você pode louvar hinos de cabeça para baixo, mas se não respeita o seu próximo e não tem amor pelo seu semelhante, seu esforço de nada vale.
