Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Cada passo meu é um gosto peculiar,
faz as papilas pirar,
difícil é conciliar
e se a tal bad chegar é trash,
minha pineal da o reset
Me adubo com minha própria química
Abuso da dopamina lírica
Vivência é empírica
No meu organismo vivo
Aqui estou
Se eu me organizar consigo
Pois tudo posso
Pois tudo sou
E tudo passa
Mas nem todo som
Transpassará
O coração
Não disfarçará
Quer progredir?
Então faça já!
Qual é o nome do meu ser?
Quantos nomes posso ter?
Um nome que alguém me deu
Um nome que eu quero ter
Meu nome quem é você?
Meu ser quero conhecer
Mesmo sem nome
Eu e você vamos ser Um
Manifesto meu verso afim que contestes
Te peço que faça testes
Pois o contexto reflete
Um ego que sempre veste
Armadura resistente
É a amargura do descrente
Que em nada crê, sempre ausente
Parece que nada sente
Nadando no inconciente
Perece no presente
Mentindo pra própria mente
E assim sempre descontente.
Se o meu Eu se reflete em tudo que vejo
como pode ser tão difícil olhar para mim mesmo?!
Mas que paradoxo!!
Percepção que oxida quando não se cuida
e mesmo sabendo não é conclusa.
A forma como você trata os outros é a forma como você trata Deus.
Se existe um Deus ele é o Outro.
Aquele que por ora parece ser o Demônio,
por fora parece infortúnio e muitas vezes te decepciona.
Eu, tu e eles.
Nós somos Ele.
seu colar está guardado
bem guardado
e ainda bem cheiroso
no meu guarda roupa
guardei seu cheiro
bem guardado
ainda bem, assim posso
cheirar a cada pouco.
RECEBIDO DE J...MEU AMIGO
PORTUGUÊS.
Seu caminho em brisas,
de uma tarde esmorecida
tua iris viu o discerimento
como janelas multiplas.
Eras como um guardião
que fecha e abre janelas
na brisa fresca, de luzes
cristais que ouvem quimeras.
Seu coração, um mundo
que jaz em verdes moradas
zumbidos, que não seduzem.
És doce perfume da relva,
mundo que sustenta sequelas
adagas cantares, levam os ventos.
__Leio-te desde muitos,
conheço tuas sequelas,
és igual fruto de nossa terra
onde pisas, tudo floresce.
meu carinho.
Obrigada meu amigo
és fruto da terra alem mar
Um dia meu coração cessará suas batidas,
não vertas lágrimas, não te apagues em luto,
Será apenas o fim de um ciclo, um suspiro,
e eu, enfim, desprendida, voarei no infinito.
Mas, levarei seu olhar, sua doçura,
Seu amor inocente, o meu maior tesouro,
Todo meu infinito, por quem lutei e vivi, pora ti.
Minhas asas rasgarão o céu no silêncio,
libertas, leves, sem amarras ou temores,
Neste instante, serei pássaro, sereno, livre,
e a paz será meu único e eterno fulgor.
A ti, meu tesourinho!
Olá, gente, meu nome é Valéria Amorim, aqui conhecida por MEL AMORIM. Estou aqui para retratar meus pensamentos de uma adolescente na puberdade e com crises de ansiedade: "EU".
” Um dia você vai querer viver em meu mundo, descobrir os meus segredos e tormar rainha do meu reino...”
"Sempre fui em busca da minha felicidade, alcancei limites onde meu braço nao alcançava, já até bati contra o muro, mais nunca tive medo de começar do zero..."
Meu corpo
Minha mente
Minha alma
Não suporta mas
Viver tantas vidas
Uma hora vivo vida de rico
Outra hora vivo vida de pobre
Outra vivo uma vida feliz
Outra vivo triste
Vivo vivendo procurando viver sem ter que sentir a vida
Procuro apenas viver uma única vida
A vida que ninguém me obrigue a viver.
Passo meu tempo escrevendo
Tudo que penso
Mas nunca criei um elenco
Com autores dizendo
Que não existe tempo
Para correr a trás de quem não está lhe vendo
Como sempre vivem dizendo
Quem é visto é lembrado
Por isso procuro marca-los
Com pensamentos e poemas criados
Por que sei que nem o tempo pode apaga-los.
Venho tentando a anos
Voltar a amar e ser romântico
Mas não conseguia
Tinha perdido todo meu alto estima
Você mudou a minha vida
Não apenas com a beleza
Mas por ser minha mulher maravilha
Me salvou nos últimos dias de vida
Jamais esquecerei que um dia
Voltei a amar por causa de você
Minha linda.
Sinto estar sendo enganado por você
Sinto que se aproveita de meu gostar por você
Como posso continuar a te querer
Sabendo e tendo quase a certeza que vou sofrer
Uma decepção que não desejo para você .
