Acreditar e Confiar
Não deixe seus sonhos desfalecerem, lute por eles, acredite mais em você e confie na sua capacidade de superação. Deus te fez um vencedor; creia Nele e no Seu poder...
Confiar em Deus não é apenas um ato de fé.
É também um ato de coragem.
Fé para acreditar que, no tempo d’Ele, tudo acontece como deve ser.
Coragem para, em meio às tribulações, escolher serenidade e permanecer firme na fé.
Siga... siga sempre em frente.
Sem medo que algo dará errado.
Confie, acredite, pois seus pensamentos criam e sua fé sustenta; a vida é muito curta para voltar e viver no passado e muito rápida para se viver no futuro. Viva a imensidão que é o aqui e agora, pois não há presente mais belo do que viver na presença presente.
"Não acredito no castigo de Deus, mas confio, cegamente, na lei do retorno, por isso me preocupo com minhas atitudes e não com as ações alheias."
Acreditar que tudo vai dar certo, é confiar no seu potencial e na sua capacidade de fazer as coisas acontecer.
É preciso ter confiança no seu próprio potencial; se você não acreditar em si mesmo, quem vai acreditar em você?
Confie em Deus acima de tudo, confie nos outros com sabedoria. Acredite em tudo o que vê e questione tudo o que ouve
"O otimista sempre acredita
que tudo dará certo
O confiante sempre acha que
se nao der certo conseguira
outra solução"
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Deus segurou-me quando eu já não acreditava, mão que sustenta devolve a confiança perdida, nesse amparo recuperei crédito em mim, aprendi a caminhar com novo suporte.
Ser como criança é ter um coração aberto para acreditar no impensável, crer no impossível e confiar no incompreensível.
Eu acredito piamente, que para aqueles que confiam em Deus, as presentes "lutas" são meros sintomas de futuras vitórias.
Conheci pessoas que eu achava que conhecia, quem eu confiava me traiu, em quem eu acreditei me virou as costas e pessoas que eu jamais achava que iriam me acolher me acolheram. Dei razão a quem eu nunca quis ouvir, a quem sempre me falou absurdos, mas que eram verdades que eu nunca quis ouvir por medo de fazer tudo errado, embora eu tenha feito tudo errado, a gente age com a emoção e esquece que a razão é o melhor caminho pra ser feliz.
Gato escaldado
Não mais confio quando diz-me te amo
Não acreditarei em uma letra de tuas palavras
Não sei o porque adora demonstrar o que não é
Com você o talvez sempre tem mais sentido
Pois por muitas vezes o sim sempre foi não
Nem me venha com essa de te amo
Ainda me lembro dos momentos sofridos
Gato escaldado não se molha mais não.
Clébio Carvalho
