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Acompanha

Cerca de 746 frases e pensamentos: Acompanha

O sucesso está em Movimento, ou você acompanha , ou você empobrece.

O ano acompanha a mudança de quem escolhe mudar.

Historia, não drama

Minha ansiedade me acompanha
como um ruído constante,
um alerta que nunca desliga,
e junto dela
o medo de exagerar,
de sentir demais,
de parecer dramática
por simplesmente sentir.

Ela nasceu cedo.
Entre olhares atentos demais,
expectativas grandes demais,
e a sensação de que sentir
era sempre exagero.

Cresci ouvindo
que tinha tudo.
Casa, cuidado, conforto,
um berço chamado de ouro
— como se isso anulasse
qualquer vazio que coubesse em mim.

Quando doía,
não era dor:
era drama.
Quando eu reclamava,
era vitimismo.
Aprendi cedo
a engolir sentimentos
antes que alguém dissesse
que eu estava exagerando.

Meus irmãos gritavam mais alto,
quebravam mais coisas,
ocupavam mais espaço.
O do meio, o mais difícil,
recebeu colo em excesso,
atenção dobrada,
como se o amor fosse um prêmio
para quem dá mais trabalho.

E eu?
Fiquei quieta.
Aprendi a merecer afeto
sendo fácil.
Sendo compreensível.
Sendo grata.
Mesmo quando algo em mim
pedia socorro —
em silêncio.

Hoje, no amor,
minha ansiedade aparece
com cuidado demais,
palavras medidas,
e o medo constante
de ser intensa demais.

Não é ciúme,
é receio.
Não é cobrança,
é medo de perder.

Carrego um receio silencioso
de depender,
porque no fundo
ainda busco validação
como quem pede permissão
para existir
sem pedir desculpas.

Já disse a ele
sobre meu medo de abandono.
Não nasceu agora.
Veio de casa.
Veio das vezes em que fui ouvida
só quando não incomodava.

Tenho amor,
mas também tenho feridas.
Tenho entrega,
mas carrego alertas.
Não sei sempre explicar
nem organizar o que sinto,
e ainda assim
sinto —
mesmo com medo
de parecer dramática.

Não quero amar por carência.
Não quero ficar por medo.
Quero escolher.
Inteira.
Mesmo ainda aprendendo
a confiar
que meus sentimentos
não são exagero,
são história.

A honra acompanha quem não esquece suas origens e escolhe a humildade mesmo quando poderia escolher o orgulho.

jesus cristo tinha multidões a segui-lo e ninguém para acompanhá-lo...

⁠Por que percorrer grandes distâncias em busca daquilo que sempre nos acompanha.

Quem não acompanha a evolução incomoda-se ao ponto de desaconselhar o avanço, como se a escolha de todos deveria ser ficar parado de olhos fechados para os avanços que ocorrem no mundo.
Acredito que temos que lutar para termos condições para fazer o melhor e sendo assim, aprender com o grande ALBERT EINSTEIN que defendeu que o tempo é mais devagar na velocidade da luz ou escolher a estagnação e testemunhar somente o tempo passar rápido.
Eu, porém, escolho viver na "velocidade da luz" e este é o meu conselho: mova-se faça acontecer!
Nascemos para brilhar!

O AMOR QUE SE REFAZ
Amor é coerente e concreto.
Hoje, me acompanha a plenitude
e a certeza nova:
esse sentimento presente
cura a alma
e acalma o peito,
carícia a carícia,
quando permanece e se fortalece.
Florescem promessas vivas
na boca de quem diz “eu te amo”:
bálsamo nítido, perceptível.
O amor é verdade disfarçada de ternura,
cheia de uma bondade clara
que fortalece a alma atenta
de quem acredita no possível.
É o sentido do afeto,
o toque que transforma amargo em âmago,
o calor que aconchega por dentro
na elevação serena do sentir.
Esse bendito existe
e restaura.
E quando chega,
firma-se no vento
como teia sólida de criação.
A quem confia no real,
brota o descanso da paz,
a esperança que revigora,
o horizonte que acolhe cada palavra doce
em nome de um amor-luz,
que pulsa existência.
É caminho gentil,
promessa que se cumpre ao nascer.
Eu acredito no amor
pois sempre sobra
quando o desejo se transforma
e revela a beleza da verdade.
O constante amor,
simples e edificante,
é o que mais fortalece a alma,
convertendo ruínas em sonho.
É a verdade que se sustenta entre nós
quando vivem a lealdade e a confiança.
Primeiro concreto,
depois eterno,
depois cura.

A vida está correndo
Não tem tempo para reclamar
Ou você acompanha seu ritmo
Ou ela continua a passar e você permanecerá atrasado no compromisso de ser feliz.

Se existe um dilema que acompanha o Direito desde suas origens, é a tensão entre seguir a forma e alcançar o que se entende como justo.

Essa tensão não é um problema recente. Ela aparece desde os sistemas jurídicos mais antigos e continua viva no cotidiano de qualquer operador do Direito. De um lado, o formalismo garante previsibilidade, segurança e estabilidade. De outro, a busca por justiça exige sensibilidade, interpretação e, muitas vezes, certa flexibilidade diante do caso concreto.

Na prática, o Direito vive exatamente nesse equilíbrio instável.

O formalismo jurídico cumpre uma função essencial. Ele organiza o sistema, estabelece regras claras e limita arbitrariedades. Sem forma, o Direito se tornaria imprevisível, dependente exclusivamente da vontade de quem decide. É a forma que impede que decisões sejam tomadas de maneira puramente subjetiva.

Mas o excesso de formalismo pode gerar um efeito colateral importante: decisões tecnicamente corretas que parecem, sob a ótica humana, desconectadas da realidade.

Essa tensão aparece de maneira muito clara em situações processuais em que um detalhe formal pode impedir o exame do mérito. Para alguns, isso representa rigor necessário. Para outros, uma barreira que impede o acesso efetivo à justiça.

Aqui, vale lembrar que o Direito não existe em um vácuo. Ele está inserido em uma realidade social concreta, onde pessoas lidam com conflitos reais, expectativas frustradas e consequências práticas. É nesse ponto que a ideia de justiça ganha relevância.

Uma referência clássica para pensar essa tensão é a obra de Antígona. No conflito entre Antígona e Creonte, temos de um lado a lei do Estado, representada pela ordem formal, e de outro um senso de justiça que transcende a norma escrita. A tragédia não resolve a tensão, mas a expõe de forma profunda: seguir a lei nem sempre elimina o conflito moral.

No mundo moderno, essa discussão ganha novas camadas.

Autores como Lon L. Fuller destacaram que o Direito não é apenas um conjunto de comandos, mas um sistema que depende de certas qualidades internas, como coerência, clareza e aplicabilidade. Para ele, existe uma moral interna do Direito que precisa ser preservada para que o sistema funcione adequadamente. Isso mostra que o formalismo, por si só, não é neutro, ele precisa servir a um propósito maior.

Por outro lado, a busca por justiça também não pode ignorar completamente a forma. Se cada decisão fosse tomada apenas com base em percepções subjetivas de justiça, o sistema perderia consistência e previsibilidade. O Direito deixaria de ser um instrumento de organização social para se tornar um conjunto de decisões casuísticas.

É nesse ponto que a tensão se torna produtiva.

Na prática jurídica, essa dualidade aparece o tempo todo. Um advogado precisa saber quando insistir em um argumento estritamente formal e quando construir uma narrativa que evidencie a justiça material do caso. Um juiz, por sua vez, precisa equilibrar a aplicação da norma com a análise das circunstâncias concretas.

Essa dinâmica pode ser comparada, em termos culturais, a um bom romance realista, como os de Machado de Assis. Em obras como Memórias Póstumas de Brás Cubas, não há respostas simples ou absolutas. As situações são construídas a partir de ambiguidades, contradições e nuances humanas. Da mesma forma, o Direito lida constantemente com casos que não se resolvem apenas pela aplicação mecânica de regras.

Outro ponto relevante é que o formalismo muitas vezes funciona como um filtro institucional. Ele impede que decisões sejam tomadas de forma arbitrária ou influenciadas por fatores externos indevidos. Nesse sentido, a forma protege a própria ideia de justiça, ao garantir que casos semelhantes sejam tratados de maneira semelhante.

Ao mesmo tempo, quando aplicada de forma rígida e descontextualizada, a forma pode se afastar do seu objetivo original. É nesse momento que surge a percepção de injustiça, mesmo quando a decisão está tecnicamente correta.

Essa tensão também pode ser observada em sistemas processuais contemporâneos, onde princípios como razoabilidade e proporcionalidade passaram a ter maior relevância. Eles funcionam como ferramentas que permitem ao intérprete dialogar com a norma, sem romper completamente com o formalismo.

Na prática, o profissional do Direito precisa desenvolver uma espécie de sensibilidade dupla.

De um lado, dominar a técnica, compreender regras, prazos, procedimentos e estruturas formais. De outro, ter capacidade de interpretar o caso concreto, entender os interesses envolvidos e construir soluções que façam sentido não apenas juridicamente, mas também do ponto de vista humano e social.

Talvez a melhor forma de enxergar essa tensão não seja como um conflito a ser resolvido, mas como um equilíbrio a ser administrado continuamente.

O formalismo garante que o Direito exista como sistema. A busca por justiça garante que ele permaneça relevante para a vida das pessoas.

E é exatamente nessa interseção que a atuação jurídica ganha profundidade.

Cada pessoa tem um contexto, um ponto de partida, um caminho diferente. Quando você tenta acompanhar o ritmo alheio, perde conexão com o seu.

⁠O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.


Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.


No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.


Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.


E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.


São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.


“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.


Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.


E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.


Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.


Não sejam campanhas, mas coragem.


Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.


Coragem de não idolatrar bravatas.


Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.


Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.

"No próximo Carnaval, não vou cair na Folia, embora eu vá acompanhá-la. Vou mesmo é 'cair' na rede, vou ler clássicos e vou ouvir músicas do meu tempo! Vai ser assim!"
TextoMeu 1347

Os Poetas pensam com a alma e o cérebro acompanha maravilhado todo esse pensamento.

Caminho por campos nebulosos, com a escuridão sendo a companhia silenciosa, que me acompanha e como eu, caminha sem destino certo, usando como guia, o fraco e longínquo brilho das estrelas, que em outrora, brilhavam sintilantes.

A esperança não cala a dor; a acompanha até o fim da trilha.

Percorra o mundo com sua mente, quando o corpo não puder acompanha-la.

Inserida por alissongabriel89

De mãos dadas a solidão ainda me acompanha

Inserida por Juniorfortini

O sangue acompanha sempre, a guerra.

Inserida por Magkukulam

"Acompanha-me nos momentos mais alegres, pois só podem ser alegres quando você está comigo, e a tristeza que eu tinha já não existirá mais."

Inserida por erickramos